05Apr
Um anjo burro
Postado por Ju Oliveira Em Bertrand Brasil, Resenha, Sobrenatural

Charles Dickens é passado. Agora é a vez de Christopher Moore! O Natal mais hilário e horripilante da história. Após falar da juventude desregrada de Jesus em O Cordeiro, e de um funcionário da Morte em Um Trabalho Sujo, o cultuado Christopher Moore ataca agora a magia do Natal e o famoso arcanjo Raziel no hilário Um Anjo Burro.

Era noite, quase Natal, e todos em Pine Cove estão ocupados comprando, embrulhando e trocando presentes. Mas nem todos estão no clima para receber o bom velhinho. O pequeno Joshua Barker, de apenas sete anos, está desesperado: precisa de um verdadeiro milagre. Ele tem certeza de que viu o Papai Noel tomar uma pazada na cabeça e agora não faz outra coisa senão rezar para que ele volte dos mortos.

Para compor o elenco do livro, o autor recorreu a personagens tradicionais do Natal, como o Papai Noel e o arcanjo Raziel, e outros nem tão clássicos, como mortos-vivos e um morcego diferente. O filme baseado no livro está com estreia marcada para novembro de 2013.

Um Anjo Burro é uma leitura bem diferente do que eu estou acostumada. Tem personagens bizarros e extremamente cômicos, incluindo Papai Noel, o Arcanjo Raziel e até zumbis. O que me atraiu primeiramente na sinopse foi o humor e confesso que não me decepcionei.

Joshua Barker um garotinho esperto, acabou perdendo a hora de voltar pra casa. Envolvido num jogo de vídeo-game na casa de seu colega, ele agora está apavorado, porque seu atraso vai entrar para a lista de “coisas erradas” do Papai Noel e ele pode deixar de ganhar seu tão desejado presente do bom velhinho.

Mas para sua grande surpresa, ele vê Papai Noel ser assassinado com uma pazada na cabeça. Apavorado com a cena que acabou de presenciar, ele corre pra casa e agora deseja com todas suas forças que Papai Noel possa voltar dos mortos.

Para sua sorte (ou não), desembarca na pequena cidade de Pine Cove o arcanjo Raziel, que como última missão na terra, precisa atender a um pedido de Natal de uma criança. Então o arcanjo lhe concede o pedido, devolvendo o Papai Noel ao mundo dos vivos. Mas como arcanjo Raziel não é lá muito esperto (Um anjo Burro) ele acaba despertando também um bando de zumbis comedores de cérebros que estão famintos e prontos para devorar quem estiver ao seu alcance.

Definitivamente Zumbis não é um tema que me atrai, mas os zumbis de Pine Cove são hilários!!! Na verdade praticamente todos os moradores da pequena cidade são divertidíssimos, principalmente “A Guerreira Gostosa das Terras Distantes“, esposa do policial da cidade e totalmente pirada. E Mavis, a proprietária do bar onde todos os personagens se encontram. Tem também um morcego frutífero, o Roberto, que rouba a cena com seus óculos de sol Ray ban.

Christopher Moore tem um humor negro, ácido, mas extremamente viciante. Impossível não rir muito durante a leitura. O filme baseado no livro tem estréia prevista para novembro de 2013. Imagino que o filme deva ser igualmente hilário.

Enfim, se você está  a fim de uma leitura rápida e bem humorada, não deixe de ler “Um Anjo Burro”.

Um Anjo Burro - Christopher Moore
Bertrand Brasil
265 páginas
Comprar: SUBMARINO||SARAIVA
:heart: :heart: :heart:



11Mar
A filha da Feiticeira [Resenha+Promoção]

Meu nome é Elizabeth Anne Hawksmith, tenho 384 anos. Cada era exige um novo diário. Assim sendo, começa este livro das sombras. Após a morte, em 1628, de toda a sua família, a menina Elizabeth, de 15 anos, consegue abrigo com o bruxo Gideon Masters. Contudo, ele a aprisiona e a inicia na magia, tornando-a um ser eterno. Com a fuga da jovem, anos depois, o tutor a persegue ao longo dos séculos, passando por momentos importantes da história da humanidade.

