Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.
Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento.
O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro. Como eu era antes de você é uma história de amor e uma história de família, mas acima de tudo é uma história sobre a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado.
Começo essa resenha deixando bem claro, que tudo o que eu disser aqui, não será suficiente para expressar o que eu senti lendo esse livro. Mas vou tentar…
Lou Clark, é uma garota de 26 anos sem a mínima ambição na vida. Ela ainda mora com os pais, a irmã mãe solteira com o filho pequeno e o avô. O salário que ganha trabalhando como garçonete em um café,é quase todo dedicado à sua família, já que sua irmã não trabalha e o pai ganha pouco e está prestes a perder o emprego.
O desespero toma conta quando o café fecha e Lou se vê sem emprego. Ela corre para a única agência de empregos que há em sua pequena cidade, nos arredores de Londres. Tudo o que encontra são trabalhos medíocres, já que Lou não tem formação universitária e seu currículo não é dos melhores.
Quando a única coisa que lhe cabe é um emprego numa processadora de frango, Lou fica arrasada, o serviço é horrível. Mas logo surge um outro emprego. Cuidadora de um cadeirante tetraplégico. Lou também não se agrada dessa opção, mas é a única que lhe resta e pelo menos o salário é muito bom.
Ela decide encarar a entrevista. Descobre que quem precisa de cuidados é Will Traynor, que ficou tetraplégico após ser atropelado por uma moto a 2 anos atrás. Will tem 35 anos, é bonito, inteligente e extremamente mal humorado. Ele vivia a vida plenamente antes do acidente, escalava montanhas, saltava de Bungee Jump, viajava pelo mundo todo em busca de novas aventuras. E agora Will está preso a uma cadeira de rodas, só o que lhe restou foi uma grande amargura e tristeza, pois é ciente de que jamais voltará a andar e levar uma vida normal.
Quando Will e Lou se conhecem, logo de cara um detesta o outro. Will porque não admite que precise de alguém para fazer tudo por ele e Lou porque o achou extremamente arrogante e hostil, um completo imbecil. Ela não está disposta a aceitar esse desafio, mas sua família está tão empolgada com seu novo emprego e com seu ótimo salário, que para não desapontá-los, ela decide se sujeitar.
Com o tempo, Lou vai aprendendo a lidar com o mal humor de Will e com a ajuda e Nathan, seu enfermeiro ela vai se adaptando aos poucos. E uma grande afeição vai surgindo de um pelo outro. Logo Lou conhece todas as vontade de Will e sabe o que ele precisa só de olhá-lo. Ela já não se sente desconfortável na presença dele, pelo contrário. Deseja cada vez mais estar perto dele, cuidar dele e passa a estar bem menos tempo junto de seu namorado Patrick, que na verdade é um babaca.
Will também está cada vez mais a vontade na presença de Lou, uma intimidade e amizade verdadeira nasce onde antes parecia improvável. Mas para desespero de Lou, Will está cansado de viver nessa situação. Ele não encontra mais motivos para continuar vivendo e deseja ardentemente colocar um fim em sua vida. Deu a ele mesmo e à sua família o prazo de seis meses, depois disso, ele iria para uma clínica onde é permitido o “Suicídio assistido”.
Tudo o que ela quer agora é fazer com que ele mude de idéia e perceba que pode ser feliz mesmo estando nessa situação terrível e irreversível. Com a ajuda de sua irmã Treena e o apoio dos pais de Will, ela bola mil programas e passeios que possam animar Will, fazê-lo se divertir mesmo sendo cadeirante. Os primeiros programas são um verdadeiro fracasso, para decepção de ambos. Mas logo Will aceita se deixar levar mais para passear e ver a vida com outros olhos.
“Como eu era antes de você” mexeu muito comigo. É uma história de amor tão profunda e intensa, tão verdadeira. Não desse tipo que estamos acostumado a ver aos montes por ai. É um amor que supera todas as dificuldades e barreiras e nos mostra que nos piores momentos da vida pode surgir algo bom e bonito.
A história nos mostra como alguém pode realmente mudar o outro, tanto por dentro quanto por fora e fazê-lo ver a vida com outros olhos. A autora escreve tão lindamente que é difícil acreditar que essa história seja somente ficção. É tudo tão real, bonito e sofrido ao mesmo tempo. Uma história de descobertas e superação.
Me emocionei muito com esse livro, chorei muito e desde então tenho pensado em tudo que li. Tenho pensado o quanto devemos dar valor a nossa vida, a quem está do nosso lado. Às vezes a gente reclama da vida por tão pouca coisa. E não pensa na vida que levam os cadeirantes e deficientes físicos. A dificuldade é imensa. Enfim, esse livro é uma verdadeira lição de vida. Me marcou profundamente. Aquele tipo de livro que assim que terminamos, dá vontade de voltar a primeira página e começar a lê-lo imediatamente.
Sem dúvida foi minha melhor leitura do ano até agora. Senão da vida toda… subiu para o topo dos meus livros Favoritos. Amei, amei, amei. Leitura obrigatória!!!
A vida do subxerife Miles Ryan parecia ter chegado ao fim no dia em que sua esposa morreu. Missy tinha sido seu primeiro amor, a namorada de escola que se tornara a companheira de todos os momentos, a mulher sensual que se mostrara uma mãe carinhosa. Uma noite Missy saiu para correr e não voltou. Tinha sido atropelada numa rua perto de casa. As investigações da polícia nada revelaram. Para Miles, esse fato é duplamente doloroso: além de enfrentar o sofrimento de perder a esposa, ele se culpa por não ter descoberto o motorista que a atropelou e fugiu sem prestar socorro. Dois anos depois, ele ainda anseia levar o criminoso à justiça. É quando conhece Sarah Andrews. Professora de seu filho, Jonah, ela se mudou de Baltimore para New Bern na expectativa de refazer sua vida após o divórcio. Sarah logo percebe a tristeza nos olhos do aluno e, em seguida, nos do pai dele. Sarah e Miles começam a se aproximar e, em pouco tempo, estão rindo juntos e apaixonados. Mas nenhum dos dois tem ideia de que um segredo os une e os obrigará a tomar uma decisão difícil, que pode mudar suas vidas para sempre. Nesta obra, Nicholas Sparks escreve com incrível intensidade sobre as difíceis reviravoltas da vida e sua incomparável doçura. Um livro sobre as imperfeições do ser humano, os erros que todos cometemos e a alegria que experimentamos quando nos permitimos amar.
Sempre fui fã das histórias de Nicholas Sparks, já li os últimos 13 livros dele lançados aqui no Brasil. Por sua temática ser quase sempre a mesma, morte trágica, doença em fase terminal, sofrimento, acho que finalmente me cansei de suas histórias. Não que sejam ruins, são só previsíveis demais (pelo menos pra quem conhece bem o autor).
Em “Uma curva na estrada”, conhecemos o sub-xerife Ryan. Viúvo (pra variar), pai de um menino de 7 anos ele é extremamente solitário e triste. A razão de sua vida, além do filho, é descobrir quem atropelou e matou sua amada esposa a 2 anos atrás. Um acidente sem testemunhas e sem pista. Ele praticamente vive pra isso, sempre investigando e tentando encontrar uma única pista que leve até o motorista que acabou com sua vida, literalmente.
Sarah Andrews é uma professora recém chegada à cidade de New Bern (Carolina do Norte). Ela veio morar na cidade dos pais, após um conturbado divórcio. Sarah dá aulas para Jonah, o filho de Ryan. Logo no começo, Sarah percebe que Jonah não é um garoto comum, ele carrega uma tristeza em seu olhar além de ser bem desatento às aulas. Sarah então descobre o motivo da tristeza de Jonah.
Sarah começa a dar aula particular para Jonah e isso acaba aproximando os três. Sarah, Ryan e Jonah. Inevitavelmente eles se apaixonam.Trocam confidências, contam suas histórias de vida um ao outro, estão felizes. Aparentemente, porque apesar de realmente estar apaixonado por Sarah, Ryan não consegue tirar da cabeça que o motorista que matou sua esposa ainda está solto por ai.
Como não poderia deixar de ser… há uma reviravolta na história, um segredo terrível que pode mudar a vida dos dois. Destruí-la completamente ou uní-los para sempre.
Já me emocionei muito com os livros de Nicholas Sparks, já chorei litros com seus trágicos enredos,( A última música, Diário de uma Paixão, Um amor para recordar) mas ultimamente, talvez, como eu disse, por ser tudo tão previsível pra mim, já não me emociono mais tanto assim. Por incrível que pareça, eu só senti meus olhos levemente umedecidos na última linha da última página do livro.
Mas como eu disse, a história é boa, a trama que envolve Ryan tentando descobrir o assassino de sua mulher é boa, o romance em si é bom. Mesmo conhecendo muito bem o estilo de Nicholas Sparks e estar um pouco enjoada do gênero, duvido muito que vou resistir ao seu novo livro que vem por ai.
Enfim, para fãs de romance, é um bom livro, eu recomendo!
“Garota Exemplar” alia humor perspicaz a uma narrativa eletrizante. O resultado é uma atmosfera de dúvidas que faz o leitor mudar de opinião a cada capítulo. Na manhã de seu quinto aniversário de casamento, Amy, a linda e inteligente esposa de Nick Dunne, desaparece de sua casa às margens do Rio Mississippi. Aparentemente trata-se de um crime violento, e passagens do diário de Amy revelam uma garota perfeccionista que seria capaz de levar qualquer um ao limite. Pressionado pela polícia e pela opinião pública – e também pelos ferozmente amorosos pais de Amy –, Nick desfia uma série interminável de mentiras, meias verdades e comportamentos inapropriados. Sim, ele parece estranhamente evasivo, e sem dúvida amargo, mas seria um assassino? Com sua irmã gêmea Margo a seu lado, Nick afirma inocência. O problema é: se não foi Nick, onde está Amy? E por que todas as pistas apontam para ele?
Quando comecei a ler “Garota Exemplar”, estava com altas expectativas. Um livro muito comentado, aclamado e geralmente quando é assim, infelizmente acabo me decepcionando. Mas felizmente não foi isso o que aconteceu, pelo contrário, eu amei a história!
No dia do quinto aniversário de casamento de Nick e Emy, ela desaparece misteriosamente. A casa é encontrada revirada, sinais claros de que foi invadida. A polícia é acionada imediatamente e ao que tudo indica, o principal suspeito é o marido Nick.
Nick é um cara tranquilo, apático, por não demonstrar seus sentimentos e nervosismo por causa do sumiço de sua esposa, a opinião pública logo o julgou como principal suspeito. Mas Nick jura inocência e quer como todos os outros descobrir o paradeiro de sua amada esposa (ou não).
Emy é super romântica, todo aniversário de casamento ela cria um “caça ao tesouro” para Nick. Ele tem de achar pistas que levam ao presente e uma leva a outra, geralmente em lugares que os dois já estiveram juntos e que foi importante para ela. Acontece que Nick é tão desligado, que geralmente sofre para decifrar as tais pistas deixadas por Emy. E isso a deixa extremamente irritada.
Emy é possessiva, tudo sempre tem que ser do jeito dela. Não admite que suas vontades não sejam feitas. Sempre foi rica e mimada. Mas aparentemente é uma doce esposa, delicada, meiga e carinhosa. Na verdade, o relacionamento de Nick e Emy não é o que parece ser. Mentiras são o ponto alto do casamento.
A história é narrada pelo ponto de vista de Nick e Emy, em capítulos alternados. E durante todo o decorrer da história, as pistas apontam para um único culpado, Nick. Até seus sogros que antes estavam do seu lado, acreditavam em sua inocência, agora estão em dúvida quanto à sua honestidade. A única pessoa que permanece ao lado de Nick e acredita piamente em sua inocência é Go, sua irmã gêmea.
Tá difícil continuar a resenha sem soltar spoiler. A autora é tão fantástica, ela constrói a personalidade do casal, firme, intacta para logo em seguida desmoronar com tudo e ficamos pensando – “nossa, mas Emy fez isso? Nick fez realmente aquilo?”
A história é divida em três partes e antes de terminar a primeira parte eu já “saquei” qual era a jogada. Isso é raro acontecer pois eu sofro tentando descobrir antes o desfecho dessas histórias e sempre me surpreendo só no final. Mas com Garota Exemplar foi diferente. Apesar de eu já imaginar qual era a sacada, mesmo assim não deixei de me surpreender e me extasiar com os fatos.
Imagino que isso possa ter acontecido com vários leitores, mas a forma como a autora montou esse quebra-cabeça é digna de Oscar. Mesmo esperando o tal desfecho, a surpresa foi grande em vários aspectos, pois superou e muito tudo que eu podia ter imaginado.
O final não foi bem o que eu esperava. Mesmo tendo tudo a ver com o desenrolar dos fatos, eu torcia para um outro desfecho. Uma história arrebatadora, forte, que te põe a pensar na sua própria relação sentimental. Aquele tipo de história que você lê um pouco, mas tem que dar pequenos intervalos para “pensar” a respeito de tudo que está ingerindo.
Enfim, leitura mais que recomendada, todos tem que ler esse livro e ser arrebatado pela trama de Nick e Emy. Perfeito!
Um estranho caso vem atrapalhar as férias de verão de Lucie Hennebelle, tenente de polícia em Lille. Seu ex-namorado ficou cego depois de assistir a um filme mudo, anônimo, com um roteiro enigmático, concebido por uma mente doentia. Simultaneamente, o comissário Franck Sharko, veterano da Divisão de Homicídios e analista comportamental na Divisão de Repressão à Violência, passa por um tratamento na tentativa de curar a esquizofrenia.
No norte da França, cinco cadáveres não identificados foram encontrados sepultados a dois metros de profundidade mutilados de maneira atroz e em estado de decomposição avançada e Sharko cede ao chamado da aventura. Enquanto Lucie descobre os horrores escondidos no estranho filme, um misterioso informante do Canadá aponta-lhe o elo entre aquele rolo e os cinco cadáveres.
Um único e mesmo caso, graças ao qual Lucie e Sharko, tão diferentes e ao mesmo tempo tão próximos em sua concepção do ofício, irão se encontrar. Das favelas do Cairo aos orfanatos do Canadá nos anos 1950, os dois colegas irão se deparar com um mal desconhecido, batizado como “síndrome E”. Uma realidade assustadora que revela como o ser humano pode ser capaz das maiores atrocidades.
Vai ser difícil expressar em palavras o que senti lendo esse livro. Mas vou tentar… A Síndrome [E] é diferente de todos os thrillers que eu já li. Ele é muito mais denso, complexo e estarrecedor que qualquer outro que eu me lembre de ter lido.
Um filme, na verdade um curta, com pouco mais de 11 minutos de gravação, foi o bastante para deixar Ludovic Sénéchal completamente cego ao assistí-lo. Ele então entra em contato com sua ex namorada, a eficiente policial Lucie Hennebelle, para ela poder ajudá-lo a desvendar o que há por trás desse misterioso filme, sem título, completamente anônimo.
Lucie, muito intrigada com o fato, primeiramente decide assistir ao misterioso filme e descobrir o que, de tão apavorante há nessa película, que foi capaz de cegar Ludovic. Nem em seus piores pesadelos, ela foi capaz de imaginar cenas tão horríveis, macabras, torturantes. Cenas tão fortes que quase lhe fizeram perder os sentidos. Agora Lucie sabe que está diante de um grande mistério e promete ir até o fim para solucioná-lo.
Paralelo ao misterioso filme,no interior da França, cinco cadáveres são encontrados enterrados a 2 metros de profundidade. Com os olhos arrancados e os crânios serrados ao meio, em avançado grau de decomposição, tornando impossível qualquer identificação. Entra em cena então o esquizofrênico veterano da Divisão de Homicídios e analista comportamental Franck Sharko.
Franck é uma figura!Extremamente inteligente e perspicaz, com uma dose de arrogância e mal humor, ele vai estar a frente da investigação dos cinco cadáveres. Ele gosta de agir sozinho, mas um telefonema anônimo, do Canadá, vai unir os caminhos de Franck e Lucie. No telefonema, ela foi informada de que há uma ligação entre o misterioso filme e os cinco cadáveres não identificados.
Tem início então a uma corrida contra o tempo, para identificar o autor desse filme, saber por que ele mexe tanto com quem o assiste, por que estão matando para colocar as mãos nesse filme. E o principal… o que significa essa sequência de cenas macabras, hediondas e sinistras, envolvendo crianças e animais. A primeira grande descoberta, é existência de “um filme dentro do filme“. Este segundo, com imagens subliminares (também hediondas) que incitam a violência do telespectador.
Esse livro chegou pra mim de surpresa. Não havia solicitado e na verdade nem sabia da existência dele. Como o que chegou pra mim foi a prova do livro, sem contracapa e orelhas, não tinha a menor idéia do que se tratava. Corri pro Skoob e GoodReads. Ao descobrir que se tratava de Mensagens Subliminares, obviamente abandonei o que estava lendo e comecei a devorá-lo.
A cada página lida, eu me prendia ainda mais na leitura. Mensagem Subliminar, Teoria da Conspiração, Psiquiatria, CIA, Serviço Secreto, assuntos que me atraem muito numa boa história de suspense/policial e agora imagina tudo isso em um livro só… Perfeito!
França, Canadá e até Egito, a historia se desenrola em vários ambientes e em certos momentos cheguei a duvidar que toda a trama fosse mesmo somente ficção.
“Durante uma pesquisa sobre a história da psiquiatria, Thilliez se deparou com testes comportamentais realizados nos orfanatos do Canadá, nos anos 1950, em que crianças foram bombardeadas por imagens violentas. O caso verídico serviu de inspiração para o autor escrever A síndrome E, primeiro volume de uma trilogia, que aborda o funcionamento da mente humana e o que ela é capaz de fazer a partir de estímulos visuais.”
Um livro fantástico, denso, complexo e que te faz refletir sobre o funcionamento do cérebro e a influência daquilo que nossos olhos vêem. Quem se interessa pelo assunto Medicina e Cinema, não pode deixar de ler.Com um final de tirar o fôlego, literalmente… Mais um pra minha lista de Favoritos. Super recomendo!!!
E para comemorar a “Semana da Literatura Policial” da Editora Intrínseca, o blog está sorteando um exemplar de “A Síndrome [E] Não deixem de participar. E Boa Sorte a todos!
Nascida no luxo, Tamara Goodwin, de 16 anos, nunca precisou olhar para o amanhã, até que a morte abrupta de seu pai deixa a ela e a sua mãe uma montanha de dívidas e as obriga a se mudarem para a casa dos tios de Tamara, em um vilarejo no interior. Solitária e entediada, a única diversão de Tamara é uma biblioteca itinerante. E ali, ela encontra um livro muito misterioso. Tamara vê inscrições com sua própria letra e datadas para o dia seguinte. Quando tudo acontece exatamente como o livro previa, ela percebe que pode ter encontrado a solução para seus problemas. No entanto, Tamara descobre que é melhor não virar algumas páginas e que, apesar de muito tentar, não pode mudar o destino.
O livro do Amanhã foi uma leitura que me surpreendeu bastante. É o segundo livro que leio da autora Cecilia Ahern. O primeiro foi P.S. Eu te amo e confesso que não gostei tanto quanto imaginava que fosse gostar. Se surpreender positivamente é tão bom! :wub:
Tamara é uma menina de 16 anos rica, mimada, que nunca ouviu um não de ninguém. Até o dia em que, atolado em dívidas e totalmente falido, seu pai comete suicídio, deixando Tamara e sua mãe totalmente desamparadas.
Sem ter para onde ir, depois de perderem até mesmo a mansão em que viviam, as duas são obrigadas a pedir abrigo ao único parente próximo, o irmão de sua mãe, tio Arthur. Arthur e sua esposa Rosaleen moram literalmente onde Judas perdeu as botas.
“Eles moram em uma antiga guarita reformada, anexa a um antigo castelo no campo, num lugar chamado Meath,(interior da Irlanda) no meio do nada e sem quase ninguém por perto”
Arrasada com sua nova condição de vida, Tamara fica cada vez mais deprimida, principalmente vendo sua mãe em estado de depressão profunda devido ao luto e também a condição financeira. Sem ter o que fazer e nem para onde ir, sem amigos ou conhecidos, Tamara se afunda cada dia mais em sua tristeza.
Até o dia em que uma “Biblioteca Itinerante” cruza seu caminho. E Tamara faz seu primeiro amigo, Marcus, o bibliotecário. Dentre todos os livros disponíveis no ônibus, o que chamou atenção dela foi um livro de capa lisa, sem título nem autor e o pior, trancado a chave. Parecia uma espécie de diário fechado.
Ela se encantou com o livro misterioso e então Marcus deixou que ela levasse para casa. Sua curiosidade estava aumentando cada vez mais, então ela conseguiu abrir a fechadura do livro. Para sua enorme surpresa, assim que abriu, foram surgindo letras, frases, como se uma caneta invisível estivesse escrevendo no diário naquele momento. E o susto foi maior ainda quando Tamara percebeu que a letra que escrevia no diário era a sua…
Ao ler o diário, ela entendeu que o que estava escrito ali era o seu “amanhã”. Mas como poderia isso? Que mistério era esse? Seria alguma armação de sua tia Rosaleen? Tão misteriosa e cheia de atenções ao mesmo tempo.