Com traços de romance histórico e elementos de fantasia, A Filha da Feiticeira é uma arrebatadora iniciação no mundo mágico, embora perigoso, da feitiçaria. É impossível esquecer essa heroína forte e independente, que sobrevive a pragas e guerras, na busca por se manter fiel a seus princípios.

A autora descreve com destreza épocas e locais distintos ao longo dos tempos, como a Inglaterra de 1628, a Paris de 1917 e os dias atuais. Para isso, Paula Brackston pesquisou durante anos as características das sociedades que lá viviam. No fim, uma certeza: o desejo urgente por uma continuação.

Confesso que não sou muito fã do gênero fantasia, sobrenatural e afins. Mas quando li a sinopse de “A filha da Feiticeira” fiquei super tentada. E vamos combinar que essa capa é no mínimo perfeita neh? E a mistura de romance histórico, fantasia, chegando até os dias atuais, foi o que me fez decidir a ler.

A história se inicia no ano de 1627, quando a jovem Elizabeth Hawksmith de apenas 15 anos vivia numa cabana com seus pais e seus dois irmãos num pequeno vilarejo na Inglaterra. Bess, como era chamada por todos no vilarejo era uma menina determinada, honesta e muito trabalhadeira.

Seu mundo literalmente desaba com a chegada da “Peste Negra” em sua vila, que acaba vitimando seu pai e seus dois irmãos. Restando somente Bess e sua mãe Anne, a menina também acaba adoecendo. Mas, como que por um passe de  ”magia”, Bess consegue se recuperar e retoma sua saúde.

Todos no vilarejo ficam desconfiados e se perguntam como Bess e Anne conseguiu sobreviver, tendo a Peste levado o restante de sua família. Todos no vilarejo, a maioria idosos e muito católicos, desconfiam que foi por meio de bruxaria que as duas sobreviveram e acusam Anne de ser uma feiticeira.

Anne é então acusada formalmente quando um Caçador de Feiticeiras chega ao vilarejo. Ela é condenada à forca, para desespero de Bess. Mas antes de morrer, a mãe pede para a filha procurar por  Gideon Masters, um misterioso homem que mora na parte mais isolada do vilarejo e sempre causou arrepios em Bess.

Ao se ver completamente sozinha no mundo e sem ter para onde ir,  recebendo somente o desprezo da vizinhança, Bess toma coragem e finalmente decide procurar por Gideon. Ela descobre então que Gideon na verdade é um poderoso Feiticeiro e que antes de morrer, sua mãe recebeu “aulas de magia e feitiçaria” com ele. Somente por isso, por meio da magia, Anne conseguiu salvar sua filha da morte.

O último desejo de sua mãe era que Bess recebesse os mesmos ensinamentos de feitiçaria que ela recebeu de Gideon. Mas Bess, ao descobrir o preço a ser pago por se tornar uma poderosa feiticeira, por possuir a vida eterna e nunca mais precisar fugir de ninguém, não quis aceitar.

Até que um terrível incidente a faz mudar de idéia, e ao pronunciar o encantamento que a tornaria eterna, Bess dá início a uma jornada sem fim, de fuga e luta contra o mal.

“Eu, que vagara por este planeta por séculos, observando a incessante luta, a batalha e o esforço que as pessoas sofriam.
Poderia ser a morte uma coisa tão terrível? Não havia momentos em que era uma coisa adequada?
Ou será que penso assim porque isso me foi negado?
Eu não tinha certeza.”

Através dos séculos, Bess fugiu de seu algoz. Em 1888 ela foi Eliza, uma médica/enfermeira, trabalhando em um hospital em Londres. Em 1917 ela foi Elise, uma enfermeira auxiliando na frente de batalha na Guerra da França. E nos dias de hoje, aos 387 anos, ela é Elizabeth, vive sossegada cuidando de sua horta e vendendo ervas e óleos naturais.

Mas aonde quer que vá, passe o tempo que passar, Gideon sempre acaba encontrando Bess…

Uma aventura de tirar o fôlego, com personagens muito bem construídos e marcantes. Bess é uma heroína, sempre  lutando contra o mal. Eu fiquei impressionada comigo mesma, por gostar tanto de um gênero que nunca me atraiu muito. A leitura me prendeu tanto, mas tanto que eu ficava super #chatiada :angry:  quando tinha que largar o livro pra fazer alguma coisa inadiável, como cuidar da casa/filhos/marido. Assim que o carteiro me entregou o livro, larguei tudo o que estava fazendo e corri começar a leitura. Só parei quando já tinha lido 180 páginas e estava  extasiada. Um dos poucos livros que me fizeram varar a madrugada lendo.

Somente em um único ponto, eu senti uma leve decepçãozinha. Eu imaginei um final diferente. Não que eu não tenha gostado, só que se fosse o fim que eu desejei, seria mais perfeito ainda entende?

O que me chamou muita atenção na história, foi que sempre que Elizabeth pressentia que Gideon estava por perto, que a havia encontrado novamente, ela tinha certeza disso, porque sempre ouvia uma música chamada “Greensleeves“. Fiquei muito curiosa e fui pesquisar pra ver se essa música realmente existia.

Para minha surpresa, essa música não só existe, como também é muuuuito linda! Fiquei encantada com a melodia. E desde de então, não consigo parar de ouvir. Há várias versões, mas a que mais gostei foi a tocada no piano. Vou deixar um vídeo com a música para vocês ouvirem também.


Enfim, um livro maravilhoooooso, entrou para minha lista de FAVORITOS.  Tô querendo fazer um vídeo especial sobre ele, vamos ver se me encorajo :smile:  Super recomendo! Leiam!!! E depois vamos discutir o final ok? Bjks!!! :wink:
A filha da feiticeira – Paula Brackston
Bertrand Brasil
446 páginas
FAVORITO

:heart: :heart: :heart: :heart: :heart:

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06Aug
Battleship – A Batalha dos Mares
Postado por MiCandeloro Em Ficção Científica, Filme, Resenha, Sobrenatural

Alex Hopper (Taylor Kitsch) é um oficial naval do navio USS John Paul Jones, comandado pelo almirante Shane (Liam Neeson). Alex é noivo de Sam (Brooklyn Decker), filha de Shane, apesar de não ser bem visto por ele. Já em alto mar, eles precisam unir forças com a tripulação do navio USS Samson, comandado pelo irmão mais velho de Alex, Stone (Alexander Skarsgaard), ao encontrar uma força alienígena desconhecida, que ameaça a existência da humanidade. Um grupo de cientistas, comandados por Cal Zapata (Hamish Linklater), e de especialistas em armas, como Cora Raikers (Rihanna), também compõem a equipe. Acompanhando tanto o lado dos humanos quanto o lado dos alienígenas, Battleship apresenta a intensa disputa pelo controle da Terra.

Battleship – A Batalha dos Mares é um filme produzido pela fábrica de brinquedos Hasbro, que tem levado seus produtos para as telas de cinema, como fez com Transformers e G.I. Joe, também conhecido como Comandos em Ação. Battleship foi feito baseado no jogo de mesmo nome, que todos conhecem (brinquei muito quando criança), com um enredo fraco, um orçamento milionário, uma baixa expectativa, porém com ótimas cenas de ação e efeitos especiais.

No início do filme, cientistas descobrem a existência de um planeta com condições muito similares as da Terra. Por conta disto, eles pressupõem que poderia ser um planeta habitado. Resolvem então tentar se comunicar emitindo sinais de satélite aguardando algum tipo de resposta. O que eles não esperavam é que os habitantes do planeta G invadiriam a Terra e tentariam dizimá-la.

Apesar do tema central do filme se tratar sobre a invasão alienígena, também somos convidados a conhecer a história de alguns personagens que são totalmente dispensáveis, como Alex Hopper. Ele tem 26 anos, é um homem vagal e perdido na vida. No dia do seu aniversário ele conhece Sam, uma linda mulher filha do almirante Shane. Para impressioná-la ele acaba cometendo uma loucura e para evitar a prisão, é convencido por seu irmão mais velho, Stone, a entrar para marinha.