Esse livro é demais!!! A trama é tão perfeita, tão inusitada que eu praticamente o devorei. Ver a confusão de Tamara lendo o que seria o seu dia de amanhã, sem entender nada e sem saber se poderia mudar o amanhã, foi perfeito! É aquele tipo de história que te faz refletir,que dá pra se imaginar no lugar da personagem e pensar, será que eu mudaria isso ou aquilo?
A tia de Tamara, Rosallen, sempre tão solícita, tão carinhosa, passa o dia fazendo tortas, bolos, geléias, pães, etc… Mas ela é extremamente irritante. Nossa, faz tempo que eu não pegava tanto ódio de um personagem como o que senti pela Rosaleen. A pureza e bondade dela me irritou desde o começo, e isso que eu nem imaginava o que vinha pela frente hahaha.
Melhor parar aqui pra não soltar nenhum spoiler. Porque só de lembrar já fico com raiva :devil:
Enfim, é um livro que eu super recomendo, adorei!!! Bem diferente do que eu imaginava e a surpresa boa é sempre a melhor parte. Leiam!!!
Em uma terra muito distante, a guerra civil é iminente. Para unificar o reino, um nobre chamado Conner trama um plano ousado, procurando por um garoto que se passe pelo filho desaparecido do rei e assuma o trono. Quatro órfãos são forçados a competir pelo papel, entre eles o rebelde e esperto Sage. O garoto sabe que os motivos de Conner são mais do que questionáveis e que sua vida está por um fio – se ele não for escolhido como príncipe na farsa, será morto. Seus rivais tem suas próprias táticas para vencer, e Sage não pode confiar em ninguém. Depois que Sage se muda do orfanato miserável onde vivia para o suntuoso palácio de Conner, os planos de seu novo mestre vão ficando mais e mais claros, até que finalmente a terrível verdade é revelada, provando-se muito mais perigosa do que qualquer mentira na qual ele já acreditou.
Sempre que uma editora parceira lança um novo livro, corro pro Skoob e GoodReadspara ver a opinião de quem leu. Quando fui procurar sobre o livro “O Falso Príncipe“, lançamento da Verus Editora, me surpreendi com tantas resenhas positivas. E fiquei super curiosa pela história.
Confesso que o gênero Infantojuvenil/Fantasia/Medieval não é dos que mais me atrai. Mas como a curiosidade foi grande, resolvi dar uma chance a ele. Minha surpresa foi imensa, pois eu simplesmente amei o livro!
O Reino de Carthya está prestes a entrar em colapso. Os moradores acreditam que o Rei, a Rainha e seu filho foram assassinados. O filho mais novo do rei, também acreditam que esteja morto, embora nunca tenham encontrado o corpo.
Um nobre chamado Conner, bola um plano mirabolante, procurando um garoto que possa se passar pelo filho caçula do rei a muito desaparecido. Para isso, Conner percorre diversos orfanatos e acaba escolhendo 4 garotos que possuem semelhanças físicas, que teria hoje o verdadeiro príncipe.
Entre os 4 garotos, o que mais se destaca é Sage. Ousado, destemido, rebelde e esperto ele sabe que o plano de Conner é arriscado e se não for ele o escolhido para representar diante de todo o reino o papel de príncipe, ele estará morto.
Os garotos são levados para o belíssimo palácio de Conner e então começam os treinamentos. Como órfãos pobres, os garotos são completamente ignorantes. Eles precisam de aulas de escrita e leitura, boas maneiras, montaria e luta com espadas. Cada um deles se destaca em uma modalidade e estão dando tudo de si para serem escolhidos como o príncipe nessa grande farsa.
Aventura, emoção e reviravoltas. Esse livro é recheado de ação que vai prender o leitor do começo ao fim. Comigo foi assim. A autora criou um personagem tão cativante, mesmo sendo petulante ao extremo, é impossível não torcer por ele. Seus dois rivais, Roden e Tobias também tem um papel importante na história. Cada um deles com uma personalidade tão distinta que nos deixa fascinados com a persepção da autora.
O tipo de história que me deixa encantada, com muitas revelações e reviravoltas no final. Este é o primeiro livro de uma trilogia. E nem preciso dizer que já estou doida pela continuação. Gostei muito e recomendo a todos, principalmente pra quem é fã de histórias de reis, rainhas, coroas e reinos. Super recomendo!
O trabalho temporário de Lucy Delacourt não é o emprego dos sonhos, mas paga suas contas. O momento alto de seu dia é andar de elevador com um atraente desconhecido. Tudo muda no dia em que o desconhecido a seduz. Completamente fora de si, ela se entrega sem nenhuma resistência, mas não imagina que aqueles momentos de delírio com um homem que ela nem sabe o nome irão mudar sua vida para sempre. Isso porque o rapaz sexy é ninguém menos do que Jeremiah Hamilton, um bilionário executivo que não se contenta com uma noite para satisfazer seu prazer. Conforme o endinheirado envolve Lucy em seu mundo de ambiciosos negócios e audaciosas aquisições, ele exige nada menos que sua total rendição.
Lucy leva uma vida solitária e sofrida. Após a morte de seus pais, ela vem enfrentando grandes dificuldades financeiras e o que ganha em seu novo emprego temporário, mal dá para pagar suas contas.
O único momento de prazer em seu dia, é quando pega o elevador com um charmoso desconhecido. Muito sexy e atraende, esse desconhecido povoa os sonhos de Lucy. Até o dia em que, para sua surpresa ele a seduz, derrubando qualquer barreira de pudor que pudesse existir em sua pessoa.
Logo após o tórrido e caliente ocorrido, Lucy fica completamente transtornada. Por sua coragem de ter se deixado levar pelo atraente desconhecido e também pelo risco que correu, podendo ter sido pega na garagem do prédio praticando algo “ilícito”.
No dia seguinte, morta de vergonha, ela evita pegar o elevador no mesmo horário que seu sedutor desconhecido. Mas para sua total surpresa, ela é chamada na sala do poderoso dono do complexo empresarial do qual ela trabalha. E quem é o seu chefe geral? É claaaro que é o “desconhecido”.
Apavorada e temendo por seu humilde emprego, eis que o chefe, Jeremiah Hamilton, lhe propõe contratá-la como sua assistente pessoal. É claro que além dos serviços gerais como secretária, ela tem que aceitar outros tipos de trabalhos extras (se é que você me entende).
Lucy fica ultrajada com a proposta indecente, mas depois de um novo “teste” ela aceita o “emprego” e imediatamente embarcam em um avião rumo a Paris. Sua vida, a partir desse momento toma um rumo que ela jamais imaginaria. E em poucos dias, ela está completamente apaixonada por Jeremiah. Mesmo ele se mostrando cada dia mais possessivo e dominador.
É inevitável uma comparação com “Cinquenta tons de Cinza”, já que foi a partir dele que surgiu essa nova onda de romances eróticos. Em “O que você quiser“, vemos várias semelhanças com o Cinquenta tons. Mas a história é mais leve e mais agradável. Pelo menos pra mim foi.
Tem várias cenas bem picantes e detalhadas. O desenrolar dos fatos é rápido e a leitura flui. Do meio pro final, toma um ritmo bem acelerado com ótimas cenas de perseguição e suspense. Gostei bastante. Esse é o primeiro livro de uma série de 6. O final deixou aquela curiosidade pra saber o que vem pela frente. Mas não posso imaginar tantos acontecimentos para 6 livros.
Mas enfim… para as fãs de Romance Erótico, “O que você quiser” é um ótima leitura. Eu recomendo!
Charles Dickens é passado. Agora é a vez de Christopher Moore! O Natal mais hilário e horripilante da história. Após falar da juventude desregrada de Jesus em O Cordeiro, e de um funcionário da Morte em Um Trabalho Sujo, o cultuado Christopher Moore ataca agora a magia do Natal e o famoso arcanjo Raziel no hilário Um Anjo Burro.
Era noite, quase Natal, e todos em Pine Cove estão ocupados comprando, embrulhando e trocando presentes. Mas nem todos estão no clima para receber o bom velhinho. O pequeno Joshua Barker, de apenas sete anos, está desesperado: precisa de um verdadeiro milagre. Ele tem certeza de que viu o Papai Noel tomar uma pazada na cabeça e agora não faz outra coisa senão rezar para que ele volte dos mortos.
Para compor o elenco do livro, o autor recorreu a personagens tradicionais do Natal, como o Papai Noel e o arcanjo Raziel, e outros nem tão clássicos, como mortos-vivos e um morcego diferente. O filme baseado no livro está com estreia marcada para novembro de 2013.
Um Anjo Burro é uma leitura bem diferente do que eu estou acostumada. Tem personagens bizarros e extremamente cômicos, incluindo Papai Noel, o Arcanjo Raziel e até zumbis. O que me atraiu primeiramente na sinopse foi o humor e confesso que não me decepcionei.
Joshua Barker um garotinho esperto, acabou perdendo a hora de voltar pra casa. Envolvido num jogo de vídeo-game na casa de seu colega, ele agora está apavorado, porque seu atraso vai entrar para a lista de “coisas erradas” do Papai Noel e ele pode deixar de ganhar seu tão desejado presente do bom velhinho.
Mas para sua grande surpresa, ele vê Papai Noel ser assassinado com uma pazada na cabeça. Apavorado com a cena que acabou de presenciar, ele corre pra casa e agora deseja com todas suas forças que Papai Noel possa voltar dos mortos.
Para sua sorte (ou não), desembarca na pequena cidade de Pine Cove o arcanjo Raziel, que como última missão na terra, precisa atender a um pedido de Natal de uma criança. Então o arcanjo lhe concede o pedido, devolvendo o Papai Noel ao mundo dos vivos. Mas como arcanjo Raziel não é lá muito esperto (Um anjo Burro) ele acaba despertando também um bando de zumbis comedores de cérebros que estão famintos e prontos para devorar quem estiver ao seu alcance.
Definitivamente Zumbis não é um tema que me atrai, mas os zumbis de Pine Cove são hilários!!! Na verdade praticamente todos os moradores da pequena cidade são divertidíssimos, principalmente “A Guerreira Gostosa das Terras Distantes“, esposa do policial da cidade e totalmente pirada. E Mavis, a proprietária do bar onde todos os personagens se encontram. Tem também um morcego frutífero, o Roberto, que rouba a cena com seus óculos de sol Ray ban.
Christopher Moore tem um humor negro, ácido, mas extremamente viciante. Impossível não rir muito durante a leitura. O filme baseado no livro tem estréia prevista para novembro de 2013. Imagino que o filme deva ser igualmente hilário.
Enfim, se você está a fim de uma leitura rápida e bem humorada, não deixe de ler “Um Anjo Burro”.
Quando a ingênua Anastasia Steele conheceu o jovem empresário Christian Grey, teve início um sensual caso de amor que mudou a vida dos dois irrevogavelmente. Chocada, intrigada e, por fim, repelida pelas estranhas exigências sexuais de Christian, Ana exige um comprometimento mais profundo. Determinado a não perdê-la, ele concorda. Agora, Ana e Christian têm tudo: amor, paixão, intimidade, riqueza e um mundo de possibilidades a sua frente. Mas Ana sabe que o relacionamento não será fácil, e a vida a dois reserva desafios que nenhum deles seria capaz de imaginar. Ana precisa se ajustar ao mundo de opulência de Grey sem sacrificar sua identidade. E ele precisa aprender a dominar seu impulso controlador e se livrar do que o atormentava no passado. Quando parece que a força dessa união vai vencer qualquer obstáculo, a malícia, o infortúnio e o destino conspiram para transformar os piores medos de Ana em realidade.
Finalmente venci a batalha contra a trilogia “Cinquenta tons de Cinza“. Demorei quase duas semanas para ler “Cinquenta tons de Liberdade”. Uma leitura lenta, arrastada, extremamente cansativa. Até certo ponto…
Praticamente chegando ao final do livro, depois de mais do mesmo, Christian Grey cada vez mais dominador (se é que isso é possível), Ana Steele cada vez mais chata, eis que me surge uma pontinha de esperança em gostar do livro que encerra a trilogia.
Christian e Ana agora estão casados, felizes e blábláblá. Ana aos poucos vai se acostumando ao jeito imutável de Christian. Sempre preocupado com ela, dominador e insaciável. Ana, apesar de agora ser multimilionária, quer a todo custo e contra a vontade de Christian, claro, seguir sua carreira de editora.
A “emoção” da história, é que agora um “misterioso” perseguidor esta pondo em risco a vida de Ana, Christian e toda a família Grey. Por conta disso, eles vivem cercados de seguranças por toda parte. A privacidade do casal é cada vez menor, mas isso não impede que continuem vivendo suas loucas aventuras sexuais.
O que eu gostei nesse último livro, foi a atenção maior que a autora dedicou aos personagens secundários como a Kate, melhor amiga da Ana, o Elliot, irmão do Christian e até mesmo o padrasto da Ana e os pais do Christian. Senti que deixou a história um pouco mais familiar, digamos assim.
O final é bem tenso, me prendeu bastante na leitura. Carregado de ação e suspense. O ponto altíssimo de todo o livro na minha opinião, foram os capítulos extras que a autora dedicou a explicar o ponto de vista do Christian, primeiro pequenininho, frágil e amedrontado e no capítulo seguinte, o ponto de vista dele contando como foi o seu primeiro encontro com Anastasia Steele, no dia em que ela foi entrevistá-lo em seu escritório. Lembram do comecinho do primeiro livro? A Ana nos contando o que sentiu e como foi. Ter o ponto de vista do Christian sobre a mesma cena foi muito bem bolado, eu adorei!
E fiquei imaginando se a trilogia fosse toda sob o ponto de vista do Christian se não seria muuuito melhor… eu creio que sim.
Enfim, no geral, dou nota 3/5 para a trilogia. E apesar de a maior parte de Cinquenta tons de Liberdade ser uma leitura enfadonha, a parte final compensou todo o resto. Gostei muito do fim.
Meu nome é Elizabeth Anne Hawksmith, tenho 384 anos. Cada era exige um novo diário. Assim sendo, começa este livro das sombras. Após a morte, em 1628, de toda a sua família, a menina Elizabeth, de 15 anos, consegue abrigo com o bruxo Gideon Masters. Contudo, ele a aprisiona e a inicia na magia, tornando-a um ser eterno. Com a fuga da jovem, anos depois, o tutor a persegue ao longo dos séculos, passando por momentos importantes da história da humanidade.
Com traços de romance histórico e elementos de fantasia, A Filha da Feiticeira é uma arrebatadora iniciação no mundo mágico, embora perigoso, da feitiçaria. É impossível esquecer essa heroína forte e independente, que sobrevive a pragas e guerras, na busca por se manter fiel a seus princípios.
A autora descreve com destreza épocas e locais distintos ao longo dos tempos, como a Inglaterra de 1628, a Paris de 1917 e os dias atuais. Para isso, Paula Brackston pesquisou durante anos as características das sociedades que lá viviam. No fim, uma certeza: o desejo urgente por uma continuação.
Confesso que não sou muito fã do gênero fantasia, sobrenatural e afins. Mas quando li a sinopse de “A filha da Feiticeira” fiquei super tentada. E vamos combinar que essa capa é no mínimo perfeita neh? E a mistura de romance histórico, fantasia, chegando até os dias atuais, foi o que me fez decidir a ler.
A história se inicia no ano de 1627, quando a jovem Elizabeth Hawksmith de apenas 15 anos vivia numa cabana com seus pais e seus dois irmãos num pequeno vilarejo na Inglaterra. Bess, como era chamada por todos no vilarejo era uma menina determinada, honesta e muito trabalhadeira.
Seu mundo literalmente desaba com a chegada da “Peste Negra” em sua vila, que acaba vitimando seu pai e seus dois irmãos. Restando somente Bess e sua mãe Anne, a menina também acaba adoecendo. Mas, como que por um passe de ”magia”, Bess consegue se recuperar e retoma sua saúde.
Todos no vilarejo ficam desconfiados e se perguntam como Bess e Anne conseguiu sobreviver, tendo a Peste levado o restante de sua família. Todos no vilarejo, a maioria idosos e muito católicos, desconfiam que foi por meio de bruxaria que as duas sobreviveram e acusam Anne de ser uma feiticeira.
Anne é então acusada formalmente quando um Caçador de Feiticeiras chega ao vilarejo. Ela é condenada à forca, para desespero de Bess. Mas antes de morrer, a mãe pede para a filha procurar por Gideon Masters, um misterioso homem que mora na parte mais isolada do vilarejo e sempre causou arrepios em Bess.
Ao se ver completamente sozinha no mundo e sem ter para onde ir, recebendo somente o desprezo da vizinhança, Bess toma coragem e finalmente decide procurar por Gideon. Ela descobre então que Gideon na verdade é um poderoso Feiticeiro e que antes de morrer, sua mãe recebeu “aulas de magia e feitiçaria” com ele. Somente por isso, por meio da magia, Anne conseguiu salvar sua filha da morte.
O último desejo de sua mãe era que Bess recebesse os mesmos ensinamentos de feitiçaria que ela recebeu de Gideon. Mas Bess, ao descobrir o preço a ser pago por se tornar uma poderosa feiticeira, por possuir a vida eterna e nunca mais precisar fugir de ninguém, não quis aceitar.
Até que um terrível incidente a faz mudar de idéia, e ao pronunciar o encantamento que a tornaria eterna, Bess dá início a uma jornada sem fim, de fuga e luta contra o mal.
“Eu, que vagara por este planeta por séculos, observando a incessante luta, a batalha e o esforço que as pessoas sofriam.
Poderia ser a morte uma coisa tão terrível? Não havia momentos em que era uma coisa adequada?
Ou será que penso assim porque isso me foi negado?
Eu não tinha certeza.”
Através dos séculos, Bess fugiu de seu algoz. Em 1888 ela foi Eliza, uma médica/enfermeira, trabalhando em um hospital em Londres. Em 1917 ela foi Elise, uma enfermeira auxiliando na frente de batalha na Guerra da França. E nos dias de hoje, aos 387 anos, ela é Elizabeth, vive sossegada cuidando de sua horta e vendendo ervas e óleos naturais.
Mas aonde quer que vá, passe o tempo que passar, Gideon sempre acaba encontrando Bess…
Uma aventura de tirar o fôlego, com personagens muito bem construídos e marcantes. Bess é uma heroína, sempre lutando contra o mal. Eu fiquei impressionada comigo mesma, por gostar tanto de um gênero que nunca me atraiu muito. A leitura me prendeu tanto, mas tanto que eu ficava super #chatiada :angry: quando tinha que largar o livro pra fazer alguma coisa inadiável, como cuidar da casa/filhos/marido. Assim que o carteiro me entregou o livro, larguei tudo o que estava fazendo e corri começar a leitura. Só parei quando já tinha lido 180 páginas e estava extasiada. Um dos poucos livros que me fizeram varar a madrugada lendo.
Somente em um único ponto, eu senti uma leve decepçãozinha. Eu imaginei um final diferente. Não que eu não tenha gostado, só que se fosse o fim que eu desejei, seria mais perfeito ainda entende?
O que me chamou muita atenção na história, foi que sempre que Elizabeth pressentia que Gideon estava por perto, que a havia encontrado novamente, ela tinha certeza disso, porque sempre ouvia uma música chamada “Greensleeves“. Fiquei muito curiosa e fui pesquisar pra ver se essa música realmente existia.
Para minha surpresa, essa música não só existe, como também é muuuuito linda! Fiquei encantada com a melodia. E desde de então, não consigo parar de ouvir. Há várias versões, mas a que mais gostei foi a tocada no piano. Vou deixar um vídeo com a música para vocês ouvirem também.
Enfim, um livro maravilhoooooso, entrou para minha lista de FAVORITOS. Tô querendo fazer um vídeo especial sobre ele, vamos ver se me encorajo Super recomendo! Leiam!!! E depois vamos discutir o final ok? Bjks!!! A filha da feiticeira – Paula Brackston Bertrand Brasil
446 páginas
FAVORITO
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Sara Gallagher nunca sentiu que pertencesse de verdade à sua família de criação. Embora sua mãe seja amorosa e gentil e ela se dê bem com sua irmã Lauren, a relação com o pai e a irmã caçula, Melanie, sempre foi complicada. Às vésperas de se casar, Sara decide que está pronta para investigar o passado e descobrir suas origens. Mas a verdade é muito mais aterrorizante do que ela poderia imaginar. Sara é fruto de um estupro, filha do Assassino do Acampamento, um famoso serial killer. Toda a sua paz acaba quando essa história é divulgada na internet e o pai que ela anteriormente queria conhecer resolve entrar em sua vida de forma avassaladora. Eufórico com a descoberta de que tem uma filha, John vê nela sua única chance de redenção. E, para criar um vínculo com Sara, ele está disposto a tudo, até a voltar a matar.
Ao mesmo tempo, a polícia acredita que essa é sua única chance de prender o assassino e resolve usá-la como isca. Então Sara se vê numa caçada alucinante, lutando para preservar sua vida e a de sua filha.
Quando fiquei sabendo que a Editora Arqueiro iria lançar um novo livro da autora Chevy Stevens, fiquei eufórica. Ao ler seu primeiro livro “Identidade Roubada” fiquei encantada com a escrita da autora. E imediatamente solicitei “É melhor não saber” para ler. Tinha certeza que não iria me decepcionar. Dito e feito! A história não só me arrebatou como também me causou diversos sentimentos contraditórios.
Sara está de casamento marcado com o adorável Evans. Ela vive feliz com sua filha Ally de 6 anos, convive tranquilamente com sua família adotiva, apesar dos diversos desentendimentos que tem com seu pai e a irmã caçula Melanie. Mas no fundo, sente que falta algo em sua vida. Tudo o que ela sempre quis saber foi suas verdadeiras origens. Quem são seus pais biológicos.
Sara decide então contratar um detetive particular. Mal sabe ela que ao fazer isso, daria início a um verdadeiro inferno em sua vida. Rapidamente o detetive descobre que Sara é filha de Julia, uma professora universitária que agora vive com uma nova identidade, pois ela é a única vítima sobrevivente do “Assassino do Acampamento“.
Sara fica em estado de choque ao descobrir sua verdadeira origem. Ela é fruto de um estupro e filha de um famoso serial killer. Ao procurar por Julia, sua mãe biológica, ela é tratada com muita hostilidade e até um certo nojo. Sua vida está desabando.
Pra piorar sua situação, não se sabe como, mas essa história toda foi parar na internet e agora todos sabem sua história e seu endereço. Com o assédio da imprensa, ela nega tudo e em alguns dias tudo parece mais calmo. Até o dia em que Sara recebe um telefonema de um homem chamado John e se dizendo ser seu pai. No começo ela pensou se tratar de um trote, mas quando percebeu que o homem realmente era o “Assassino do Acampamento”, o pânico tomou conta. Sara ficou muito assustada e amendrontada.
Contou tudo à policia e agoram juntos, bolavam um plano para finalmente capturar o assassino.
As ligações eram frequentes e cada vez mais John queria saber coisas banais da vida de Sara. Qual sua cor preferida, que tipo de filme gostava… ele se sentia feliz em saber que tinha uma filha e extremamente irritado por não ter sabido disso até agora.
Com tantas ligações e tantas perguntas, Sara ficou cansada e cada vez mais amendrontada de tudo aquilo e resolveu que não iria mais atender os telefonemas de John. Extremamente irritado por ser contrariado, John ameaçou matar mais alguém, caso Sara se recusasse a falar com ele. John dizia que somente Sara era capaz de ajudá-lo. Ele queria se redimir e somente com a ajuda da filha isso seria possível…
Que história fantástica!!! Daquelas de literalmente perder o fôlego. A situação de Sara é tão impensável, impossível de se imaginar no lugar dela, sendo filha de um serial killer. O que mais a deixa enojada e apavorada, é perceber, depois da várias conversas com John, como ela é parecida com ele. O medo que ela sente, de ele chegar a descobrir que tem uma neta é tanto que chega a doer.
O mais contraditória nisso tudo é saber que apesar de John ser um assassino cruel, ele tem um lado humano e até sensível. Ele quer agradar Sara, quer que ela goste dele, mas ao mesmo tempo não suporta ser contrariado, mesmo por ela. Nunca imaginei que fosse me sensibilizar com um assassino. Só quem ler vai entender o que estou tentando explicar. É uma mistura de sentimentos muito intensa. É uma leitura que definitivamente vale a pena. Mais um para minha lista de Favoritos e para a lista de indicações aos amigos. Super recomendo!
Primeiro lugar da lista de best-sellers do The New York Times, eleito um dos melhores títulos YA de 2012 nos Estados Unidos, o premiado livro de estreia da americana R. J. Palacio traz à tona a luta contra o preconceito ao contar a história de um menino de 10 anos que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial. Narrado da perspectiva de August e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade – um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo.
Tocante, comovente, inesquecível! Esse livro me cativou já pela capa. Desde que li a sinopse, imaginei que fosse gostar muito. Só não imaginei que fosse me tocar tanto…
August é um menino de 10 anos que nasceu com uma rara doença genética. O que causou uma grave deformidade crânio-facial. Ele nunca frequentou a escola, sua mãe lhe ensinou tudo o que ele sabe.
Mas agora aos 10 anos ele está pronto (ou não) para enfrentar o mundo lá fora. Logo nos primeiros dias de aula, no 5º ano, ele se depara com o horror, o nojo e o desprezo dos alunos do colégio. Só o que ele tem a fazer é ignorar, fingir que não está vendo nada de mais. Mas quando o bullyng começa a tomar o lugar do desprezo, August sofre calado.
Três coleguinhas de sua sala são “escalados” para apresentar o colégio e fazer companhia a August. Ele sabe, que foi uma imposição do diretor da escola e que esses “novos amigos” estão ao seu lado por obrigação.
Tudo o que August quer, é mostrar a todos que apesar de sua aparência incomum, ele é um garoto como qualquer outro. Fã de Star Wars e apaixonado por sua cadelinha Dayse.
É como aquelas pessoas que às vezes você vê e não consegue imaginar como seria estar no lugar delas, seja alguém em uma cadeira de rodas, ou alguém que não pode falar. Eu sei que sou essa pessoa para os outros, talvez para todas aquelas pessoas naquele auditório.
Para mim, porém, sou apenas eu. Um garoto comum.
Apesar da infelicidade com sua aparência, August tem um senso de humor incrível. Em alguns momentos até faz piada de sua própria aparência. Mesmo com todo o drama que é sua vida e o que ele enfrenta, o amor ao seu redor supera tudo de ruim.
Não sei se consigo explicar em palavras o que senti lendo “Extraordinário”. Por ter um filho da mesma idade de August, em vários momentos eu me colocava no lugar da mãe, sempre tão dedicada e amorosa. É de partir o coração, o sofrimento que o pequeno August sente por dentro. Porque em muitas vezes, ele estava fazendo piada mas se corroendo por dentro.
Ele é um menino feliz, por ser tão amado por seus pais e irmã, mas ao mesmo tempo a dor que ele carrega, por ter uma aparência tão “assustadora” o deixa extremamente infeliz.
“Os olhos dele ficam cerca de dois centímetros abaixo de onde deveriam, quase no meio das bochechas. São caídos, formando um ângulo acentuado, quase como se alguém tivesse aberto duas fendas diagonais em seu rosto, e o esquerdo é claramente mais baixo que o direito. E são esbugalhados, porque as cavidades oculares são pequenas demais para comportá-los. Ele não tem sobrancelhas nem cílios. O nariz é desproporcionalmente grande para o rosto e meio largo. A cabeça dele é afundada nas laterais, no lugar onde deveriam estar as orelhas.Ele não tem maças do rosto…”
Extraordinário é uma lição de vida, uma lição de amor. Me fez chorar em vários momentos. De alegria, de tristeza, uma mistura de sentimentos que toma conta durante toda a leitura.
O livro é narrado do ponto de vista do próprio August, de sua irmã Via e de seus novos amigos da escola.
O que mais me deixa triste, é saber que isso é tão real! É saber (imaginar) o quanto uma criança assim sofre e o quão maldosos podem ser as crianças que tem coragem de zombar da aparência de um inocente que não tem culpa nenhuma de ter nascido assim.
Extraordinário é um livro capaz de tocar o coração mais duro. Porque é impossível durante a leitura, não se colocar no lugar de qualquer um dos envolvidos na vida de August, seja sua mãe, seu pai, sua irmã…
Enfim, uma leitura recomendada a todas as idades, sem distinção. Só não esqueça de separar um lencinho, porque certamente, muitas lágrimas vão rolar… :wub:
Tudo começa quando a polícia descobre o corpo de uma jovem dentro uma lancha à deriva no arquipélago de Estocolmo. Seus pulmões estão cheios d’água e os médicos legistas afirmam que ela morreu afogada. No entanto, o barco está em perfeito estado e o corpo e as roupas da mulher estão secos. No dia seguinte, um alto funcionário do governo sueco aparece enforcado em seu apartamento. Ele flutua no ar enquanto uma enigmática música de violino ressoa por todo o ambiente. Tudo indica que foi suicídio, mas o salão tem pé-direito alto e não há nenhum móvel em volta no qual ele possa ter subido. Encarregado de desvendar os dois mistérios, o detetive Joona Linna tenta estabelecer um vínculo entre esses acontecimentos que, à primeira vista, não têm relação. Ao descrever o curso vertiginoso de eventos para os quais a lógica é um mero prelúdio, o mais assustador em O pesadelo não são seus crimes horripilantes, mas a psicologia obscura de seus personagens, que mostram como somos todos cegos a nossas próprias motivações.
Mais uma intrigante história do casal Alexandra Coelho Ahndoril e Alexander Ahndoril pelo pseudônimo de Lars Kepler. Dessa vez, temos o astuto detetive Joona Linna envolvido em dois enigmas, aparentemente sem conexão um com o outro.
Uma jovem é encontrada morta em uma lancha à deriva. Ela apresenta claros sinais de afogamento, seus pulmões estão cheios de água, mas o barco está intacto, suas roupas e cabelo estão secos e ela está confortavelmente sentada na cabine, em seu quarto.
Um alto funcionário do governo sueco é encontrado enforcado em seu apartamento no dia seguinte. Tudo leva a crer que foi suicídio, mas as circunstâncias são bem estranhas, pois a corda está amarrada muito alto e aparentemente não teria por onde ele ter subido até lá sem a juda de algo ou alguém.
Ao começar a investigar esses dois casos, imediatamente Joona Linna consegue fazer uma conexão entre eles. Agora, toda a polícia está atrás do assassino da moça do barco, que agora está atrás da irmã dela.
Tem início então a uma série de perseguições, por terra, água e ar. Carros, helicópteros, barcos, muitos tiros e mortes, é adrenalina pura.
Os capítulos são curtinhos e com títulos bem sugestivos, que te fazem ficar grudado no livro, sempre querendo ler só mais um capítulozinho e assim quando percebe, você devorou o livro todo.
Joona Linna é um detetive super carismático, inteligente e focado. Na maior parte da trama ele conta com a juda de Saga Bauer, a linda policial encarregada do caso. No começo ela se irrita muito com a confiança que Joona tem de sempre estar certo. Mas no decorrer das investigações ela acaba se adaptando ao seu jeito mandão.
O livro apresenta várias pontas soltas, que ao começar a ler, a gente se pergunta: “Mas o que isso tem a ver com a história?” Mas logo ali na frente você entende exatamente o significado. E quando as pontas se juntam e tudo faz sentido você fica ainda mais fascinado pela história do casal Ahndoril.
Enfim, se já tinha gostado do livro “O Hipnotista“, gostei ainda mais de “O Pesadelo“. Indico a todos os fãs de uma boa história policial, muito bem montada, com personagens sólidos e inteligentes.
O Pesadelo – Lars KeplerEditora Intrínseca448 páginas
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Assustada com os segredos obscuros do belo e atormentado Christian Grey, Ana Steele põe um ponto final em seu relacionamento com o jovem empresário e concentra-se em sua nova carreira, numa editora de livros. Mas o desejo por Grey domina cada pensamento de Ana e, quando ele propõe um novo acordo, ela não consegue resistir. Em pouco tempo, Ana descobre mais sobre o angustiante passado de seu amargurado e dominador parceiro do que jamais imaginou ser possível. Enquanto Christian tenta se livrar de seus demônios interiores, Ana se vê diante da decisão mais importante da sua vida.
Depois da decepção que foi pra mim “Cinquenta Tons de Cinza”, felizmente me surpreendi com a sequência, “Cinquenta tons mais escuros”.
Depois de ser abandonado por Anastasia Steele, Christian Grey fica desesperado e percebe como é dependende do amor de Ana. Ele propõe então um novo acordo, dessa vez mais brando. Como Ana já estava desesperada longe de seu grande amor, ela aceita, claro.
Ela fica muito assustada com a intensidade do amor de Christian, tão diferente de antes. Ele está cada vez mais carinhoso, romântico, compreensivo e até mesmo submisso ao amor de Ana.
O que eu mais gostei nesse segundo livro da trilogia, é que finalmente começamos a entender o lado obscuro e sombrio da vida de Christian. Aos poucos ele vai se abrindo com Ana, que tenta ajudá-lo a enfrentar seu passado angustiante.
Mesmo com todo o amor que sentem um pelo outro, ambos se sentem inferiores, não merecedores desse amor avassalador que surgiu entre os dois.
Só o que pode enfraquecer esse amor é o ciúme doentio que Christian continua sentindo de Ana e seu poder de domínio, que ainda está muito presente. Ele quer dominar cada passo, cada segundo de sua vida. Mas Ana não está disposta a ceder, ainda mais agora que está tão focada em seu novo emprego como editora.
Apesar das inúmeras cenas de sexo :blush: que continuam presente nessa sequência, o lado sentimental dos personagens é muito mais explorado. Acho que por isso, não achei a leitura tão cansativa quanto a “Cinquenta tons de Cinza”. E o que eu mais gostei, foi do clima de mistério e suspense que está presente nesse segundo livro. Tem muito mais “ação”.
O que ainda continua me irritando são as minuciosidades, o excesso de detalhes, o blábláblá desnecessário que a autora insiste em continuar. Agora é partir para o último livro da trilogia e ver como vai ser o desfecho dessa história.
Mais uma vez, a autora conseguiu me deixar bem curiosa no final, doida pra saber o que vem por ai. Enfim, me surpreendi positivamente com essa história e espero que o último livro seja melhor ainda.
Cinquenta Tons mais Escuros – E L JamesEditora Intrínseca 512 páginas
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Pat Peoples, um ex-professor de história na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um “tempo separados”. Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, sua esposa negando-se a aceitar revê-lo e seus amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora um viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida. À medida que seu passado aos poucos ressurge em sua memória, Pat começa a entender que “é melhor ser gentil que ter razão” e faz dessa convicção sua meta. Tendo a seu lado o excêntrico (mas competente) psiquiatra Dr. Patel e Tiffany, a irmã viúva de seu melhor amigo, Pat descobrirá que nem todos os finais são felizes, mas que sempre vale a pena tentar mais uma vez. Um livro comovente sobre um homem que acredita na felicidade, no amor e na esperança.
Encantador e emocionante. Essas palavras definem um pouco do que foi pra mim ler “O lado bom da vida”. Pat Peoples, ex-professor, trinta e poucos anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Na verdade, ele não se lembra por que foi parar lá, no “lugar ruim”, nem imagina quanto tempo ficou. Ele acha que foram alguns meses, mas na realidade foram alguns anos.
Sua maior motivação na vida é o amor que sente por Nikki, sua esposa. Após ele ir para o “lugar ruim”, Nikki decidiu que eles tinham que ficar um “tempo separados”. E agora que ele está de volta, quer fazer o que for possível para reencontrar sua mulher.
Ao voltar para casa ele sente a hostilidade de seu pai, que mal fala com ele. Pat então cria um mundinho só seu, no porão. Sua mãe montou lá uma mini academia onde ele passa a maior parte do tempo malhando ou lendo os livros que Nikki gostava.
Pat ficou obsecado por exercícios físicos, chegava a malhar e correr mais de 10 horas por dia. Tudo isso para estar magro e bem quando Nikki resolvesse voltar pra ele.
Quando Pat conhece Tiffany, viúva de um amigo, nasce então uma tumultuada amizade. Após a morte do marido, Tiffany acabou ficando meio “pirada” com a situação. Na loucura de cada um, eles descobrem algo em comum. E Tiffany está disposta a ajudar Pat a reconquistar seu grande amor, Nikki.
O ponto alto da história, na minha opinião, são as mensagens positivas que o autor nos mostra. Fé, otimismo, vontade de viver ver sempre “O lado bom da vida”… impossível não se sentir bem ao fim deste livro. Tem também alguns momentos hilários, Pat é tão inocente que chega a dar dó haha.
Ele é tão puro, ingênuo que em alguns momentos você pode até imaginar que a história está sendo contada por uma criança. Eu passei o tempo todo torcendo para que Nikki voltasse logo pra ele. Pat é aquele personagem que a gente torce mesmo por sua felicidade sabe?
E falando sério agora… o que é essa capa??? Maravilhoooosa, sem igual! É a capa do filme estrelado por Bradley Cooper, Jennifer Lawrence e Robert De Niro. Enfim, uma linda história que com certeza vai tocar muitos corações e assim como eu, terminar a leitura com os olhos marejados de lágrimas. Super recomendo!
Jeremy Marsh tinha três certezas: jamais se mudaria de Nova York, não se apaixonaria novamente e nunca teria filhos. Mas agora ele está prestes a se casar com Lexie Darnell e aguarda a chegada da primeira filha, enquanto conduz a reforma de sua nova casa na pequena cidade de Boone Creek, na Carolina do Norte. Em meio a tantas mudanças, Jeremy luta para reencontrar o equilíbrio pessoal e profissional ao lado da mulher que o fez mudar todos os seus planos. Quando tudo parece estar entrando nos eixos, Jeremy recebe um misterioso e-mail que dá início a uma série de acontecimentos que irão testar a força dessa paixão. Atormentado pela ideia de estar sendo traído, vivendo uma crise criativa que o impede de trabalhar e angustiado com a gestação complicada de Lexie, ele não poderia imaginar que o pior – e o melhor – ainda estava por vir.
À primeira vista captura toda a incerteza, a tensão e a angústia da vida desse jovem casal, mas também retrata o romantismo, o companheirismo, a descoberta e o amadurecimento que só o verdadeiro amor pode proporcionar.
Pra quem não sabe, À Primeira vista é continuação de “O Milagre”, que infelizmente foi o livro mais chato que Nicholas Sparks já escreveu (na minha opinião). E em sua continuação a história não é muito diferente.
Jeremy vê sua vida mudar drasticamente, quando algumas poucas semanas após conhecer Lexie, em uma pequena cidade da Carolina do Norte, ele recebe a notícia de que ela está grávida. O choque com a notícia é grande, principalmente porque os médicos disseram a ele que suas chances de ser pai seriam mínimas.
Mas passado o momento de choque, a alegria foi imensa. Porque apesar do pouco tempo de relacionamento, Lexie era a mulher perfeita para ele. Jeremy já estava completamente apaixonado e agora iria ser pai.
Lexie nasceu e se criou na pequena cidade de Boone Creek, vivendo com sua avó desde a morte de seus pais. Ela trabalha na biblioteca da cidade e jamais cogitou em sair da cidade deixando sua avó sozinha.
Então, por amor, Jeremy acaba mudando todos seus planos de vida e deixa para trás sua adorada Nova York. Ele se muda para a pequena cidade, onde nada acontece, onde a maioria dos moradores se mostram hostis com sua presença. Ele é colunista da revista “Scientific American” então pode continuar escrevendo sua coluna de Boone Creek.
Mas não é bem isso o que acontece… Com a mudança brusca em seu ritmo de vida, a notícia da chegada do bebê e os preparativos para o casamento, ele sofre um bloqueio criativo que o impede de escrever uma linha que seja. E isso o deixa muito mal consigo mesmo.
Pra piorar sua situação, ele começa a receber emails anônimos que insinuam que ele está sendo traído por Lexie. Aos poucos ele começa a se questionar se fez a escolha certa, abandonando sua vida em Nova York e se mudando para o interior, assim tão rápido e praticamente sem conhecer sua amada Lexie. Será que ela é tão sincera e apaixonada como demonstra? Será que esse filho que ela espera é realmente seu?
À primeira vista, continua tão chato quanto ao primeiro livro “O Milagre”. A narrativa é lenta, os diálogos cansativos e definitivamente Lexie é a personagem mais chata e antipática que já li. A história em si não é ruím, mas imagino que Nicholas Sparks não estava em seus melhores dias quando a colocou no papel.
Como na maioria de seus livros, a reviravolta no final é bem surpreendente, mas não ao ponto de me fazer me apaixonar pela história. Mesmo não tendo gostado muito desse livro, nada vai me fazer deixar de gostar de Nicholas Sparks e vou continuar sim, lendo todos seu livros.
Alicia sabe curtir a vida. Já viajou o mundo, é inconsequente, adora uma balada e é louca pelo avô, um rico empresário, dono de um patrimônio incalculável e sua única família. Após a morte do avô, ela vê sua vida ruir com a abertura do testamento. Vô Narciso a excluiu da herança, alegando que a neta não tem maturidade suficiente para assumir seu império – a não ser, é claro, que esteja devidamente casada. Alicia se recusa a casar, está muito bem solteira e assim pretende permanecer. Então, decide burlar o testamento com um plano maluco e audacioso, colocando um anúncio no jornal em busca de um marido de aluguel. Diversos candidatos respondem ao anúncio, mas apenas um deles será capaz de fazer o coração de Alicia bater mais rápido, transformando sua vida de maneiras que ela jamais imaginou. Cheio de humor, aventura, paixão e emoções intensas, Procura-se um marido vai fisgar você até a última linha.