Alex acaba conquistando má fama na marinha pelo seu jeito irresponsável e inconsequente de ser, o que faz com que ele acabe criando alguns desafetos e seja desprezado pelo pai de Sam. As cenas de ação começam quando cinco objetos não identificados se dirigem a Terra em nítida formação de ataque. Um deles se choca com um satélite e cai em Hong Kong, causando muita destruição, e os outros quatro caem no mar do Havaí.

Como tais objetos não são detectados por radar, Alex, Stone e Nagata vão com seus navios até o provável local da queda para investigarem. Ao chegarem lá eles se deparam com algo inexplicável e uma verdadeira batalha naval começa. A única esperança que eles têm de pouparem a Terra de uma extinção é destruírem as antenas de comunicação que foram utilizadas para mandarem sinais para o planeta G, a fim de que os ETs não consigam se comunicar com sua “casa” pedindo reforços. Essa missão só será possível com a ajuda da Sam, Mick e Dr. Nogdrady, que estão bem próximos desse local. Esse trio dá um contraponto à trama, pois é dele que surgem algumas cenas engraçadas.

No final do filme, entram em cena os marinheiros veteranos da Segunda Guerra Mundial, vividos por ex-combatentes de verdade, reforçando o sentimento de patriotismo dos americanos. Eles colocam para funcionar o USS Missouri, o navio “museu” que se torna uma peça chave para o combate contra os ETs.

Este filme não traz nenhuma novidade e se torna uma mera repetição de todos os outros filmes que falam sobre invasões alienígenas, porém com um ponto contra, não possui nenhum enredo, é extremamente fraco e deixa muitas perguntas no ar. Fiquei muito desapontada com a participação do Liam Neeson, que fez uma ponta insignificante no filme. Poderiam ter aproveitado muito mais o potencial desse ator. E sem muitos comentários sobre a participação da Rihanna. Para mim foi lamentável. Provavelmente só a convidaram por ser uma celebridade, de repente na tentativa de atrair um maior público. Mas ela se limita a diálogos monossilábicos e caras e bocas. Igualmente dispensável. Além disso, temos uma única cena no filme que relembra de fato o jogo Batalha Naval, mostrada mais no final. Mas quem procura por cenas de ação, combate, mortes e efeitos especiais, vai gostar ;o)

Título original: Battleship
Roteiro: Erich Hoeber e Jon Hoeber
Direção: Peter Berg
131 minutos

TRAILER

httpvhd://www.youtube.com/watch?v=Dqm7QfYyK7I&feature=fvst




23Jul
30 Dias de Noite

Barrow, Alasca. Durante os 30 dias do inverno local a cidade fica na mais completa escuridão. Neste período boa parte dos moradores viaja rumo ao sul, mas neste ano a cidade recebeu a visita de seres estranhos: um grupo de vampiros, que pretendem se aproveitar da noite constante para atacar os moradores locais. Para combatê-los um pequeno grupo é reunido, liderado pelo xerife Eben Oleson (Josh Hartnett) e por sua ex-esposa Stella (Melissa George).

30 dias de noite é um filme de terror produzido em 2007 e baseado na HQ de mesmo nome. Foi dirigido por David Slade e conta com a participação de estrelas como Josh Hartnett e Melissa George.

O filme começa nos apresentando o pequeno vilarejo de Barrow, no Alasca. Para quem não sabe, lá o clima é congelante e o inverno pode ser extremamente perigoso por causa da combinação do frio e do vento. No final de novembro o sol se põe, e assim permanece por um bom tempo. Desta forma, surge a famosa noite polar. Por causa disso, muitos habitantes da cidade resolvem fugir da escuridão indo para o Sul, para voltarem apenas quando o sol nasce de novo. Como Barrow não possui ruas pavimentadas e muito menos estradas que conectem o vilarejo a outras cidades do Alasca, a população depende exclusivamente dos aviões como meio de transporte. E os aviões deixam de operar assim que a noite polar chega, em razão das péssimas condições para voo e temperaturas baixíssimas.

Stella Oleson, ex-mulher do Xerife Eben Oleson, corre contra o tempo, tentando embarcar no último avião que a levaria para longe daquela cidade, porém, ela acaba sofrendo um acidente de carro que a atrasa e, portanto, fica ali condenada por trinta dias na escuridão. A população começa a se recolher em suas casas para enfrentar a longa noite que está por vir, mas algo sombrio e perigoso os surpreende, alterando o destino de todos os residentes da pequena cidade.