Alicia é uma garota rica, mimada e inconsequente. Após a morte de seus pais, quando tinha apenas 5 anos de idade, ela passou a ser criado por seu avô Narciso, que agora é sua única família.
Por ser neta de um dos homens mais ricos do país, Alicia sempre teve tudo o que quis, viajou pelo mundo, aprontou todas sem pensar nas consequências. Só o que tinha importância em sua vida era seu avô Narciso.
Ao receber a trágica notícia da morte de seu querido avô, seu mundo literalmente desaba. E termina de ruir quando é aberto o testamento de vô Narciso.
A principal cláusula do testamento, afirma que Alicia só poderá tomar posse de sua herança, uma fortuna incalculável, após estar casada durante pelo menos 1 anos. Ele alega que sua neta não tem maturidade suficiente para administrar sua fortuna, pondo em risco assim, toda a fortuna adquirida em anos e anos de muito trabalho.
Acontece que Alicia tem verdadeira repulsa por casamento. Está muito bem solteira e pretende continuar assim. Então decide encenar um casamento, de mentirinha, para poder colocar a mão em sua herança e coloca um anúncio no jornal a procura de um marido de aluguel.
Aparecem candidatos dos mais variados tipos, os mais esdrúxulos e asquerosos possíveis. Alicia já pensava em desistir desse seu plano maluco quando surge um candidato que acaba mexendo com suas estruturas. Max, um funcionário de uma das empresas de cosméticos de seu avô.
Max é antipático, ranzinza e grosso. Por ter que trabalhar na empresa do avô como simples assistente de secretária, Alicia é obrigada a conviver com Max e sua antipatia. Por isso tudo, sua indignação foi tanta ao ver que justo ele era o candidato que mais se adequava as suas exigências. E isso sem contar que Max é liiiindo de morrer!
Ele se candidatou à vaga de marido de aluguel sem saber que se tratava de Alicia, a neta mimada de seu falecido chefe. Se Max fosse casado, suas chances de se promovido dentro da empresa aumentariam muito.
Então, Max e Alicia se casam. E é claro que ninguém acreditou naquele casamento, assim tão repentino. Mas o casal fazia o máximo para demonstrar todo o amor de recém casados. Pelo menos na frente dos outros porque quando ficavam sozinhos… era igual gato e rato.
Será que Alicia vai conseguir levar até o fim essa farsa e recuperar sua merecida herança? Com a ajuda de Mari, sua melhor amiga, ela vai aprontar muito durante esse período de enganação.
Já tinha ouvido falar muito bem dos livros da Carina Rissi, Perdida é o primeiro, Procura-se um marido é o segundo. Mas nunca imaginei que fosse gostar tanto assim e me divertir e torcer e rir e chorar com a história da maluquinha Alicia. A personagem é tão marcante com seu jeito despojado e atrevida, mas também é doce e romântica por trás da cara de maluquinha.
Max é um verdadeiro príncipe! O genro que toda mãe gostaria de ter. Bem que ele tentar dar uma de machão estúpido, mas não cola não. No fundo ele é educado, gentil e extremamente romântico também. Um dos casais literários mais marcantes e queridos dos últimos tempos.
Carina Rissi põe no chinelo muitas escritoras gringa de Chick-lit. O livro é perfeito! Tudo muito bem dosado, humor, romance , paixão e até uma boa dose de suspense no final, bem tenso por sinal.
Aposto que deixei você morrendo de vontade de ler “Procura-se um marido” neh? Então não perca tempo e corre ler esse livro maravilhoso. Tenho certeza que você não vai se arrepender. Recomendadíssimo e FAVORITO já!
Quando Cora e sua irmãzinha, Mimi, são enviadas para a casa da tia-avó, no isolado vilarejo de Bryers Guerdon, não recebem calorosas boas-vindas e ficam desesperadas para voltar para Londres. A vida de tia Ida foi devastada da última vez que duas meninas estiveram em Guerdon Hall, e agora a chegada das sobrinhas-netas desperta um mal que permanecia à espreita havia anos. A maldição de Long Lankin marca a impressionante estreia de Lindsey Barraclough – sem dúvida, uma escritora instigante – e deixará os leitores arrepiados mesmo muito depois de virar a última página. A narrativa dinâmica, as descrições de uma atmosfera assustadora, os personagens apavorantes e a trama sedutora deixarão o leitor fascinado e totalmente viciado em cada página. O mistério será desvendado aos poucos e dificilmente será solucionado antes da hora. A maldição de Long Lankin não é daquelas obras em que o leitor simplesmente junta as peças do quebra-cabeça, mas sim um livro em que ele terá que compreender as mensagens subliminares existentes em elementos inéditos, como a música tema, as lendas locais e os diálogos entre os personagens.
Nem sei direito por onde começar a resenha desse livro tão assustador. Então começo dizendo: É sinistro, literalmente!
Cora e sua irmãzinha Mimi, são enviadas ao isolado vilarejo de Bryers Guerdon, nos arredores de Londres. Após a doença de sua mãe, seu pai não viu outra opção a não ser enviá-las a passar um tempo com sua tia avó Ida. Mas as meninas não foram muito bem recebidas.
Com a chegada das irmãs, tia Ida é tomada pelo medo e por lembranças terríveis que devastaram sua vida anos atrás. A chegada das meninas, despertou um mal a tempos adormecido.
Elas odeiam tudo em Bryers Guerdon, principalmente a grande casa velha habitada por tia Ida. Uma casa enorme, caindo aos pedaços, poeirenta, úmida, que nunca é aberta e o que é pior, extremamente assustadora. Logo na primeira noite na casa, Cora ouve vozes, uma música sinistra, passos se arrastando pela casa, enfim, sua primeira noite é uma tormenta.
Só o que ameniza um pouco sua tristeza e saudade de seus pais, é a amizade que fez com o menino Roger e seu irmão mais novo Pete. Os quatro se tornam inseparáveis e juntos tentam descobrir porque as meninas não são bem vindas na casa da tia-avó e também em Bryers Guerdon, já que todos os outros moradores do vilarejo as olham com desprezo e evitam sua presença.
Mas o que eles não imaginavam, era o quão terrível seriam essas descobertas, que envolvem mortes de criancinhas e até uma terrível criatura que apavora a região a muitos e muitos anos: o Long Lankin.
“Movendo-se devagar, sorrateiramente, aproxima-se de um ponto iluminado pela lua perto da cerca de arame. Embora o formato seja de um homem alto, rasteja como um animal…“
O pavor de Cora aumenta ainda mais quando ela descobre que quem corre maior perigo é sua irmãzinha Mimi.
“É como se o mundo que eu conhecesse tivesse ido parar em outro lugar e eu não sei como me comportar neste. Não tem luz, a não ser a luz da tempestade, e a casa tem vida na noite que me envolve.”
Arrepiante! Sensacional! A descrição dos ambientes lúgubres como a casa, o cemitério, a igreja, é tão “real” que praticamente dá pra se sentir o cheiro de mofo, umidade e poeira no ar… é impressionante. Realmente nunca tinha lido nada tão assustador, principalmente de madrugada, de arrepiar mesmo!
A história toda foi criada a partir de uma antiga cantiga folclórica que fala sobre assassinato, bruxaria e vingança. Muito bem escrita, numa linguagem muito simples e direta, os capítulos são narrados por Cora, Roger e tia Ida. Apesar de ter mais de 400 páginas, a leitura flui num ritmo acelerado, pois a cada página o terror aumenta e os mistérios a serem desvendados também.
Fãs de histórias de suspense e terror, irão se arrepiar com a lenda do terrível Long Lankin. Super recomendo!
A designer-revelação Lola Nolan não acredita em moda… ela acredita em trajes. Quanto mais expressiva for a roupa — mais brilhante, mais divertida, mais selvagem — melhor. Mas apesar de o estilo de Lola ser ultrajante, ela é uma filha e amiga dedicada com grandes planos para o futuro. E tudo está muito perfeito (até mesmo com seu namorado roqueiro gostoso) até os gêmeos Bell, Calliope e Cricket, voltarem ao seu bairro. Quando Cricket — um inventor habilidoso — sai da sombra de sua irmã gêmea e volta para a vida de Lola, ela finalmente precisa conciliar uma vida de sentimentos pelo garoto da porta ao lado.
Lola Nolan é uma jovem de 17 anos, meiga, dedicada e responsável, mas que se esconde atrás de trajes pra lá de bizarros. Sempre muito extravagante em seus modelitos e perucas coloridas, no fundo ela é uma eterna romântica.
Namora Max, um roqueiro tatuado, boa pinta e super cobiçado. Para desespero de seus pais, isso mesmo, Lola tem dois (2) pais. Ela foi criada pelo casal homossexual Andy e Nathan. Na verdade, Nathan é seu tio, irmão de sua mãe que sendo usuária de drogas, entregou Lola para adoção ao próprio irmão.
Lola é super feliz, apesar de seus pais pegarem no pé por causa de seu namoro. Ela trabalha na bilheteria de um cinema, juntamente com Anna e Étienne St. Clair. Siiiim, a Anna do “Beijo Francês”. O casal fofuxo volta nesse livro, claro que como pano de fundo para a história de Lola, mas deu pra matar um pouquinho a saudade dos dois.
Tudo ia muito bem, até o dia em que, para sua desagradável surpresa, Lola vê que seus antigos vizinhos voltaram a morar na casa ao lado. E óbviamente os gêmeos Bell também voltaram. Calliope e Cricket Bell.
No passado, Lola e Cricket quase tiveram um romance. Na verdade, só não tiveram por causa de Calliope, a irmã super ciumenta que sempre quis ser o centro das atenções inclusive de seu irmão Cricket. Muito magoada e jamais tendo esquecido Cricket, Lola acabou seguindo em frente e se apaixonou por Max.
Mas quando Cricket retornou para a casa ao lado, um turbilhão de sentimentos voltaram com força total deixando Lola cada vez mais confusa e balançada. Os dois retomaram sua velha amizade, onde ficavam até altas horas da madrugada na janela de seus quartos conversando sobre tudo.
Quando Max soube dessa antiga “amizade” que retornou à vida de Lola, não gostou nem um pouco. Mas Lola está segura de sua paixão por Max e só quer continuar seu namoro. Apesar de Cricket ter sido muito importante em sua vida, já passou, é pagina virada. Será???
Que história mais foooofa! Deliciosa, leve, divertida e super romântica. A Lola é fofa, mas o Cricket é muuuito mais. O Max é um idiota, que chegava a dar raiva da Lola por continuar namorando aquele imbecil :angry:
Stephanie Perkins se superou! A melhor sacada dela, foi ter colocado o primeiro casal mais fofo, Anna e St. Clair como amigos de Lola. A história flui tão natural que nem percebemos o tempo passar, grudados no livro. O que me chamou bastante atenção foi o fato de Lola ter sido criada por um casal homossexual. É a primeira vez que vejo esse tipo de relacionamento em um livro.
E a autora explorou tão bem a situação que duvido que no final todos não estavam também morrendo de amores pelo “pais” da Lola. Adorei! Enfim, uma delícia de livro, mais um YA Book que entrou para meus favoritos. E viva Stephanie Perkins. E que venha logo “Isla and the happily ever after” que será lançado agora em 2013 e vai fechar a história de “Anna e o Beijo Francês” e “Lola e o Garoto da Casa ao Lado”. Ansiosíssima…
Na cidade violenta e futurista de Mega City One, a 120 anos no futuro, a polícia tem autoridade para agir como juiz, júri e carrasco. O juiz Dredd (Karl Urban), o mais temível deles, recebe uma missão: fazer um teste com uma juíza novata, a poderosa médium sensitiva Cassandra Anderson (Olivia Thirlby). No que seria apenas um dia de avaliação, os juízes aparentemente seguem para uma cena rotineira de crime, num cortiço conhecido como Peach Trees, administrada pelo clã da Ma-Ma. Quando eles tentam prender um dos capangas da organização criminosa, ela manda fechar o prédio de 200 andares e sai na captura dos juízes, que agora se encontram encurralados, numa luta implacável pela sobrevivência.
Dredd é um filme distópico, pós-apocalíptico, que se passa numa cidade futurista onde predominam a pobreza, o desemprego, o tráfico de drogas e a violência. A cidade é constantemente submetida ao controle do Estado, personificado pelas figuras dos “Juízes”. Os Juízes são oficiais da Lei. Eles podem tanto perseguir um suspeito, como fazem os policiais, qto condená-los a uma determinada pena e inclusive executá-los, se for o caso.
O filme conta a história de Dredd, um Juíz que é incumbido de levar uma novata para uma missão, que era para ser simples, averiguar três assassinatos num prédio gigante de 200 andares chamado Peach Trees. Porém, ao chegar no local e prender um grupo de banditos, eles se deparam com um dos suspeitos de ter cometido os assassinatos.
Aí é que toda a ação começa, pq a Ma-Ma, chefe da gangue que domina o edifício, não quer que o bandido seja preso e interrogado com medo de que descubram mais que o necessário. Por isso, ela inicia uma caça aos Juízes, interditando o prédio e proibindo que qualquer um entre, saia ou ajude os Juízes a escapar. Enquanto isso, o objetivo dos Juízes é sobreviver, aguardando o reforço que nunca vem e exterminando todos que surgirem na sua frente.
Verdadeiras cenas de chacina se sucedem. São tão realistas, tão cheias de efeitos especiais, que chegam a mexer com nosso estômago. Que pena que não tive a chance de ver a versão em 3D, pq sério, esse filme foi feito para ser assistido em 3D. Ele tem cenas fantásticas de slow-motion, perfeitas!
O filme meio que se resume a isso. Ele não é ruim. Para quem gosta de ação, combate e violência, vai adorar, mas acho que ele poderia ter explorado mto mais o conceito distópico apresentado. Achei ele fraco e raso no que diz respeito ao enredo, a história. Mas pelo visto essa não era nem de perto a intenção dos criadores. É um legítimo filme que não se exige pensar ou ter cérebro, apenas sentar e curtir as matanças usando um guarda-chuva.. hehe
Bjs, Mirelle
Título original: Dredd
Roteiro: Alex Garland, Carlos Ezquerra, John Wagner
Direção: Pete Travis
95 minutos
Classificação: 18 anos
2012
:heart: :heart:
Há dez anos, a vingativa Rainha Ravenna assassinou o rei na mesma noite em que se casara com ele. No entanto, dominar o reino tornou-se um sofrimento para a Rainha. Para salvar seus poderes, ela deve devorar um coração puro, e Branca de Neve é a única pessoa com esse coração. A fim de capturá-la, Ravenna recorre ao Caçador, o único homem que já se aventurou pela Floresta Sombria e sobreviveu. Branca de Neve será morta pelo Caçador? Ou será treinada por ele e se tornará a melhor guerreira que o reino já conheceu?
O livro conta a história de Branca de Neve, uma princesa, que perde sua mãe logo cedo e tem seu pai assassinado logo depois de casar com a poderosa bruxa Ravenna.
Trancafiada por longos 10 anos numa torre, Branca de Neve consegue fugir para a Floresta Sombria, mas é novamente capturada pelo Caçador, contratado pela Rainha Ravenna que, como prêmio, prometeu-lhe trazer sua esposa Sara de volta dos mortos.
Eric, o Caçador, após descobrir por Finn, irmão de Ravenna que a bruxa não tinha poderes para cumprir sua promessa, se revolta contra a Rainha e ajuda Branca de Neve a escapar de seu terrível destino certo: a morte.
Praticamente durante toda a história, Branca de Neve e o Caçador lutam por sua sobrevivência fugindo do exército de Ravenna e ao longo do caminho vão conhecendo grandes amigos e poderosos aliados.
Ravenna nunca quis realmente matar a princesa, porém, ao descobrir que Branca de Neve era a mulher mais linda do reino, e não ela como sempre pensou, e que somente Branca de Neve poderia lhe conceder a imortalidade, não pensou duas vezes ao decidir arrancar o coração puro da menina.
A Rainha, portanto, resolve caçá-la sozinha para alcançar o seu poderoso desejo. Quando encontra Branca de Neve, se faz passar por seu antigo amigo William e consegue fazer com que ela coma um pedaço da maçã envenenada que lhe oferece. Assim que engole o pedaço do fruto, a princesa cai morta aos seus pés. Mas sua tentativa de lhe arrancar o coração resta infrutífera no momento em que seus aliados correm para tentar salvá-la.
O reino cai novamente em luto com a morte da princesa. Eles não sabem, mas somente um beijo de um amor verdadeiro poderá salvá-la.
A princesa é beijada em seu velório, e depois de um tempo, desperta para ir em busca de sua vingança. Só ela pode matar Ravenna e recuperar seu reino, e com a ajuda de Eric e William, bem como dos anões e de outros voluntários, ruma à batalha de sua vida. Já não teme mais a morte, e se entrega de corpo e alma ao seu destino. Será que Branca de Neve conseguirá derrotar a Rainha má e reivindicar seu trono restaurando a alegria e paz ao seu reino? Leiam e descubram.
Confesso que quando ganhei o livro não tive muita vontade de lê-lo, pois me decepcionei mto com o filme que foi feito de mesmo nome. Pelo que entendi, na verdade o livro é uma adaptação do filme, foi feito depois do filme.
Assim como o filme, achei a leitura fraca e cansativa, não convincente. Esperava por uma grande história de amor, ou boas cenas de batalha, mas, assim como no filme, nada disso aconteceu.
Talvez toda a minha frustração em relação a essa obra seja pelo fato de, nesse ano, outras obras desse mesmo tema terem surgido e aberto margens para comparação uns com os outros. No início do ano foram lançados o filme Mirror, Mirror (Espelho, espelho meu), com a Julia Roberts, e o seriado Once Upon a Time, ambos contando a história da Branca de Neve.
Não tenho nem o que falar de Mirror, Mirror. Para mim, uma grande decepção. Já devia imaginar o que me aguardava um filme a la Disney. E olha que adoro obras infanto-juvenis. Então, quando vi o trailer da Branca de Neve e o Caçador pensei, aí sim virá um grande filme, de ação e romance que contará de uma forma mais intensa a história da princesa de pele alva e lábios vermelhos. Estava até muito curiosa em ver Kristen Stewart em cenas de luta. Mas tamanha foi minha decepção que quase não consegui terminar de assistir ao filme, se não fosse pela formidável interpretação da Charlize Theron.
Quando comecei a assistir Once Upon a Time, foi amor à primeira vista. Desses 3 títulos, o OUAT me impressionou pela sua originalidade e pela sua produção. Portanto, tudo agora que leio ou vejo no tema Branca de Neve, acabam sofrendo comparação com o OUAT e, consequentemente tb acabam sendo rejeitados por, na minha opinião, não chegarem aos pés do OUAT.
De qualquer forma, o livro A Branca de Neve e o Caçador não é ruim. Se vcs quiserem ler, só aconselho a não lerem com grandes expectativas como eu fiz, então talvez vcs não se frustrem tanto como eu. Se alguém já tiver lido ou for ler, vou adorar saber a opinião de vcs.
A Branca de Neve e o Caçador – Lily Blake
Editora Novo Conceito
208 páginas
Comprar: Fnac (por apenas R$ 15,00)
Quando Brooke descobre que o amor de sua vida, Scott Abrams, está se mudando do subúrbio de New Jersey para Nova York, ela decide segui-lo até lá. Viver com o pai ausente e se adaptar a uma escola totalmente nova são desafiantes para ela — e as coisas ficam ainda piores quando ela descobre que Scott já tem uma namorada. Mas como ela aprende a sobreviver na cidade grande, começa a descobrir todo um novo lado de si mesma e percebe que, às vezes, o amor pode te encontrar mesmo quando você não está olhando para ele.
Brooke é uma adolescente dotada de um QI de gênio, amante de origamis, filha de pais separados, vive com a mãe em New Jersey. Está concluindo o segundo ano do ensino médio e não tem nem idéia do que quer ser quando crescer. Só tem uma certeza na vida, que ama Scott Abrams e SABE que eles pertencem um ao outro. O grande problema é que Scott não tem nem idéia da sua existência, quanto menos de que eles devem ficar juntos (hehe). É aí que as coisas se complicam.
Brooke não agüenta mais ficar escondendo esse segredo e resolve procurar Scott para revelar toda a verdade, mesmo suas amigas sendo contra. Quando ela finalmente consegue um momento a sós com o menino e cria coragem, descobre que Scott está de mudança para Nova York.
Ela fica arrasada, precisa agir. Não pode deixar seu amor escapar por entre seus dedos sem fazer nada. Portanto decide. Vai atrás de Scott em Nova York e vai provar a ele que eles têm que ficar juntos.
Brooke resolve ir morar com seu pai em Nova York, mesmo depois de ter sofrido anos de abandono por parte dele, afinal, todo sacrifício é necessário para se conquistar Scott. Nos primeiros dias de aula no novo colégio é presenteada com surpresas maravilhosas, Scott não só mora perto da sua nova casa como também estuda no mesmo colégio que ela. Isso era demais para ser verdade, era o destino.
“Agora que sei para onde esta vida está indo, é hora de decidir como quero chegar lá.”
Mas nem tudo são flores. Apesar de estar na cidade em que sempre sonhou morar e ter Scott ao seu alcance, ela terá que conquistá-lo, provar a ele sua teoria e seu amor, mas isso dará certo? Até onde Brooke será capaz de ir para fazer Scott entender que suas vidas estão entrelaçadas? Ela será capaz de abrir mão da família, das verdadeiras amizades e até de seus sonhos? Todos os sacrifícios valerão a pena em prol de um amor?
Isso é o que vocês irão saber ao ler o livro. “Bem de perto” é um livro infanto-juvenil bem leve, romântico e rápido de se ler, descontraído e divertido, mas com uma lição de moral sutil que nos faz pensar sobre os relacionamentos amorosos e sobre a vida.
Eu confesso que me diverti lendo o livro porque me identifiquei muito com as loucuras que Brooke comete para tentar ficar com Scott. Quem nunca fez loucuras por amor? Quem nunca escutou determinada banda só porque o outro gosta, ou que aprendeu tudo sobre futebol para poder ter assunto para conversar com o bem amado que jogue a primeira pedra (hehe.. eu mesma já fiz muitas dessas.. segredo.. hehe).
Além disso, fiquei encantada com as narrativas da autora sobre Nova York, que evidentemente ama a cidade, pincelando para a gente a magia de certos locais e paisagens.
A história apesar de ser um clichê para alguns, é viciante, e eu, como amante de Chick-lits, adorei. Recomendadíssimo!!
Bem mais perto. Acordando para uma vida nova. – Susane Colasanti
Editora Novo Conceito
240 páginas
Comprar: Submarino (por somente 19,90)
:heart: :heart: :heart: :heart: :heart:
Sensível e tão real a ponto de fazer você se sentir parte da família, A filha da minha mãe e eu conta a história do difícil relacionamento entre Helena e sua filha, Mariana. A história começa quando Mariana descobre que está grávida e se dá conta de que, antes de se tornar mãe, é preciso rever seu papel como filha, tentar compreender o de Helena e, principalmente, perdoar a ambas. Inicia-se, então, uma revisão do passado – processo doloroso, mas imensamente revelador, pautado por situações comoventes, personagens complexos e pequenas verdades que contêm a história de cada um.
“A filha da minha mãe e eu” conta a história de Mariana, que logo no início do livro descobre que está grávida. Mariana se depara com um turbilhão de sentimentos conflitantes. Ao mesmo tempo em que vibrou com a notícia, caiu num vazio que não sabia explicar. Ela só queria que com o filho dela fosse diferente.
Nana tinha contas a acertar com seu passado, principalmente com sua mãe. Não podia ser uma boa mãe sem antes perdoar a mãe dela. Não podia ser uma boa mãe sem antes ser uma boa filha.
Mariana tinha um dilema, não queria ser igual à mãe dela, mas ao mesmo tempo queria. Tinha medo de errar na dosagem entre ser mãe amiga e mãe educadora.
O maior problema que tinha com sua mãe é que sempre se sentiu rejeitada, preterida. Achava que sua mãe amava mais o seu irmão, Guga. Sua mãe nunca a compreendeu e sempre fez pouco caso dos seus sentimentos. Ela tinha a certeza de que sua mãe não a amava. Mas ela estava enganada.
O problema de Dona Helena é que ela nunca soube expressar seus sentimentos, mas não queria dizer que não os sentisse. Como Mariana sempre foi muito sensível, sempre se sentiu culpada pela infelicidade da mãe e nunca sabia como se aproximar dela. Acabava sempre chorando quando sua mãe era um pouco mais rude ou severa com ela. Mas com o passar dos anos, Dona Helena foi se esforçando para ser uma mãe mais compreensiva, porém Mariana não mudava, continuava tratando sua mãe com as mesmas reticências e temores, fazendo com que a relação de ambas permanecesse distante.
Dona Helena sempre foi uma pessoa muito dura e explosiva, algumas vezes, em minha opinião, chegava a ser cruel.
“Não tive tempo de acabar a frase. De repente, ela segurou meu queixo, ergueu minha cabeça e despejou toda a jarra de suco pela minha goela abaixo. O Guga ficou mudo. Eu, atônita. Minha mãe saiu da cozinha brava.”
O fato de Dona Helena ter muitas vezes maltratado Mariana, não com agressões físicas, mas com agressões verbais, ou descaso e negligência, fez com que Mariana se tornasse uma pessoa muito insegura. Isso fez com que ela se tornasse uma pessoa que ela não era. A única coisa que ela queria, era agradar a mãe, era se sentir amada pela mãe, e quanto mais ela tentava, mais ela falhava.
“Nunca senti medo do meu pai. Já da minha mãe, sim. Não era medo de apanhar, era medo de magoar. Bastava um olhar dela e já sabia que aquela situação de mal-estar, da gente não se falar direito, iria durar dias. Eu tinha tanto pavor de ela ficar chateada que, com o tempo, comecei a fazer de tudo para agradá-la. Inclusive, muitas vezes, deixar de ser eu mesma.”
Com o tempo ela descobriu que a mãe dela nunca mudaria, e por mais que ela tenha tentado se aproximar mais da mãe, ela ao mesmo tempo a rejeitava, por não ser a mãe que ela sempre sonhou. Ela no fim, descobriu que sempre amou uma fantasia, pois nunca tinha amado e aceitado a mãe pelo que ela realmente era.
“Depois de uma vida toda dando importância a como eu me sentia, foi a primeira vez que me questionei sobre os sentimentos dela.”
Na tentativa de zerar seu passado, Mariana nos leva numa longa viagem, relembrando momentos desde a sua infância e seguindo pela vida afora, retratando os bons e maus momentos de sua vida, os segredos e dramas familiares e nos apresentando aos demais integrantes da família: Tito, seu pai, Guga, seu irmão, Lúcia, sua avó materna, Dom Ramón e Dona Lola, seus avós paternos e a tia Maria-João.
O livro reforça a idéia de que nenhuma família é perfeita, de que não adianta sofrermos pelo que não temos. O importante é permanecermos unidos e amarmos uns ao outros pelo que cada um é, e não pelo que gostaríamos que fossem.
Quando li a sinopse desse livro, fiquei muito animada, achando que ia ler algo sobre gravidez, sobre a descoberta de ser mãe, sobre confrontar o passado para ser uma pessoa melhor, mas me enganei totalmente. O livro nada mais é do que uma viagem para o passado de Mariana, contando absolutamente TUDO sobre a história da família dela, desde quando seus pais eram pequenos.
No início estava extremamente entediada. O livro é muito detalhista e por isso, em muitos momentos, se tornou chato e muitooo cansativo. A vontade que tinha era de pular muitasss páginas até chegar ao momento da gravidez de Mariana, mas na verdade, esse momento nunca chegou. A única menção que ela fez sobre a gravidez foi na primeira e nas últimas páginas, ou seja, certamente essa não foi a real proposta da autora. Talvez eu tenha criado expectativas demais.
O livro só começou a ficar interessante depois que passou da metade, quando começaram a acontecer as grandes crises da família de Nana. Muitas das passagens em que mostravam sua mãe me davam raiva, pensava em como podia uma pessoa dessas ser mãe, totalmente louca e monstruosa. Mas na verdade, pelo que entendi, essa foi a maneira que a Mariana nos mostrou a mãe dela. Porque, sinceramente, a Dona Helena tinha muitas qualidades e no fim, a Mariana é que era um personagem bobo e irritante, cheio de problemas que ela mesma acabou criando para a sua vida.
Eu não sei o que acontece, por que livros escritos por autores brasileiros não me prendem? Sempre os acho chatos demais, detalhistas demais, polidos demais. Já tentei ler vários livros de autores brasileiros e o ÚNICO que gostei foi o Sonho de Eva escrito por Chico Anes. E com “A filha da minha mãe e eu” não foi diferente :o( Apesar de tudo, o livro não é de todo ruim, pra quem gosta desse estilo.
A Filha da Minha Mãe e Eu – Maria Fernanda Guerreiro
Editora Novo Conceito Jovem
272 páginas
Comprar: Submarino
O que pode ser mais importante para uma mulher do que o amor, o filho, a família… e a vingança? Dra. Eva Abelar, autoridade mundial em sonhos lúcidos, é informada de que seu filho, Joachim, uma criança autista, desaparece na mesma noite em que sua irmã, Anna, pula do 20º andar de um edifício em São Paulo. Anna era a principal cientista do projeto DreamGame, invento revolucionário que permite à pessoa jogar enquanto dorme. Eva é convidada por Yume a assumir o lugar da irmã e, à procura de respostas, se envolve em uma trama perigosa, que alcança os limites dos desejos inconscientes do homem. Enquanto usa seus conhecimentos para desvendar a morte de Anna e reencontrar Joachim, Eva descobre o quanto a sociedade está vulnerável à tecnologia e aos estímulos subliminares, e como esses estímulos podem sequestrar a liberdade e extinguir o livre-arbítrio.
Vocês já ouviram falar do livro O Sonho de Eva, escrito por Chico Anes? Sem sombra de dúvidas ele se tornou um dos meus queridinhos, um dos melhores livros que li esse ano, simplesmente amei.
O livro conta a história de Eva, uma psicóloga/cientista que trabalha no desenvolvimento de pesquisas sobre os sonhos lúcidos. Eu sou uma sonhadora nata, amo sonhar e tenho os mais diversos tipos de sonhos, mas na minha humilde ignorância, não sabia o que era um sonho lúcido, e muito menos que eu tinha esse tipo de sonho. Fiquei surpresa.
Para quem não sabe, o sonhador lúcido tem a consciência de que está sonhando enquanto dorme e, por isso, tem domínio total sobre os seus sonhos. Pode dirigi-lo assim como um diretor dirige seus filmes. Se você está correndo perigo, pode alterar a cena. Pode escolher ser uma atriz famosa, ter um romance ou um amor proibido. Ser e ter o que quiser, sem pudores, sem julgamentos, sem consequências. Você pode ter sonhos lúcidos para sua diversão ou também para evoluir como pessoa, escolhendo por ex. não alterar o ambiente onírico para com ele aprender lições, vencer desafios.
É nesse contexto que se passa a narrativa de Chico Anes. A história já começa num ritmo eletrizante. Anna, irmã de Eva, se joga do alto do seu edifício caindo na movimentada Rua Augusta, em SP, e Joachim, filho de Eva, é sequestrado. Eva, portanto, se vê vivendo o maior pesadelo de sua vida. Ela tem conhecimento de tais tragédias no meio de um congresso que apresentava na Europa. Voltou às pressas para o Brasil na esperança de reencontrar seu filho e descobrir o porquê do suicídio da sua irmã.
Quando chegou ao Brasil, começou a pensar se dois eventos tão trágicos poderiam estar interligados. Para resolver esse mistério, Eva só podia contar com a ajuda do seu grande amigo Alec. Foi no enterro de Anna que Eva teve a certeza de que só descobriria a verdade dos fatos se seguisse os passos da irmã no misterioso projeto que ela estava desenvolvendo nas empresas Yume.
Anna estava trabalhando num projeto inovador na indústria dos games, pesquisando meios de levar os jogos para dentro dos nossos sonhos.
“- Se levássemos os jogos para dentro dos sonhos, Eva; se, no lugar do vídeo ou dos dispositivos 3D, esses jogos acontecessem dentro dos nossos sonhos! Imagine só! Programaríamos os temas, as fases, as pontuações para acontecerem enquanto o jogador estivesse sonhando! Em um jogo de guerra, nós estaríamos realmente lá, nos campos de batalha, suando, com medo das explosões, nos assustando com os tiros, sentindo as dores de um estilhaço de granada, o conflito de matar uma pessoa. (…) Tudo isso, Eva, sendo vivenciado não através da frustrante dissociação entre o real e o virtual, mas como se fosse de verdade, com a textura da realidade que os sonhos permitem. (…) E o jogado-sonhador estaria lúcido, tomando decisões, sentindo na pele as consequências de cada uma de suas ações!”.
Eva foi contatada pela vice-presidente sênior das Indústrias Yume, Adhya, para dar continuidade às pesquisas da irmã. Apesar de ser alertada a não aceitar tal oferta, se viu compelida a dizer sim, pois dentro de si, tinha a certeza de que Yume estava por trás da morte de Anna e do desaparecimento de Joachim, e só estando lá dentro é que ela teria a possibilidade de desvendar tal mistério e rever seu filho.
Foi para China, onde se situavam os laboratórios secretos da Yume e onde se viu “presa”, longe de tudo e todos, sem poder voltar, envolta a uma rede de conspiração, sociedades secretas e dominação do planeta Terra. Mas ela tinha chegado até ali, e não ia desistir até descobrir toda a verdade.
Até onde você iria por amor ao seu filho? Com quem você poderia contar, num ambiente inóspito e traiçoeiro? Quem mente e quem fala a verdade? Em quem acreditar? Sozinha, Eva percebe que só pode contar com seus instintos para sobreviver e com seus sonhos para encontrar as respostas que procura.
Confesso que sempre tive um pouco de preconceito sobre livros de autores brasileiros. Pelo menos os que li não gostei, mas Chico Anes me surpreendeu (virei fã), pois nos presenteou com um livro maravilhoso e eletrizante, repleto de mistérios que ficamos loucos para desvendar rapidamente. Uma narrativa que mistura ficção com ensaios científicos verídicos, que nos faz pensar e principalmente sonhar. A proposta apresentada por Chico, de jogos dentro de sonhos não é assim tão fantasiosa, levando em consideração à tecnologia a qual estamos exposta atualmente. Mas ele também nos alerta acerca dos perigos de se viver eternamente num “sonho”. Podemos deixar de distinguir os sonhos da realidade, e criar mundos no ambiente onírico que não são reais. Além disso, Chico nos planta uma dúvida: nossos sonhos e nosso livre-arbítrio podem ser roubados ou manipulados?
“As pessoas realmente levam para o mundo virtual os comportamentos construídos em seus mundos do dia a dia. E vivendo em universos virtuais, governados por leis sociais e naturais um pouco diferentes do nosso, essas pessoas desenvolvem estruturas mentais e psíquicas novas, inéditas. E da mesma forma que as antigas estruturas comportamentais são levadas daqui para o virtual, as criadas lá estão sendo trazidas de volta ao real e deverão ser assimiladas pelos internautas, que acabam por mudar necessariamente seu comportamento nesta realidade. (…) Quando se liga a tevê, lá também pode se encontrar a figura do homem virto-real. E dependendo de quem esteja manipulando a transmissão e os conteúdos, nossos sonhos e livre-arbítrio estarão correndo perigo de novo.”
Leiam o livro e descubram. Recomendadíssimo!!
O Sonho de Eva – Chico Anes
Editora Novo Conceito jovem
304 páginas
Comprar: Submarino / Saraiva
Num futuro distante, boa parte da população é controlada por um regime totalitário, que relembra esse domínio realizando um evento anual – e mortal – entre os 12 distritos sob sua tutela. Para salvar sua irmã caçula, a jovem Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece como voluntária para representar seu distrito na competição e acaba contando , com a companhia de Peeta Melark (Josh Hutcherson), desafiando não só o sistema dominante, mas também a força dos outros oponentes.
O filme retrata Panem, uma nação pós-apocalíptica, constituída por 12 distritos e governada por uma capital poderosa e totalitária. Todos os anos são promovidos torneios sangrentos em que dois adolescentes de cada distrito são oferecidos como tributos para combaterem entre si até a morte.
A história efetivamente começa quando Katniss Everdeen se voluntaria para ser o tributo feminino do 12º distrito, logo depois de sua irmã Primrose Everdeen ter sido a escolhida. Prim é muito nova e ingênua e Kat tem certeza de que ela não conseguiria sobreviver, portanto, num rompante de coragem e heroísmo se coloca no lugar da irmã para combater nos Jogos Vorazes juntamente com Peeta Mellark, o tributo masculino escolhido no sorteio.
Ambos são levados para a capital, onde são treinados por uma equipe que os ensina como sobreviver no jogo. Lá eles devem impressionar os patrocinadores por suas habilidades e carisma. Apenas com a ajuda dos patrocinadores, que durante o jogo os enviam “presentes”, é que é possível se manter vivo no torneio.
Quando o jogo começa, Kat e Peeta se separam indo cada um para um lado, afinal, no torneio é cada um por si. Fica visível que a intenção inicial de Kat é apenas fugir e sobreviver não tendo interesse de entrar em combate com nenhum outro tributo. Mas como nesse reality show o que interessa para o público são a ação e as mortes violentas, os organizadores tratam rapidamente de obrigá-la a agir. Kat é posta em situações de perigo que fazem com que ela vá ao encontro dos tributos mais mortais do jogo. Para sua surpresa, ela descobre que Peeta está entre eles e que a traiu, pois tinha como intenção levar tais tributos ao encontro dela para que a matassem. Mesmo assim Kat não abandona Peeta e acaba ajudando-o em seu momento mais difícil, quando está a beira da morte.
O casal de tributos do distrito 12 acaba se envolvendo emocionalmente fazendo com que o jogo dê uma reviravolta. Eles atraem a atenção dos patrocinadores e a torcida do público e por causa deles a principal regra é alterada. Para quem vocês irão torcer? Quem será o grande campeão? Até onde vocês iriam e do que vocês seriam capazes para conseguirem sobreviver? Assistam e descubram!!
Jogos Vorazes é um filme com muita ação, violência e romance na medida. Faz seus corações palpitarem e seus olhos vidrarem na telinha esperando pelos próximos acontecimentos. Quando ele estreou no cinema confesso que não tive a mínima vontade de assistir. Achei que fosse ser mais um filme barato de ação destinado à sessão da tarde, mas me surpreendi.
Achei muito interessante a abordagem que o filme fez sobre as diferentes classes sociais e o domínio que a capital tem sobre os distritos. Os distritos são tão pobres que me deu a impressão das pessoas ainda viverem na idade medieval. Não é a toa que os torneios anuais se chamam originalmente Hunger Games, um nome adequadamente escolhido retratando a situação degradante pela qual o povo tem de passar para não sucumbir à fome. A população faminta acaba indo pedir por comida aos governantes e em troca seus nomes são colocados na urna do sorteio do jogo. Quanto mais vezes você for pedir por comida, mais vezes seu nome é inscrito aumentando suas chances de ser sorteado.
Em contraponto a essa realidade nos deparamos com a riqueza, extravagância, futilidade e alienação das pessoas que vivem na capital. São por causa delas que os Jogos Vorazes existem. Pela fome que elas têm de ver e torcer por esses tributos e falsamente chorar por suas mortes. Será que se ninguém mais assistisse a esse reality show ele continuaria existindo? Obviamente que não.
Isso me fez pensar se chegaremos a esse ponto, de termos um reality show tão violento. Posso dizer que estamos no caminho, já que fica evidente que a grande maioria que assiste a esses programas gosta de ver as coisas pegando fogo, amores ardentes, traições e brigas.
Eu não li ainda os livros da trilogia, então não tenho como dizer se o filme foi fiel ao primeiro livro, só posso opinar sobre o que achei acerca do filme. Gostei muito da produção, do roteiro e dos efeitos especiais. Gostei dos cortes que fizeram nas cenas de assassinato fazendo com que elas ficassem mais emocionantes e poéticas. Não podemos esquecer que este filme não podia ter cenas explícitas de violência já que era também destinado a um público adolescente, e também pelo fato de, a meu ver, não ser o foco principal abordado no filme.
No final o filme nos deixou uma incógnita nos fazendo pensar se Kat realmente se apaixonou por Peeta ou se ela se envolveu com ele apenas com o intuito de se manter viva por mais tempo. Pelo visto teremos que esperar o segundo filme para descobrirmos. Adorei, recomendadíssimo. E vocês, o que acharam?
Título original: Hunger Games
Roteiro: Billy Ray, Gary Ross e Suzanne Collins
Direção: Gary Ross
142 minutos
A história narra a vida de João Ricardo Velasco, um executivo que, após perder o emprego em um banco, inicia um negócio informal nas praias do Rio de Janeiro, sem revelar para a família sua real situação.Vivendo na praia, João passa a testemunhar a rotina de seus frequentadores e as situações que eles protagonizam. Entre elas, a perseguição aos gays, o tráfico e a prostituição.A trama, entre uma cena e outra, mostra o caráter democrático das areias do Rio: a mistura de classes sociais dá o tom da série, criada pelo diretor Estevão Ciavatta, pela roteirista Patricia Andrade e por William Vorhees, ex-atleta e local da área, cheio de propriedade sobre as sutilezas das relações sob o sol de Ipanema. Estréia dia 06 de maio na HBO
Preamar é um seriado de televisão brasileira produzida pela Pindorama Filmes, feita exclusivamente para o canal HBO. A primeira temporada estreou em maio deste ano e possui 13 episódios.