Quando a noite polar chega, Barrow é misteriosamente atacada por um grupo de vampiros. A energia elétrica e os meios de comunicação são desativados. As pessoas ficam totalmente a mercê, desprotegidas, entregues a própria sorte. Ninguém virá ajuda-los, ninguém terá como resgatá-los durante a escuridão.

Um violento massacre começa. Todas as pessoas são brutalmente exterminadas e aparentemente nada consegue deter os vampiros. Porém, um grupo se une liderados pelo Xerife Eben, com o objetivo de sobreviverem aos trinta dias de noite.

O desenrolar do filme, em minha opinião, é meio tedioso. Os dias vão se passando (é possível perceber unicamente pelo fato da barba de alguns homens terem crescido), e nada demais acontece além de mais algumas mortes, e outras pessoas que conseguem continuar fugindo. Fiquei decepcionada com o final, que prometia.

A locação (Alasca) foi muito bem escolhida para ambientar o filme, pois ajuda a criar tensão no expectador, e para provocar sustos, utiliza-se do velho recurso de aparições repentinas combinadas a uma trilha sonora ritmada. Para quem gosta de sangue, violência e carnificina, assista que vai adorar, mas não se esqueça do guarda-chuva (hehe). Infelizmente achei o filme fraco, pois não me satisfaço apenas com ação e sangue. Senti muita falta de uma história. Poderiam ter explorado melhor a história dos vampiros, por ex., de onde eles vieram, quem são eles? Muitas coisas ficaram sem explicação.

Conversando com meu marido percebi que ele teve uma opinião bem diferente da minha sobre o filme, tudo o que não gostei foi justamente o que ele gostou. Gosto é algo muito particular e complicado de se discutir né? Vi que a opinião também se diverge pela internet. Muitas pessoas adoraram, dizendo que é um filme de vampiro que dá medo de verdade e muitos detestaram.

Em resumo, só posso dizer que, para quem gosta de vampiros e morte, e desse gênero de filmes, assista. Para quem espera por algo mais, além disso, não perca seu tempo.

Título original: 30 Days of Night
Roteiro: Ben Templesmith, Brian Nelson, Jane Holland, Jo Willems, Steve Niles, Stuart Beattie
Direção: David Slade
113 minutos

TRAILER

httpvhd://www.youtube.com/watch?v=m_u6dC6v-7A




09Jul
Once Upon a Time

Henry Mills (Jared Gilmore) é uma criança que vive na pequena cidade de Storybrook, em Maine, e que trata os contos de fada como se fossem reais. Adotado pela Prefeita da cidade, a intrépida Regina (Lana Parrilla), foge com o seu livro favorito de contos, procurando encontrar a sua mão biológica. Chegando em Boston, encontra finalmente Emma Swan (Jennifer Morrison), a sua mãe biológica, no dia do seu 28º aniversário. Emma é uma mulher só, também abandonada pelos pais biológicos e que demonstra enorme relutância em aceitar Henry como a criança que deu para adoção há 10 anos. No entanto Emma tem a capacidade singular de perceber se as pessoas estão ou não a dizer a verdade. Movida pela honestidade da criança – que ela percebe ser o seu filho – decide levá-lo de volta para a sua mãe (adotiva). No caminho, o rapaz vai-lhe explicando que ele próprio vive num conto de fadas, com a rainha má como madrasta. Conta-lhe também que todos os habitantes da cidade são personagens dos contos e que perderam a memória, numa terra onde o tempo parou por feitiço. Henry explica que somente Emma poderá salvá-los. Naturalmente que Emma não acredita em nada disso.

Once Upon a Time é um seriado de TV americano, escrito pelos mesmos roteiristas de Lost, surgindo como concorrente do seriado Grimm. Ele foi lançado no Brasil em abril deste ano, sendo transmitido pelo canal Sony, todas as quintas-feiras, às 21h. Por enquanto está na primeira temporada e tem 22 episódios, e para a minha felicidade, a segunda temporada já foi confirmada.