O seriado conta a história da família Velasco, uma típica família rica do Rio de Janeiro, que vive na famosa Rua Vieira Souto, de frente para a belíssima praia de Ipanema. João Velasco, pai e provedor dessa família é um investidor financeiro de um grande banco; sua esposa, Maria Izabel, é uma mulher fútil que vive num mundo a parte e que dedica seu tempo às aulas de pintura botânica e yoga; Fred, o filho mais velho do casal é o típico playboyzinho da Zona Sul, que só quer saber de curtição, festas, drogas e mulheres; e Manu, a filha mais nova, é uma menina doce, ingênua, cercada de relacionamentos frágeis e inconsistentes e incompreendida pela mãe.
Após investir todas as suas fichas num negócio muito arriscado, João foi à falência. Sem saber como assumir o seu fracasso para a família ele acaba inventando uma história dizendo que era hora de tirar seu ano sabático ficando um ano sem trabalhar. João entrou em depressão e sofreu silenciosamente com a maré baixa pela qual estava passando. Foi depois de passar horas e horas no terraço de sua cobertura olhando para praia que novos horizontes se abriram para ele.
João começou a observar a praia como uma grande oportunidade de investimento depois de descobrir que o comércio informal praiano movimentava mais de 7 bilhões de reais por ano. Mas no decorrer da primeira temporada, João descobre que nem tudo é como parece ser. A praia tem um Xerife e os comerciantes praianos devem obedecer a um código de conduta por ele imposto. Para João virar “barraqueiro”, precisa de um ponto e da autorização do Xerife. Com o conhecimento de João sobre mercados e investimentos e a experiência do Xerife, eles acabam revolucionando o mercado informal das orlas do Rio de Janeiro, modernizando-o e adaptando-o às necessidades dos turistas.
Apesar dos negócios de João prosperar e darem a ele uma esperança de salvar suas finanças e manter sua família, Velasco acaba enfrentando a maior dificuldade de sua vida. Seu filho Fred é preso e acusado de tráfico de drogas e somente seu pai, com a ajuda de Paula, uma prostituta amiga de Fred, é capaz de salvá-lo.
Confesso que quando vi as chamadas para o seriado na HBO não tive a menor vontade de assisti-lo. Rendi-me por insistência do meu marido e logo depois que o piloto terminou fui enfática em dizer que não ia gostar. Para deixar claro, o piloto é diferente dos seriados que vemos e nos prendem logo de cara. Ele é arrastado, lento, cansativo, com poucos diálogos, pouca história, focado mais em mostrar belos cenários da “cidade maravilhosa”. É um episódio mais para ser visto e admirado do que ser entendido. Há muitas críticas ao piloto em resenhas que li e muitas pessoas desistiram de assistir a série por causa do piloto. Resolvi insistir e fui me surpreendendo. Na medida em que os episódios vão passando a história vai se desenrolando e a gente vai ficando curioso para saber o que vai acontecer depois e depois.
Foi um seriado muito leve e gostoso de ver e que passou muito rápido. Muitos dos atores eu não conhecia, por serem atores de teatro e cinema, e não de televisão, mas gostei de todos. A história vai dando uma reviravolta e mostra o que uma falência pode fazer a uma família. Alguns perdem o rumo e se desestruturam, outros se unem e vão batalhar por melhores condições de vida.
O que eu particularmente não gostei, foi ver novamente o Brasil reforçando a imagem pelo qual somos sempre tachados, um país de sexo, futebol, drogas e corrupção. De certa forma, o seriado acaba explorando o que há de pior nos nossos grandes centros urbanos e retrata o famoso jeitinho brasileiro que com dinheiro e poder, tudo se faz, tudo se compra. Não que as coisas não sejam assim por aqui. Não sejamos hipócritas, sabemos que tudo que é mostrado no seriado é um retrato da nossa realidade, mas me sinto incomodada em saber que quando os gringos chegam aqui, eles já vêm com a cabeça feita sobre nós.
Tirando isso, achei o seriado muito legal, muito bem produzido, com uma linda trilha sonora e belos cenários, personagens bem construídos e uma promessa de segunda temporada. Já estou torcendo. Recomendadíssimo.
Alex Hopper (Taylor Kitsch) é um oficial naval do navio USS John Paul Jones, comandado pelo almirante Shane (Liam Neeson). Alex é noivo de Sam (Brooklyn Decker), filha de Shane, apesar de não ser bem visto por ele. Já em alto mar, eles precisam unir forças com a tripulação do navio USS Samson, comandado pelo irmão mais velho de Alex, Stone (Alexander Skarsgaard), ao encontrar uma força alienígena desconhecida, que ameaça a existência da humanidade. Um grupo de cientistas, comandados por Cal Zapata (Hamish Linklater), e de especialistas em armas, como Cora Raikers (Rihanna), também compõem a equipe. Acompanhando tanto o lado dos humanos quanto o lado dos alienígenas, Battleship apresenta a intensa disputa pelo controle da Terra.
Battleship – A Batalha dos Mares é um filme produzido pela fábrica de brinquedos Hasbro, que tem levado seus produtos para as telas de cinema, como fez com Transformers e G.I. Joe, também conhecido como Comandos em Ação. Battleship foi feito baseado no jogo de mesmo nome, que todos conhecem (brinquei muito quando criança), com um enredo fraco, um orçamento milionário, uma baixa expectativa, porém com ótimas cenas de ação e efeitos especiais.
No início do filme, cientistas descobrem a existência de um planeta com condições muito similares as da Terra. Por conta disto, eles pressupõem que poderia ser um planeta habitado. Resolvem então tentar se comunicar emitindo sinais de satélite aguardando algum tipo de resposta. O que eles não esperavam é que os habitantes do planeta G invadiriam a Terra e tentariam dizimá-la.
Apesar do tema central do filme se tratar sobre a invasão alienígena, também somos convidados a conhecer a história de alguns personagens que são totalmente dispensáveis, como Alex Hopper. Ele tem 26 anos, é um homem vagal e perdido na vida. No dia do seu aniversário ele conhece Sam, uma linda mulher filha do almirante Shane. Para impressioná-la ele acaba cometendo uma loucura e para evitar a prisão, é convencido por seu irmão mais velho, Stone, a entrar para marinha.
Alex acaba conquistando má fama na marinha pelo seu jeito irresponsável e inconsequente de ser, o que faz com que ele acabe criando alguns desafetos e seja desprezado pelo pai de Sam. As cenas de ação começam quando cinco objetos não identificados se dirigem a Terra em nítida formação de ataque. Um deles se choca com um satélite e cai em Hong Kong, causando muita destruição, e os outros quatro caem no mar do Havaí.
Como tais objetos não são detectados por radar, Alex, Stone e Nagata vão com seus navios até o provável local da queda para investigarem. Ao chegarem lá eles se deparam com algo inexplicável e uma verdadeira batalha naval começa. A única esperança que eles têm de pouparem a Terra de uma extinção é destruírem as antenas de comunicação que foram utilizadas para mandarem sinais para o planeta G, a fim de que os ETs não consigam se comunicar com sua “casa” pedindo reforços. Essa missão só será possível com a ajuda da Sam, Mick e Dr. Nogdrady, que estão bem próximos desse local. Esse trio dá um contraponto à trama, pois é dele que surgem algumas cenas engraçadas.
No final do filme, entram em cena os marinheiros veteranos da Segunda Guerra Mundial, vividos por ex-combatentes de verdade, reforçando o sentimento de patriotismo dos americanos. Eles colocam para funcionar o USS Missouri, o navio “museu” que se torna uma peça chave para o combate contra os ETs.
Este filme não traz nenhuma novidade e se torna uma mera repetição de todos os outros filmes que falam sobre invasões alienígenas, porém com um ponto contra, não possui nenhum enredo, é extremamente fraco e deixa muitas perguntas no ar. Fiquei muito desapontada com a participação do Liam Neeson, que fez uma ponta insignificante no filme. Poderiam ter aproveitado muito mais o potencial desse ator. E sem muitos comentários sobre a participação da Rihanna. Para mim foi lamentável. Provavelmente só a convidaram por ser uma celebridade, de repente na tentativa de atrair um maior público. Mas ela se limita a diálogos monossilábicos e caras e bocas. Igualmente dispensável. Além disso, temos uma única cena no filme que relembra de fato o jogo Batalha Naval, mostrada mais no final. Mas quem procura por cenas de ação, combate, mortes e efeitos especiais, vai gostar ;o)
Título original: Battleship
Roteiro: Erich Hoeber e Jon Hoeber
Direção: Peter Berg
131 minutos
Ruby está completando 16 anos, mas o dia especial não é tão doce quanto foi planejado. Seu pai, desaparecido há muito tempo, aparece e Ruby não quer ter nenhum contato com ele. Ao contrário, ela quer sair com suas amigas: a leal Beth, a perigosa Katherine e a fofoqueira Maria. Elas dão muitos conselhos a Ruby – sobre garotos, sobre seu pai, como ela deve se vestir e como deveria estar se sentindo. Mas, na verdade, ela não sabe o que pensar ou sentir. Especialmente quando um novo garoto entra em cena e Ruby descobre que algumas de suas amigas não são tão sinceras quanto dizem.
A história do livro gira em torno da vida de Ruby, uma adolescente que está completando 16 anos e que no dia da festa do seu aniversário, seu pai, Jim, reaparece, reabrindo uma ferida há tempos adormecida em seu coração. Desde a partida misteriosa e abrupta de seu pai, Ruby tem uma vida muito conturbada e emocionalmente abalada. Ficou anos em tratamento psicoterápico tentando se curar do trauma e no decorrer do livro fica visível que ela nunca conseguiu ter uma vida “normal”. A relação dela com a mãe é muito distante, ambas têm um problema bem sério de comunicação e falta de intimidade, e isso agrava seus sentimentos de solidão. As duas nunca conseguiram conversar abertamente sobre a partida de Jim, pois nunca se recuperaram plenamente desse episódio. E o fato de terem compartilhado essa experiência dolorosa só as afasta ainda mais. A única pessoa com quem Ruby conseguia se abrir e que a fazia se sentir melhor, era sua melhor amiga Beth.
Beth e Ruby eram amigas desde crianças, e desde que Jim abandonou Ruby e sua mãe, Beth e Ruby ficaram ainda mais próximas. Beth tinha um instinto muito forte de querer proteger e poupar a amiga de quaisquer sofrimentos e, por isso, vivia dando conselhos a ela de como viver, como se sentir, do que fazer. Além de Beth, Ruby tinha outras duas amigas, Maria, uma menina interessada somente no assunto que dizia respeito aos meninos, namoro e ficadas, e Katherine, uma menina muito diferente das demais, impulsiva, agressiva, egoísta e individualista.
Desde seu aniversário, Ruby se depara com um turbilhão de sentimentos e dúvidas. Ela nunca conseguiu entender porque seu pai saiu de casa, porque as abandonou, e isso a corrói por dentro. Quando ela descobre que seu pai ainda está na cidade, e quer vê-la, isso cai como uma bomba em seu colo porque ela não sabe o que fazer. Ela quer vê-lo? Ela quer esquecê-lo? A única coisa que ela sabe é que ainda sente muito ódio dele e pena da mãe. E tudo piora quando ela descobre que uma de suas amigas não é tão sincera como ela imaginava. De que servem conselhos se quem os dá não tem moral para opinar?
No meio dessa confusão, Ruby conhece Charlie, um menino doce, meio fora do comum que mexe com seus sentimentos. Seu primeiro amor, seu primeiro namorado. E ele é essencial em sua vida, para acalmá-la, escutá-la, ampará-la e ajudá-la a decidir o que fazer. Mas no final do livro descobrimos que nem tudo é como parecia ser. Ruby enfrenta um choque de realidade que quebra todas as crenças que ela tinha até então. Máscaras caem e ela tem que aprender a enfrentar seus medos e inseguranças para tomar as rédeas da sua vida e vivê-la livremente pela primeira vez, sem a interferência de ninguém.
Quando li a sinopse do livro, achei que fosse um Chick lit adolescente, leve e divertido de se ler. Infelizmente não é. Achei o livro cansativo e arrastado. O tempo todo eu ficava esperando “algo” acontecer para dar um rumo e engrenar a história, mas esse “algo” nunca chegava. Em nenhum momento me diverti, ou ri, pelo contrário, o livro é bem dramático e intenso, como os sentimentos a flor da pele de um adolescente. Ruby está vivendo um momento bem negro de sua vida, então somos levados a dividir com ela esses momentos de dor, solidão, desespero e dúvida. Quando chegava cada vez mais perto do final, torcia para que a história me surpreendesse e desse uma guinada, mas infelizmente o final foi bem previsível e pouco emocionante.
Talvez tenha esperado demais desse livro, ou talvez não tenha gostado da narrativa da autora, por isso tenha me decepcionado. Nada contra literaturas infanto-juvenis, pelo contrário, adoro, já li várias, e também adoro ver filmes e seriados nesse estilo, porque lembro de mim adolescente e me identifico bastante com todas essas histórias de teenager drama, mas esse livro infelizmente não me impressinou e nem me prendeu.
Acho que o único ponto favorável que o livro teve, foi o fato de nos fazer pensar sobre os “conselhos de amiga”. Têm muitas pessoas que por medo e insegurança de viverem suas vidas, acabam vivendo conforme o que os outros dizem ou acham, por ser algo mais fácil e confortável de se lidar. Acontece que os outros não estão vivendo na nossa pele, e não têm condições de saber o que realmente é melhor pra nós. Aquela velha história, se conselho fosse bom, seria vendido e não dado. Temos que aprender a viver de acordo com os nossos sentimentos e crenças e deixarmos um pouco de lado a opinião dos outros, só assim seremos livres para errar e acertar, e para vivermos a nossa vida. Só assim não nos arrependeremos das escolhas que fizemos por causa de conselhos dados por outros. E acho que essa é uma das lições que Ruby aprende no final do livro.
P.S. Depois que termino de fazer minha resenha tenho o costume de ir no google pesquisar sobre a opinião de outras pessoas sobre o mesmo livro/filme/seriado, ver o ponto de vista delas, ver se não me esqueci de comentar algo relevante/importante. Duas coisas me chamaram atenção sobre as resenhas desse livro: Primeiro, cada resenha que li abordou um foco específico sobre o livro. Por ex., eu falei mais sobre os “conselhos de amiga”, a necessidade de vivermos a vida sem depender de ninguém, outras pessoas abordaram o tema divórcio, outras a relação de pais e filhos, outras sobre o crescimento pessoal, etc. Vendo isso, percebi como cada resenha, vistas de forma individual, são pobres por não conseguirem analisar a obra como um todo e de maneira profunda. E somente lidas em conjunto é que se pode realmente ter uma boa análise do livro.
Em segundo lugar, 95% das resenhas brasileiras que li compactuam com a minha opinião, dizendo que a obra realmente foi fraca, sem graça, que poderia ter desenvolvido melhor a história e os personagens. Então resolvi procurar por resenhas estrangeiras e fiquei totalmente surpresa quando vi que 100% delas amamaram o livro, dizendo que ele era hipnotizante, divertido, emocionante. Fiquei muito confusa tentando entender o porque da diferença de opinições. Me fez pensar muito e acho que a ficha finalmente caiu. Talvez o alvo das nossas críticas, decepção e desgosto não tenha sido o livro em si, a narrativa da autora e sim, a tradução. É a única explicação que tenho para essa divergência de opiniões entre nós brasileiras e as meninas lá de fora. Talvez a tradutora tenha sido infeliz ao pegar um texto bem escrito, divertido e ter transformado-o num texto formal e chato. Acredito que deva ser muito difícil traduzir um livro escrito em uma outra língua, de uma outra cultura, para a nossa. Mas creio eu que em muitos casos, infelizmente, ao invés de livros serem traduzidos, eles são adaptados e uma nova história é escrita. Agora fiquei muito curiosa. Adoraria saber a opinião de vcs, principalmente de quem teve a oportunidade de ler o livro original escrito em inglês.
Conselho de Amiga – Siobhan Vivian
Editora Nova Conceito
223 páginas
Comprar: Submarino
Barrow, Alasca. Durante os 30 dias do inverno local a cidade fica na mais completa escuridão. Neste período boa parte dos moradores viaja rumo ao sul, mas neste ano a cidade recebeu a visita de seres estranhos: um grupo de vampiros, que pretendem se aproveitar da noite constante para atacar os moradores locais. Para combatê-los um pequeno grupo é reunido, liderado pelo xerife Eben Oleson (Josh Hartnett) e por sua ex-esposa Stella (Melissa George).
30 dias de noite é um filme de terror produzido em 2007 e baseado na HQ de mesmo nome. Foi dirigido por David Slade e conta com a participação de estrelas como Josh Hartnett e Melissa George.
O filme começa nos apresentando o pequeno vilarejo de Barrow, no Alasca. Para quem não sabe, lá o clima é congelante e o inverno pode ser extremamente perigoso por causa da combinação do frio e do vento. No final de novembro o sol se põe, e assim permanece por um bom tempo. Desta forma, surge a famosa noite polar. Por causa disso, muitos habitantes da cidade resolvem fugir da escuridão indo para o Sul, para voltarem apenas quando o sol nasce de novo. Como Barrow não possui ruas pavimentadas e muito menos estradas que conectem o vilarejo a outras cidades do Alasca, a população depende exclusivamente dos aviões como meio de transporte. E os aviões deixam de operar assim que a noite polar chega, em razão das péssimas condições para voo e temperaturas baixíssimas.
Stella Oleson, ex-mulher do Xerife Eben Oleson, corre contra o tempo, tentando embarcar no último avião que a levaria para longe daquela cidade, porém, ela acaba sofrendo um acidente de carro que a atrasa e, portanto, fica ali condenada por trinta dias na escuridão. A população começa a se recolher em suas casas para enfrentar a longa noite que está por vir, mas algo sombrio e perigoso os surpreende, alterando o destino de todos os residentes da pequena cidade.
Quando a noite polar chega, Barrow é misteriosamente atacada por um grupo de vampiros. A energia elétrica e os meios de comunicação são desativados. As pessoas ficam totalmente a mercê, desprotegidas, entregues a própria sorte. Ninguém virá ajuda-los, ninguém terá como resgatá-los durante a escuridão.
Um violento massacre começa. Todas as pessoas são brutalmente exterminadas e aparentemente nada consegue deter os vampiros. Porém, um grupo se une liderados pelo Xerife Eben, com o objetivo de sobreviverem aos trinta dias de noite.
O desenrolar do filme, em minha opinião, é meio tedioso. Os dias vão se passando (é possível perceber unicamente pelo fato da barba de alguns homens terem crescido), e nada demais acontece além de mais algumas mortes, e outras pessoas que conseguem continuar fugindo. Fiquei decepcionada com o final, que prometia.
A locação (Alasca) foi muito bem escolhida para ambientar o filme, pois ajuda a criar tensão no expectador, e para provocar sustos, utiliza-se do velho recurso de aparições repentinas combinadas a uma trilha sonora ritmada. Para quem gosta de sangue, violência e carnificina, assista que vai adorar, mas não se esqueça do guarda-chuva (hehe). Infelizmente achei o filme fraco, pois não me satisfaço apenas com ação e sangue. Senti muita falta de uma história. Poderiam ter explorado melhor a história dos vampiros, por ex., de onde eles vieram, quem são eles? Muitas coisas ficaram sem explicação.
Conversando com meu marido percebi que ele teve uma opinião bem diferente da minha sobre o filme, tudo o que não gostei foi justamente o que ele gostou. Gosto é algo muito particular e complicado de se discutir né? Vi que a opinião também se diverge pela internet. Muitas pessoas adoraram, dizendo que é um filme de vampiro que dá medo de verdade e muitos detestaram.
Em resumo, só posso dizer que, para quem gosta de vampiros e morte, e desse gênero de filmes, assista. Para quem espera por algo mais, além disso, não perca seu tempo.
Título original: 30 Days of Night
Roteiro: Ben Templesmith, Brian Nelson, Jane Holland, Jo Willems, Steve Niles, Stuart Beattie
Direção: David Slade
113 minutos
Na trama, Julia e Tom, um time de compositores de sucesso interpretado por Debra Messing e Christian Borle, começam a trabalhar em um novo musical baseado na vida de Marilyn Monroe. Eileen, uma produtora tenaz (Anjelica Houston) aparece, dificultando a tarefa de encontrar a atriz que interpretará o ‘ícone da tela de prata’. Ivy Lynn, uma veterana da Broadway, parece ser a escolha óbvia. Mas Karen Cartwright (Katharine McPhee), uma jovem de Iowa com um sonho de se tornar estrela da Broadway, entra e faz todo mundo ficar na dúvida. Então, quem ficará com o papel e começará uma jornada que mudará suas vidas? É uma história antiga, mas uma estrela só poderá nascer mais uma vez. Enquanto isso, Julia e seu marido estão no meio de uma complicada adoção; o marido da produtora começa um processo de divórcio que poderia ameaçar as finanças do show, e o brilhante diretor, mulherengo pode descarrilar tudo pondo a jovem estrela em uma posição comprometedora.
Smash é um seriado musical americano criado por Theresa Rebeck e produzido por Steven Spielberg. Estreiou no Brasil no final de março no canal Universal Chanel e já promete uma segunda temporada. Ele tem como tema central as histórias que acontecem nos bastidores da Broadway, um universo que até então era restrito para meros mortais como nós.
O episódio piloto começa mostrando os inseparáveis amigos, Tom e Julia, decidindo criar um musical sobre Marylin Monroe. Para dar vida a esse projeto, além de um bom roteiro e lindas composições, eles precisam de uma boa equipe e patrocínio. Eileen, ex-mulher de um produtor conceituado no show biz, se apaixona pela ideia de Tom e Julia e vê nela a grande oportunidade de produzir seu primeiro musical e de provar a todos que ela é capaz e que não depende de seu ex-marido para nada, muito menos do seu dinheiro. Depois de abraçar o projeto, Eileen convida Derek, um brilhante e mulherengo diretor musical, e desafeto de Tom, para integrar a equipe. Mas estava faltando um ingrediente especial para esse musical se tornar um sucesso: uma estrela.
Assim começa uma incansável busca por uma cantora que irá interpretar Marylin. Abertos os testes, Karen, uma jovem e novata atriz, recém-saída do interior, se candidata e cativa os produtores do musical. Porém Tom já havia previamente indicado a sua amiga Ivy para esse papel. Ivy é uma mulher ambiciosa, dona de uma voz imponente e maravilhosa e experiente no mundo do show biz. As perguntas que permanecem durante toda a temporada são: Quem será Marylin? Para quem você vai torcer? Até onde você iria para conquistar a fama? Qual o preço que você pagaria por isso?
Em Smash nós descobrimos como os shows são montados, a dificuldade de se criar uma música certa ou até mesmo de encontrar um bom título para um musical, veremos partes do espetáculo, ensaios, os relacionamentos proibidos passados na coxia, brigas, traições, cumplicidade, tudo com um toque de drama, ironia e humor.
A série conta com uma produção de alto nível, um elenco escolhido a dedo, atores de grande peso, como Anjelica Huston, que está maravilhosa interpretando Eileen, e também com participações especiais como Uma Thurman e Nick, dos Jonas Brothers. A maioria das músicas são criações exclusivas para o musical da Marylin, feitas por Marc Shaiman e Scott Wittman, apesar da série também ter incorporado algumas releituras de músicas famosas como, por exemplo, de Christina Aguillera, Bruno Mars e Adele.
O último episódio de Smash é bombástico, digno do título escolhido por Julia para ser o título do musical. Infelizmente não posso falar nada a respeito sem “vazar informações”, a única coisa que posso dizer é que estou ansiosamente esperando pela segunda temporada. Super recomendadíssimo. Outra dica, para quem amar as músicas apresentadas no seriado assim como eu, comprem o CD do Smash, que vem recheado com 13 músicas, dentre elas, músicas originais e algumas releituras. Não me canso de ouvir.
Assistam o trailer abaixo. Infelizmente não encontrei um trailer legendado à altura do seriado, mas quem entender inglês, procurem pelo trailer extendido no youtube.
Após a morte de seu pai, Sal Paradise (Sam Riley), um aspirante a escritor de Nova York, conhece Dean Moriarty (Garrett Hedlund), um selvagem e carismático ex-presidiário. Determinado a evitar as armadilhas de uma vida, Sal cai na estrada juntamente com Dean, e isso se transforma em uma odisséia de mudança de vida física e emocional. Sedento de liberdade, eles descobrem o mundo, o êxtase da experiência, a ligação da humanidade e, finalmente, eles mesmos.
Na Estrada conta a história de Sal Paradise, um aspirante escritor de vinte e poucos anos que, na busca pela liberdade e por um sentido para a sua vida, coloca literalmente o pé na estrada, sem destino, após conhecer Dean Moriarty, um ex-presidiário, que vive a vida intensamente. Juntos, eles viajam pelos Estados Unidos em busca de diversão sem compromisso e de ardentes paixões.
Dirigido pelo brasileiro Walter Salles, Na Estrada é a adaptação cinematográfica da obra homônima de Jack Kerouac, um livro importante que caracterizou a “geração beat”. Como não li o livro, não tenho como traçar um comparativo mais aprofundado entre ambos. Posso apenas dar a minha humilde opinião de expectadora leiga.
Apesar de ter uma bela trilha sonora, lindas paisagens e boas cenas de shows de jazz, o filme é extremamente longo e cansativo e parece que não vai acabar nunca, além de contar com um roteiro fraquíssimo meio sem pé nem cabeça, sem um sentido lógico ou uma moral para a história. Ficou evidente que muitos compartilharam da minha opinião, pois durante a sessão várias pessoas se retiraram. Eu só não os segui em respeito à minha mãe que me pediu para acompanhá-la ao cinema.
Ademais, para algumas pessoas o filme também pode ser chocante, já que contém muitas cenas de sexo, drogas e promiscuidade de uma maneira muito mais explícita, mas também poética, em comparativo a outros filmes que também abordam a fanfarrice da adolescência, como por exemplo, American Pie.
Tenho que tirar o chapéu para Garret Hedlund, que interpretou Dean. Ele está fantástico, extremamente convincente e apaixonante. Kristen Stewart também não deixou a desejar ao dar vida a Marylou, um papel totalmente oposto ao qual interpretou nos filmes da série Crepúsculo.
No final, a única “lição” que talvez possamos extrair do filme é que a vida é a melhor escola para o crescimento pessoal e autodescobrimento. Somente vivendo e experimentando é que temos condições de fazer escolhas para a nossa vida, de optarmos pelo certo e descartarmos o errado e de pensarmos no que realmente queremos para o nosso futuro.
Tive que fazer muito esforço para escrever essa resenha e não detonar por completo o filme. Infelizmente eu não gostei, porque não é o meu estilo de filme. Mas também não quero desencorajar ninguém, porque gosto é algo muito particular, e não se discute.. hehe Por isso, adoraria saber a opinião de quem também viu ou leu o livro.
Beijinhos, Mi
Título original: On the Road Roteiro: Jack Kerouac e Jose Rivera
Direção: Walter Salles
137 minutos
Henry Mills (Jared Gilmore) é uma criança que vive na pequena cidade de Storybrook, em Maine, e que trata os contos de fada como se fossem reais. Adotado pela Prefeita da cidade, a intrépida Regina (Lana Parrilla), foge com o seu livro favorito de contos, procurando encontrar a sua mão biológica. Chegando em Boston, encontra finalmente Emma Swan (Jennifer Morrison), a sua mãe biológica, no dia do seu 28º aniversário. Emma é uma mulher só, também abandonada pelos pais biológicos e que demonstra enorme relutância em aceitar Henry como a criança que deu para adoção há 10 anos. No entanto Emma tem a capacidade singular de perceber se as pessoas estão ou não a dizer a verdade. Movida pela honestidade da criança – que ela percebe ser o seu filho – decide levá-lo de volta para a sua mãe (adotiva). No caminho, o rapaz vai-lhe explicando que ele próprio vive num conto de fadas, com a rainha má como madrasta. Conta-lhe também que todos os habitantes da cidade são personagens dos contos e que perderam a memória, numa terra onde o tempo parou por feitiço. Henry explica que somente Emma poderá salvá-los. Naturalmente que Emma não acredita em nada disso.
Once Upon a Time é um seriado de TV americano, escrito pelos mesmos roteiristas de Lost, surgindo como concorrente do seriado Grimm. Ele foi lançado no Brasil em abril deste ano, sendo transmitido pelo canal Sony, todas as quintas-feiras, às 21h. Por enquanto está na primeira temporada e tem 22 episódios, e para a minha felicidade, a segunda temporada já foi confirmada.
A série gira em torno do Conto de Fadas da Branca Neve e do Príncipe Encantado, porém, sob uma nova perspectiva. Dessa vez não há finais felizes. A rainha má culpa Branca de Neve pela sua infelicidade e, portanto, decide se vingar, ameaçando-a no dia do seu casamento com o Príncipe.
A rainha má lança uma poderosa maldição sobre todo o reino, no dia do nascimento da filha de Branca, que fará com que todos os habitantes sejam levados a um lugar horrível, um mundo sem magia, em que todos perderão a memória e os que amam. Desesperados, Branca e Encantado descobrem que há apenas uma escapatória para a maldição. Sua filha deve ser protegida, pois, somente ela poderá quebrar este poderoso feitiço.
Nos dias atuais, Henry, o filho adotivo da Prefeita de Storybrooke, ganha de presente da sua professora um Livro de Contos de Fadas e passa acreditar que está vivendo com a rainha má. A partir de então, começa uma busca por sua mãe biológica, Emma, pois acredita que ela é a filha da Branca de Neve e, portanto, a grande salvadora. Emma fica totalmente perturbada ao encontrar o menino que abandonou há 10 anos e decide levá-lo de volta para sua mãe adotiva. No caminho, Henry mostra à Emma o famoso livro, e revela a ela que todos os habitantes de Storybrooke são na verdade personagens de contos de fadas, porém de nada se recordam. Além disso, estão aprisionados na pequena cidade, sem poderem sair de lá em função da maldição. Isso faz com que comecemos a questionar, afinal, Henry está dizendo a verdade ou tudo não se passa de uma mente fértil de uma criança solitária que tem esperanças que sua vida mude para melhor?
Ao chegar em Storybrooke, Emma acaba sendo compelida a ficar, e quando toma tal decisão, misteriosamente o relógio da cidade, que estava parado, volta a funcionar. Para Henry, isso é mais uma prova de que a maldição está com seus dias contados, mas Emma continua a não acreditar em sua história. O menino então não mede esforços para provar para sua mãe biológica que ele não é louco, e que ela é a única que pode salvar a cidade e devolver aos seus habitantes os seus finais felizes.
Once Upon a Time é um seriado mágico, que vai te conquistar e você não vai desgrudar da telinha da TV. No decorrer da primeira temporada somos levados a desvendar vários segredos e descobrimos as histórias de todos os personagens e como elas acabam se cruzando. Quem está mentindo, quem está falando a verdade? Ele é um seriado de drama, investigativo e romântico, mas também com um ótimo toque de humor. O roteiro é muito bem elaborado e coerente e os episódios se passam nos dois mundos, no real e no de contos de fadas, que aparece para nós como se fossem flashbacks. Quem está esperando por grandes batalhas e lutas ficará desapontado, porque, apesar de ter alguns conflitos, nada é muito sangrento.
Apesar de ser taxado como um seriado de “menina”, discordo de tal rótulo, pois assisti com meu marido e meu primo e ambos adoraram. Vocês irão se encantar com os personagens, com os maravilhosos cenários e produções, com a delicadeza, a magia e os mistérios que as histórias nos são apresentadas. E no final, vocês torcerão pela felicidade de todos? Quem irá vencer? Será que o bem sempre vence o mal? Será que o mundo pode existir sem magia? Será que o amor pode realmente quebrar qualquer feitiço? Assistam e descubram!! Recomendadíssimo!! Não deixem de assistir o trailer abaixo!!
Once Upon a Time Canal Sony
1ª Temporada – 22 episódios
CAPAS
TRAILER
httpvhd://www.youtube.com/watch?v=i3DmXlM2h9E
Henry Mills (Jared Gilmore) é uma criança que vive as histórias de encantar como se de algo real se trate, na pequena cidade de Storybrook, em Maine. Adoptado pela Mayor da cidade, a intrépida Regina (Lana Parrilla), foge com o seu favorito livro de contos, procurando encontrar a sua mão biológica.
Chegado a Boston encontra finalmente Emma Swan (Jennifer Morrison), a sua mãe biológica, no dia do seu 28º aniversário. Emma é uma mulher só, também ela abandonada pelos pais biológicos e que demonstra enorme relutância em aceitar Henry como a criança que deu para adopção há 10 anos. No entanto Emma tem a capacidade singular de perceber se as pessoas estão ou não a dizer a verdade.
Movida pela honestidade da criança – que ela percebe ser o seu filho – decide levá-lo de volta para a sua mãe (adoptiva). No caminho, o rapaz vai-lhe explicando que ele próprio vive num conto de fadas, com a rainha má como madrasta. Conta-lhe também que todos os habitantes da cidade são personagens dos contos que perderam a memória, numa terra onde o tempo parou por feitiço. Henry explica que somente Emma os poderá salvar. Naturalmente que Emma em nada disto acredita.
Isabel Duncan, cientista do Laboratório de Línguas dos Grandes Símios, não se dá muito bem com as pessoas, mas entende os animais, especialmente os “bonobos”. Ela considera Mbongo, Bonzi, Sam, Jelani, Makena e Lola sua família. Virtuoses no uso da Linguagem Americana de Sinais, esses macacos são capazes de se comunicar plenamente numa língua humana. Porém, um atentado brutal coloca-os em sério risco. Teria sido uma ação terrorista premeditada por ambientalistas pela libertação dos “bonobos” ou apenas o início de uma trama escusa que culminará num grande golpe de mídia? Com a ajuda do jornalista John Thigpen, Isabel fará tudo o que estiver ao seu alcance para salvar seus amigos da exploração humana e de um destino cruel.
A Casa dos Macacos, escrito por Sara Gruen, a mesma autora de Água para Elefantes, foi para mim uma agradável surpresa. Ganhei esse livro da minha mãe em novembro de 2011 e somente agora resolvi lê-lo. Não sei nem explicar o porquê da relutância inicial que tive com ele. É uma leitura que te prende desde o início e você fica querendo saber o que vai acontecer nos próximos capítulos, torcendo pelos personagens, pois é um romance policial cheio de emoção, ação e mistérios.
A narrativa é na terceira pessoa e os personagens têm uma construção sólida e nos cativam logo de cara. Isso sem falar dos macacos. Macaco não é particularmente meu animal favorito, mas é lindo o jeito que a autora retrata os bonobos. Fiquei encantada com a docura de Bonzi, e com o temperamento sensível de Mbongo, com a peraltice de Lola e com o jeito espontâneo que eles têm para se comunicar. É incrível saber que essa raça de macacos, que até então nunca tinha ouvido falar, é extremamente inteligente e que é capaz de se comunicar conosco em duas línguas diferentes (entendem o que falamos e respondem na língua de sinais) e entre eles mesmos em uma linguagem própria e, além disso, passar tais ensinamentos aos seus filhotes.
No início do livro, somos levados a um “tour” pelo Laboratório de Línguas dos Grandes Símios, em Kansas, onde John Thigpen, jornalista, entrevista Isabel Duncan, cientista, a respeito do Projeto que eles desenvolvem com os macacos. Porém, inusitadamente, o laboratório sofre um atentado terrorista promovido pela Liga de Libertação da Terra, que acusa os cientistas de aprisionarem e maltratarem os bonobos. Os macacos são “libertados” e Isabel fica gravemente ferida. John retorna à Kansas numa tentativa de conseguir uma entrevista exclusiva, e esta reportagem na qual ele estava trabalhando acaba se tornando a mais importante da sua carreira.
O mundo de Isabel sai de órbita quando os macacos desaparecem. São vendidos de forma suspeita para um comprador anônimo. Longe de sua “família” (como ela os chamava) e sem saber como estão Isabel sucumbe à dor, ao vazio e ao desespero.
No decorrer da história somos apresentados aos horrores que os macacos em geral, principalmente os chimpanzés, são submetidos, sendo expostos a doenças, drogas, cosméticos, etc, para os cientistas descobrirem como o corpo humano reagiria a esses fatores.
Os bonobos por sua vez, são explorados de uma forma repugnante, puramente comercial, que vocês irão saber ao ler o livro. Após descobrir onde os bonobos estavam sendo mantidos, Isabel se junta a outros amigos, dentre eles John, para desvendar uma rede de conspiração e crimes e fará tudo o que tiver ao seu alcance para salvar seus amigos de um destino cruel.
Este livro, apesar de ser ficção, foi baseado em fatos reais e tocará seu coração, principalmente os daqueles que já amaram incondicionalmente algum tipo de animal. A história nos faz refletir acerca da nossa sociedade, do jeito que os animais costumam ser tratados, como objetos, do que os homens são capazes de fazer por dinheiro e fama e do que o amor é capaz. Vou torcer para que ele também vire filme. Recomendadíssimo!!
A Casa dos Macacos – Sara Gruen
Editora Record LTDA
397 páginas
Comprar:Submarino (só R$29,90)
A psicóloga Fiona Cameron dedicou a vida a capturar criminosos para impedir que outras pessoas morressem de forma tão brutal quanto Lesley, sua irmã caçula que fora estuprada e assassinada. Contudo, jurou jamais trabalhar para a Scotland Yard novamente, uma vez que agiram contra seus conselhos e, como resultado, destruíram uma investigação.
No entanto, ao descobrir que há um assassino à solta liquidando escritores da mesma forma como as vítimas são mortas nos livros, ela não consegue deixar de suspeitar que seu namorado, o premiado autor de suspense Kit Martin, seja um alvo em potencial, e decide investigar.
Sombras de um crime é sem dúvida, o melhor livro suspense policial que já li em toda minha vida. Tão envolvente, aterrorizante e num ritmo frenético.
Fiona Cameron é uma psicóloga especialista em Conexão criminal, estudando o perfil geográfico de maníacos assassinos. Ela optou por essa profissão, depois que sua irmã caçula foi brutalmente estuprada e assassinada. Infelizmente ela jamais encontrou o assassino de sua irmã.
Fiona é durona em seu trabalho, mas quando está em casa, é só carinhos com seu namorado Kit, famoso escritor de livros de suspense.
Depois de alguns desentendimentos com seus superiores, ela jurou que nunca mais trabalharia para a Scotland Yard. Até que um serial killer começa a agir. Ele caça, tortura e mata famosos escritores de suspense que tiveram suas obras adaptados para o cinema ou TV. E os mata exatamente como os personagens de seus próprios livros.
“Nenhum criminoso era mais difícil de ser capturado do que um assassino sem uma ligação aparente com a vítima, alguém cuja lógica só fazia sentido para ele mesmo, que deixava poucos rastros e era inteligente o suficiente para se manter alguns passos à frente de seus perseguidores.”
Após o assassinato do terceiro escritor de suspense, todos amigos de Kit, a Policia finalmente acredita na teoria de Fiona. De que todos os assassinatos estão ligados, não foram aleatórios. E ela agora teme pela vida de seu amor, pois além de ser um grande escritor de suspense, sua obra foi adaptado para o Cinema.
Ela precisa correr contra o tempo para poder salvá-lo e sabe exatamente como o serial killer irá executá-lo. Exatamente como Kit escreveu em seu livro. Com todo aquele sangue e tortura…
“O terror esmagou-lhe o peito. Sabia exatamente o que estava por vir. Afinal de contas, ele próprio escrevera o enredo.”
Sombras de um Crime é aquele tipo de livro que te tira o sono, te tira o fôlego! Literalmente. Eu devorava o livro, e ficava tensa, angustiada e querendo saber o que viria página após página. É livro de suspense mais bem escrito que já li. em momento algum você vai se sentir enfadada da leitura. É adrenalina do começo ao fim.
Os personagens são muito bem construidos, intensos, reais. A autora, Val McDermid, nos faz mergulhar na mente de um assassino. Através do diário do serial killer, ficamos aterrorizadas, estarrecidas com tamanha crueldade e sangue frio. Algumas cenas são tão fortes que chega a embrulhar o estômago, tamanha a capacidade da autora em nos mostrar o pior lado da mente humana.
Esse foi o primeiro livro da autora que li, com certeza agora já quero todos os outros títulos lançados aqui no Brasil, Um corpo para o Crime, O eco distante, Prelúdio para a morte e Domínio Sombrio.
Quem é fã de um bom livro de suspense, com direito a um serial killer implacável e sanguinário, não pode deixar de ler. Recomendadíssimo.