A série gira em torno do Conto de Fadas da Branca Neve e do Príncipe Encantado, porém, sob uma nova perspectiva. Dessa vez não há finais felizes.  A rainha má culpa Branca de Neve pela sua infelicidade e, portanto, decide se vingar, ameaçando-a no dia do seu casamento com o Príncipe.

A rainha má lança uma poderosa maldição sobre todo o reino, no dia do nascimento da filha de Branca, que fará com que todos os habitantes sejam levados a um lugar horrível, um mundo sem magia, em que todos perderão a memória e os que amam. Desesperados, Branca e Encantado descobrem que há apenas uma escapatória para a maldição. Sua filha deve ser protegida, pois, somente ela poderá quebrar este poderoso feitiço.

Nos dias atuais, Henry, o filho adotivo da Prefeita de Storybrooke, ganha de presente da sua professora um Livro de Contos de Fadas e passa acreditar que está vivendo com a rainha má. A partir de então, começa uma busca por sua mãe biológica, Emma, pois acredita que ela é a filha da Branca de Neve e, portanto, a grande salvadora. Emma fica totalmente perturbada ao encontrar o menino que abandonou há 10 anos e decide levá-lo de volta para sua mãe adotiva. No caminho, Henry mostra à Emma o famoso livro, e revela a ela que todos os habitantes de Storybrooke são na verdade personagens de contos de fadas, porém de nada se recordam. Além disso, estão aprisionados na pequena cidade, sem poderem sair de lá em função da maldição. Isso faz com que comecemos a questionar, afinal, Henry está dizendo a verdade ou tudo não se passa de uma mente fértil de uma criança solitária que tem esperanças que sua vida mude para melhor?

Ao chegar em Storybrooke, Emma acaba sendo compelida a ficar, e quando toma tal decisão, misteriosamente o relógio da cidade, que estava parado, volta a funcionar. Para Henry, isso é mais uma prova de que a maldição está com seus dias contados, mas Emma continua a não acreditar em sua história. O menino então não mede esforços para provar para sua mãe biológica que ele não é louco, e que ela é a única que pode salvar a cidade e devolver aos seus habitantes os seus finais felizes.

Once Upon a Time é um seriado mágico, que vai te conquistar e você não vai desgrudar da telinha da TV. No decorrer da primeira temporada somos levados a desvendar vários segredos e descobrimos as histórias de todos os personagens e como elas acabam se cruzando. Quem está mentindo, quem está falando a verdade? Ele é um seriado de drama, investigativo e romântico, mas também com um ótimo toque de humor. O roteiro é muito bem elaborado e coerente e os episódios se passam nos dois mundos, no real e no de contos de fadas, que aparece para nós como se fossem flashbacks. Quem está esperando por grandes batalhas e lutas ficará desapontado, porque, apesar de ter alguns conflitos, nada é muito sangrento.

Apesar de ser taxado como um seriado de “menina”, discordo de tal rótulo, pois assisti com meu marido e meu primo e ambos adoraram. Vocês irão se encantar com os personagens, com os maravilhosos cenários e produções, com a delicadeza, a magia e os mistérios que as histórias nos são apresentadas. E no final, vocês torcerão pela felicidade de todos? Quem irá vencer? Será que o bem sempre vence o mal? Será que o mundo pode existir sem magia? Será que o amor pode realmente quebrar qualquer feitiço? Assistam e descubram!! Recomendadíssimo!! Não deixem de assistir o trailer abaixo!!

Once Upon a Time
Canal Sony
1ª Temporada – 22 episódios


CAPAS

TRAILER

httpvhd://www.youtube.com/watch?v=i3DmXlM2h9E

Henry Mills (Jared Gilmore) é uma criança que vive as histórias de encantar como se de algo real se trate, na pequena cidade de Storybrook, em Maine. Adoptado pela Mayor da cidade, a intrépida Regina (Lana Parrilla), foge com o seu favorito livro de contos, procurando encontrar a sua mão biológica.

Chegado a Boston encontra finalmente Emma Swan (Jennifer Morrison), a sua mãe biológica, no dia do seu 28º aniversário. Emma é uma mulher só, também ela abandonada pelos pais biológicos e que demonstra enorme relutância em aceitar Henry como a criança que deu para adopção há 10 anos. No entanto Emma tem a capacidade singular de perceber se as pessoas estão ou não a dizer a verdade.

Movida pela honestidade da criança – que ela percebe ser o seu filho – decide levá-lo de volta para a sua mãe (adoptiva). No caminho, o rapaz vai-lhe explicando que ele próprio vive num conto de fadas, com a rainha má como madrasta. Conta-lhe também que todos os habitantes da cidade são personagens dos contos que perderam a memória, numa terra onde o tempo parou por feitiço. Henry explica que somente Emma os poderá salvar. Naturalmente que Emma em nada disto acredita.




31Jan
Beijada por um anjo 4
Postado por Ju Oliveira Em Novo Conceito, Romance, Sobrenatural

Um ano se passou desde que o namorado de Ivy, Tristan, morreu. De lá para cá, ambos seguiram em frente – Tristan para o outro lado da vida e Ivy para o doce e adorável Will. Agora, ela espera somente esquecer o horror do passado, deitar-se na praia com um copo de limonada e sair com seus amigos. Mas então, um acidente de carro põe fim à vida de Ivy. Enquanto ela flutua no além, se deparando com a vida que ela deixou para traz, Tristan a faz retornar a vida com um beijo apaixonado. Ivy acorda no hospital, cercada por Will e sua família, mas tudo o que ela consegue pensar é no amor que perdeu. Mas não são apenas as lembranças de Ivy que voltaram do passado. E dessa vez ela não tem certeza de que o amor possa salvá-la.

No quarto livro da série Beijada por um anjo, já se passou um ano após a morte de Tristan. Ivy, agora mais conformada com a sua grande perda, namora Will, que sempre foi apaixonado por ela e muito gentil. Mas não consegue tirar da cabeça o grande amor que sentia por Tristan.

Ivy, Will e Beth, estão trabalhando na pousada  da tia de Beth, durante todo o verão. Junto com as novas amigas Kelsey e Dhanya elas ajudam na organização e limpeza da pousada e na recepção dos hóspedes.

Tudo corria bem, até que em uma noite, elas resolvem “brincar” com um tabuleiro Ouija, mesmo contra a vontade de Ivy e Beth. E então um espírito se manifesta e a partir dai, coisas estranhas começam a acontecer.

Ivy e Beth sofrem um acidente de carro e Ivy acaba morrendo. Ao fazer a passagem, ela encontra com seu amado Tristan, que lhe dá um beijo e promete amá-la e protege-lá para sempre. Ela então “acorda”. Teria sido tudo um sonho? Ilusão? Ou realidade? Tudo isso apenas bastou para que aumentasse ainda mais seu amor por ele.

Após acordar no hospital, Ivy conhece um estranho rapaz com amnésia. Sem motivo algum ela simpatiza com ele, que ganha o nome de “João“. Ela acaba sendo a única, pois Will, Beth e suas amigas, acham João um tanto suspeito e esquisito.

Ao se envolver com esse desconhecido, Ivy acaba se metendo em algumas situações bastante complicadas, e se afasta cada vez mais de seus amigos. Pois defende a inocência de João com unhas e dentes.

Confesso que eu esperava muito mais do quarto livro da série. Gostei muito dos três primeiros, sempre com muito suspense, mas esse deixou a desejar. Achei a história toda meio arrastada, algumas partes um tanto confusa, ficava sem entender se era ilusão ou verdade. Acho que deve ter sido essa a intensão da autora.

Achei a Ivy um pouco antipática e egoista nesse volume, pois mesmo sem amar Will, alimentava as esperanças dele que sempre gostou dela. E toda vez que seus amigos tentavam abrir seus olhos quanto ao desconhecido ela se irritava e acabava os magoando. Uma pena, mas pra mim esse é o mais fraco dos livros da série até agora.

Já estou com o quinto volume aqui, Revelações e espero sinceramente que a autora se ache novamente na história. Porque senti que ela deu uma perdida feia nesse hein. Que pena…

Beijada por um anjo 4 – Destinos Cruzados – Elizabeth Chandler
Editora Novo Conceito
286 páginas
Comprar: Submarino
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