Um dos autores mais lidos no mundo, Harlan Coben traz uma nova história com seu personagem mais premiado. Myron Bolitar ficará frente a frente com um passado de mentiras e traição. Uma mensagem anônima deixada no Facebook da ex-estrela do tênis Suzze T põe em dúvida a paternidade de seu filho. Grávida de oito meses, ela pede a ajuda de seu agente e amigo Myron Bolitar para descobrir o responsável por essa intriga e trazer de volta seu marido, o astro do rock Lex Ryder, que saiu de casa depois de ler o texto. Descobrir o paradeiro de Lex não é tarefa difícil para um ex-agente do FBI. Mas, na mesma boate onde o encontra, Myron é surpreendido ao ver Kitty, a mulher que fugiu com seu irmão, Brad, e o afastou para sempre da família. Tentando ajudar a amiga e reencontrar o irmão mais novo, Myron se vê preso numa rede de segredos obscuros que põe em risco as pessoas que ele mais ama. Agora, só a verdade poderá salvá-las. Mas, para que ela prevaleça, nenhuma mentira pode restar – seja ela de Suzze, Lex, Kitty ou do próprio Myron. Nesta premiada história, Harlan Coben mais uma vez consegue construir uma trama envolvente, que fala de fama, ganância e rivalidade e surpreende por seu toque humano. Na aventura mais difícil de Myron Bolitar, seu passado vem à tona e, junto com ele, feridas que jamais se fecharão.
Essa é mais uma aventura do agente mais carismático criado por Harlan Coben, Myron Bolitar.
Depois de receber em seu Facebook uma mensagem anônima e comprometedora, questionando a paternidade de seu filho, a ex tenista Suzze T. grávida de 8 meses, pede ajuda a seu amigo e agente Myron Bolitar. O marido de Suzze, astro do rock, Lex Ryder, acaba não aceitando bem essa brincadeira de mal e gosto e a resolve sair de casa.
Em sua procura por Lex Ryder, Myron acaba encontrando em uma boate, sua cunhada Kitty, que não via a 16 anos, devido a problemas familiares envolvendo Myron, seu irmão Brad e Kitty. Mas Kitty, ao ver Myron acaba fugindo dele. Agora Myron além de procurar por Lex Ryder, precisa urgentemente descobrir o paradeiro de Kitty e ter noticias de seu irmao desaparecido.
Nessa história, que segue logo após “Quando ela se foi“, podemos ver que Terese agora é noiva de Myron. Sem fazer muita referência ao livro anterior, Harlan Coben, novamente nos deixa anciosos com seu suspense e ação. Em Alta Tensão, o foco principal da história são os segredos de família que podem de uma hora pra outra, por um simples mal entendido, destruir carreiras promissoras, abalar fortemente as estruturas de uma sólida amizade.
Harlan foca muito também no quão importante são as interferências que amigos e parentes fazem uns na vida dos outros, quase sempre com a melhor das intenções, mas nem sempre é assim. E acabam afastando quem amam.
Apesar de ser Harlan Coben, que sou super fã, esse foi o mais fraco dos livros dele que já li: Não conte a ninguém, Cilada e Quando ela se foi. Meu favorito ainda continua sendo Cilada. Achei que faltou um pouco mais de suspense, de tensão Mas a história em si é muito boa, como sempre, no começo achamos aquele emaranhado de situações desconexas, mas que aos poucos vão se encaixando, como em um quebra cabeça. E no final faz todo o sentido. E o melhor de tudo é que era Myron Bolitar, o grande queridinho agente do momento Leiam, depois contem o que acharam.
Delilah Darling tem quase 30 anos e já se relacionou com 19 rapazes. Sua vida sentimental não tem sido exatamente brilhante, pois todo cara que conhece parece fugir do relacionamento. Quando lê uma matéria no jornal em que a média de homens para uma mulher de 30 anos é de 10,5, fica desesperada e assustada por estar muito acima dessa média. Além de tudo, o artigo no jornal terminava falando que, se a mulher tivesse o número acima dessa média, seria impossível a pessoa certa. Na tentativa de não aumentar seu número e perder de vez a chance de se casar, Delilah sai à procura de seus antigos namorados e tenta reconquistá-los. Será que um deles estará disposto a esquecer do passado e começar uma linda história de amor?
Qual seu número revela os segredos de cada mulher e prova que, quando se trata de assuntos do coração, números são apenas uma fração de tempo.
Assim que recebi o livro “Qual seu número?” larguei tudo o que estava lendo para me dedicar inteiramente a ele. E felizmente não me arrependi!
Delilah é uma garota de 29 anos, sem muita sorte na vida. Acaba de perder o emprego e descobre em uma matéria do jornal que a média ideal de relacionamentos amorosos que uma mulher de 30 anos pode ter é 10,5. Claro que ela fica desesperada, pois aos 29 anos já teve 19 relacionamentos íntimos.
Ao perder o emprego então, ela toma uma decisão maluca. Vai procurar todos os seus ex-namorados tentando assim descobrir se um deles é o amor de sua vida, que acabou passando despercebido. Ela junta todo o seu dinheiro, aluga um carro e parte na jornada que cruza o país atrás de seus ex.
Como ela não sabe o paradeiro de alguns desses rapazes, ela conta com a ajuda de seu vizinho lindo e solteiro, Colin, que faz alguns trabalhos como investigador e é também ator e bartender.
A partir do momento que Delilah encontra o primeiro ex, não necessariamente na ordem em que os conheceu, começa as desilusões e claro, uma trapalhada atrás da outra. Se na primeira vez eles já não eram assim um príncipe encantado, imagina agora, depois de alguns anos?
As cenas descritas no livro são hilárias e totalmente “reais”, nada surreal, como em alguns Chick-lits que leio por ai. Quando ela encontra o primeiro ex, ela se lembra de que ele era fascinado pelo seu cachorro. E quando o vê em um parque próximo a sua casa, ela decide que precisa também ter um cachorro para poder ter mais assunto com o rapaz.
Delilah então vai a um Pet-shop e compra a cadelinha Eva, que acaba se tornando sua companheira inseparável nessa viagem maluca. Aliás, uma das cenas mais hilárias da história, Eva é a protagonista. Em meio a toda essa correria, de cidade em cidade atrás dos seus ex, Delilah ainda tem que lidar com sua mãe neurótica, que acha que ela é lésbica, pois nunca consegue arrumar um namorado. E com o noivado de sua irmã mais nova, onde todos sentem ainda mais pena da pobre Delilah”.
Enfim, o livro é muuuuito bom! Pura diversão em todas as 414 páginas. Estou anciosíssima para assistir o filme, que aliás, o livro tem a mesma capa. Para as fãs de Chick-lit, se preparem para dar altas risadas. Mas eu recomendo não lerem esse livro em locais públicos. Eu levei pra ler no consultório enquanto esperava minha consulta. E passei a maior vergonha, segurando o riso e todos ao lado olhando pra minha cara, pensando #aloka hahaha. Vou deixar aqui o trailer do filme, que em breve estréia nos cinemas brasileiros. Só espero que seja tão bom quanto o livro, o que eu sinceramente acho difícil, pois quase nunca é. Beijos e até a próxima!
Qual seu número? Karyn BosnakEditora Novo Conceito414 páginasComprar: Saraiva(Baratinho, só R$20,80)
httpvhd://www.youtube.com/watch?v=Eh4u0zwrJjQ
Grandes coisas estão prestes a acontecer na casa dos Maple. A mãe vai ter um bebê,o que significa que agora haverá quatro irmãs Rittle em vez de apenas três. Mas quando a bebê Lily nasce prematura e não pode vir do hospital para casa, Maplesabe vai até ela para salvar sua irmã. Então, ela e Dawn, armada com um mapa e alguns restos do jantar, descem rio abaixo e atravessam uma montanha para encontrar a mulher sábia que pode conceder milagres. Agora é não apenas a sobrevivência de Lily que eles têm que se preocupar, mas também a sua própria. Os perigos que Maple e Dawn encontram em sua jornada as fazem perceber uma ou duas coisas sobre milagres – e sobre elas mesmas.
Maple,Dawn e Beettle, as irmãs Rittle moram em uma pequena casa na montanha. Maple é a sonhadora da família, Dawn é a certinha e inteligente e Beetle ainda é um bebê. Elas estão prestes a ganhar mais uma irmãzinha, a pequena Lily, que ainda está na barrigada da mãe.
Quando sua mãe passa mal e o bebê acaba nascendo prematuro, a família toda fica muito angustiada e apreensiva. A pequena Lily não está nada bem e só um milagre poderá salvá-la.
Maple conhece muito bem a história/lenda da Mulher Sábia da Montanha. Com sua água milagrosa ela pode curar qualquer enfermidade, combater qualquer mal. Então, Maple decide que precisa urgentemente ir ao encontro da Mulher Sábia conseguir um pouquinho de sua água milagrosa. Só assim, sua irmãzinha Lily conseguirá viver.
Ela planeja tudo em segredo de sua irmã e de sua avó que ficou para cuidar delas. Mas Dawn acaba descobrindo e tenta impedi-lá de cometer essa loucura, afinal, pelos mapas encontrados nos livros de seu pai, a gruta da Mulher Sábia da Montanha fica a mais ou menos 15 km rio abaixo. Mas ao perceber que nada mudará os planos de Maple, Dawn decide acompanhá-la, afinal, ela é a irmã mais velha.
No momento em que elas entram no barco, acompanhadas de Xereta, o cachorrinho da família, elas vivem a maior aventura de suas vidas. Descendo a correnteza do rio, elas irão enfrentar muitos perigos. Mas ambas estão convencidas de que todo esforço vale a pena para tentar salvar a vida da pequena Lily.
Agora o que eu achei do livro: A história é boa, transmite uma bonita mensagem de amor fraternal, amizade e fé. Tudo seria perfeito, se não fosse pelo “pequeno” detalhe de que a protagonista da história, a Maple tem apenas 9 anos! E sua irmã mais “velha”, apenas 12 anos.
Acho que a autora se equivocou um pouquinho ao criar personagens tão crianças. Não combina em nada com as situações, nem com os pensamentos, principalmente da Maple que é muito madura para uma criança de 9 anos. Nas primeiras páginas, quando Maple começa a nos contar sua história, eu sinceramente imaginei que ela tivesse uns 15/16 anos, no mínimo. Quando mais a frente descobri que tinha apenas 9, fiquei surpresa.
Como eu já disse, a história é boa, mas é bem infantil, bem ao estilo “A ilha perdida” que por sinal é um livrinho que eu amava. Ao ler a sinopse e mesmo pela capa, não dá pra ter noção de que não é um livro tão adulto, apesar de que a intensão é essa Recomendo para jovens leitores que gostem de uma boa “Jornada” com muita aventura. Aliás, meu filhote de 9 anos vai ler, depois conto o que ele achou.
Durante a vida inteira, o pequeno e frágil Will sonhou em ser um forte e bravo guerreiro, como o pai, que ele nunca conheceu. Por isso, ficou arrasado quando não conseguiu entrar para a Escola de Guerra.
A partir daí, sua vida tomou um rumo inesperado: ele se tornou o aprendiz de Halt, o misterioso arqueiro, que muitos acreditam ter habilidades que só podem ser resultado de alguma feitiçaria.
Relutante, Will aprendeu a usar as armas secretas dos arqueiros: o arco, a flecha, uma capa manchada e… um pequeno pônei muito teimoso. Podem não ser a espada e o cavalo que ele desejava, mas foi com eles que Will e Halt partiram em uma perigosa missão: impedir o assassinato do rei.
Essa será uma viagem de descobertas e aventuras fantásticas, na qual Will aprenderá que as armas dos arqueiros são muito mais valiosas do que ele imaginava.
Will é uma das crianças criadas em um castelo onde elas são consideradas protegidas por terem algum dom ou força especial, quando elas completam 15 anos é feito uma reunião com os professores da Escola de Guerra onde essas crianças são escolhidas para determinadas escolas.
O garoto Will é pequeno, magrinho, perdeu seus pais ainda criança, é aquele tipo de garoto que ninguém daria nada por ele. E como esperado, ele foi o último a ser escolhido, mas para sua surpresa ele estava sendo observado já há algum tempo por Halt. A maioria dos adolescentes queriam ser cavaleiros, por ser um status bonito e Will como todos também queria, e isso serviria como um tipo de homenagem ao seu pai que era considerado um herói mas o garoto não sabia o motivo pelo qual ele era considerado como tal. Mas o garoto Will tinha uma habilidade que poucos desenvolviam, a habilidade de passar por certos lugares sem ser visto, e com isso Halt o escolhe para ser um Arqueiro. E a partir daí Will começa aprender e vivenciar muitas aventuras ao lado do seu professor, o arqueiro Halt .
Essa é uma série que vale a pena ler, a Editora Fundamento está de parabéns. Do conteúdo ao projeto gráfico está tudo maravilhoso, o livro tem um tom de verde nos detalhes, eu adorei as páginas e cada detalhe. No Brasil já tem lançado 8 títulos da série. Sendo eles:
1 As Ruínas de Gorlan (2009)
2 Ponte Em Chamas (2009)
3 Terra do Gelo (2009)
4 Folha de Carvalho (2009)
5 O Feiticeiro do Norte (2010)
6 Cerco a Macindaw (2010)
7 Resgate de Erak (2010)
8 Reis de Clonmel (2011)
Informações do autor:
John Flanagan é um escritor australiano, conhecido por ter publicado a série de livros Rangers: Ordem dos Arqueiros. Originalmente, escreveu estes livros para encorajar seu filho a ler. Michael era um garoto pequeno, assim como Will no livro, e todos os seus amigos eram maiores e mais fortes que ele. John queria mostrar que ler era divertido e que os herois não precisam ser grandes e musculosos. Começou como publicitário, depois se tornou escritor e editor de textos. Criou dingles para comerciais, folhetos e videos coorporativos. Também foi autor de comédias e dramas da TV.
Essa é uma série que vale a pena pelo conjunto da obra, e também pelas lições que o livro traz.
Quer conhecer mais sobre a série? Visite o site é muito bacana : http://www.rangersapprentice.com/
Shelley e a mãe foram maltratadas a vida inteira. Elas têm consciência disso, mas não sabem reagir — são como ratos, estão sempre entocadas e coagidas. Shelley, vítima de um longo período de bullying que culminou em um violento atentado, não frequenta a escola. Esteve perto da morte, e as cicatrizes em seu rosto a lembram disso. Ainda se refazendo do ataque e se recuperando do humilhante divórcio dos pais, ela e a mãe vivem refugiadas em um chalé afastado da cidade. Confiantes de que o pesadelo acabou elas enfim se sentem confortáveis, entre livros, instrumentos musicais e canecas de chocolate quente junto à lareira. Mas, na noite em que Shelley completa dezesseis anos, um estranho invade a tranquilidade das duas e um sentimento é despertado na menina. Os acontecimentos que se seguem instauram o caos em tudo o que pensam e sentem em relação a elas mesmas e ao mundo que sempre as castigou. Até mesmo os ratos têm um limite.
Mais uma vez estou aqui, sofrendo para começar uma resenha de um livro que me arrebatou! Mas vamos lá…
Shelley, uma adolescente de quinze anos, muito estudiosa e boa filha, está sofrendo terríveis ataques de bullyig na escola. E o mais triste, é que quem a ataca, são as suas ex-melhores amigas. Elas cresceram juntas, estudaram juntas e agora as três meninas mudaram, se tornaram adolescentes rebeldes, “modernas” enquanto Shelley, continuava a mesma menina ingênua e tímida que era aos doze anos.
Os ataques começaram sutilmente, com provocações verbais, sempre zombando Shelley por ser a mais gorda da turma, a mais feia, etc. Mas com o passar do tempo, as agressões verbais se transformaram em agressões físicas. Shelley chegava em casa cheia de hematomas e fazia o possível para esconder as marcas de sua mãe.
Até que um dia, um terrível ataque, quase causa a cegueira e Shelley fica com terríveis cicatrizes em seu rosto. Sua mãe, claro, acaba descobrindo tudo. E junto a todo esse sofrimento causado pelo bullying, a separação de seus pais cai como uma avalanche sobre sua cabeça. Ela está arrasada, elas estão arrasadas, mãe e filha. E agora só têm uma a outra.
Elas então resolvem se mudar para o campo, uma propriedade afastada da cidade e Shelley começa a ter aulas em casa, não suporta mais voltar a escola depois de todo o ocorrido. Mãe e filha se adaptam rapidamente a nova vida. Elas sabem que são covardes, são como ratos, mas afinal, são felizes assim vivem em harmonia, numa tranquila rotina. Sua mãe trabalha na cidade, Shelley tem aula com dois professores, de manhã e a tarde e tudo vai bem…
Até que no dia de seu 16º aniversário, Shelley e a mãe são surpreendidas por um estranho invadindo a casa e a tranquilidade de suas vidas. Esse estranho, vem para mudar completamente suas vidas. E como muda…
Não posso me adentrar em maiores detalhes, porque a partir desse momento, a história fica tensa, eletrizante, de perder o fôlego, literalmente.
Ratos é o primeiro livro adulto do autor Gordon Reece, que já virei super fã! Ele descreve cada cena com uma riqueza de detalhes tão grande, que mais parecia que eu estava assistindo um filme de suspense.Ele consegue mexer com o psicológico do leitor. Deixa a gente pensando o que faria no lugar das protagonistas. Teria a mesma coragem que elas, seria tão covarde quanto elas?
O mais interessante é perceber como a personalidade de mãe e filha foi mudando no decorrer da história. E como uma se espelha na outra, como uma depende da outra. Os laços afetivos são profundos principalmente nos momentos mais chocantes da história.
Enfim, é um livro forte, impactante, um thriller psicológico pra quem tem estômago forte mesmo! Aquele tipo de leitura que fica na cabeça por vários dias após virar a última página. Se eu recomendo? Claaaaro! Leiam, leiam, leiam o livro é nota 10!
Dana Hathaway ainda não sabe, mas vai acabar se metendo em apuros quando decide que é a hora de fugir de casa para encontrar seu misterioso pai na cidade de Avalon: o único lugar na Terra onde o mundo real e o mágico se cruzam. No entanto, assim que Dana põe os pés em Avalon, tudo começa a dar errado, pois ela não é uma adolescente comum – ela é uma faeriewalker, um indivíduo raro que pode viajar entre os dois mundos e a única pessoa que pode levar magia ao mundo humano e tecnologia a cidade de Faerie. . Não demora muito e Dana envolve-se no jogo implacável da política do mundo da magia. Alguém está tentando matá-la, e todos parecem querer alguma coisa dela, desde seus novos amigos e da família até Ethan, o lindo garoto com poderes fantásticos com quem Dana acha que nunca terá uma chance… Até ter uma. Presa entre esses dois mundos, Dana não sabe bem onde se encaixa ou em quem pode confiar, muito menos se sua vida um dia voltará a ser normal.
Dana Hathaway, uma adolescente de apenas 16 anos já carrega um fardo pesado na vida. Uma mãe alcólatra. Por conta disso, ela acaba assumindo todas as responsabilidades da casa, como pagar as contas, preparar as refeições para as duas, enfim, ela assume o papel que seria da sua mãe.
Cansada dessa situação, ela resolve dar um basta em tudo e sai a procura de seu misterioso pai, que mora na cidade de Avalon. Desde pequena ela sabe Avalon não é uma cidade comum.Possui muitos segredos e seres poderosos.
Mas ao fugir de casa, Dana não imaginava que iria se meter em tantas confusões. Chegando em Avalon ela descobre que seu pai está preso e é acolhida pela tia Grace, que não conhecia, irmã de seu pai. Mas tia Grace acaba se mostrando muito perversa e quando percebe, Dana está presa em Avalon.
A partir de então, sua vida se transforma num inferno, com muitas fugas e perseguições. Dana descobre que ela é um ser poderoso e muito raro. Filha de mãe humana e de pai feérico.Ela é uma Faeriewalker, um ser muito raro que tem acesso aos dois mundos. O mundo real e a Avalon.
Ela então é resgatada das garras da tia pelos irmãos, Ethan e Kimber, dois jovens que acabam explicando a ela como tudo funciona em Avalon. Imediatamente, Dana se sente atraida pela beleza incomum de Ethan. Ele é o garoto mais lindo que ela já viu em toda sua vida.
Mas Dana, vai perceber que nem tudo é o que parece, nem as pessoas são o que aparentam ser. Ela se sente mais sozinha do que nunca e não pode voltar pra casa. Está presa em Avalon e sem contato com seu pai, que nem sabe de sua existência.
Apesar da linguagem ser bem simples durante toda a história, em momento algum eu me empolguei com a leitura. Não que o livro seja ruim, é que eu achei que tudo se arrastava num ritmo muito lento. Mesmo nos momentos mais tensos, como as perseguições por exemplo, a autora não conseguiu imprimir um ritmo acelerado à narrativa.
Como o tema central da história são Fadas, acho que a autora poderia se aprofundar mais no tema, ela acabou complicando demais, na minha opionião, com muitos nomes complicados e histórias mirabolantes.
Agora, o ponto alto do livro, com certeza é a capa! É maravilhoooooosa, divina, uma das mais lindas que já vi! A Universo dos Livros caprichou, ficou lindo demais!
O bom é que a história tem continuação, e esse primeiro volume deixou no ar muitas coisas, que ficamos curiosas para saber. Vamos aguardar pelo segundo volume.
Glimmerglass – O encontro de dois mundos (Jenna Black)
Universo dos Livros294 páginasComprar: Submarino||Saraiva (*) (*) (*) Capa do segundo volume “Shadowspell”