27Dec
Dredd
Postado por MiCandeloro Em Distopia, Ficção Científica, Filme, Policial, Resenha

Na cidade violenta e futurista de Mega City One, a 120 anos no futuro, a polícia tem autoridade para agir como juiz, júri e carrasco. O juiz Dredd (Karl Urban), o mais temível deles, recebe uma missão: fazer um teste com uma juíza novata, a poderosa médium sensitiva Cassandra Anderson (Olivia Thirlby). No que seria apenas um dia de avaliação, os juízes aparentemente seguem para uma cena rotineira de crime, num cortiço conhecido como Peach Trees, administrada pelo clã da Ma-Ma. Quando eles tentam prender um dos capangas da organização criminosa, ela manda fechar o prédio de 200 andares e sai na captura dos juízes, que agora se encontram encurralados, numa luta implacável pela sobrevivência.

Dredd é um filme distópico, pós-apocalíptico, que se passa numa cidade futurista onde predominam a pobreza, o desemprego, o tráfico de drogas e a violência. A cidade é constantemente submetida ao controle do Estado, personificado pelas figuras dos “Juízes”. Os Juízes são oficiais da Lei. Eles podem tanto perseguir um suspeito, como fazem os policiais, qto condená-los a uma determinada pena e inclusive executá-los, se for o caso.

O filme conta a história de Dredd, um Juíz que é incumbido de levar uma novata para uma missão, que era para ser simples, averiguar três assassinatos num prédio gigante de 200 andares chamado Peach Trees. Porém, ao chegar no local e prender um grupo de banditos, eles se deparam com um dos suspeitos de ter cometido os assassinatos.

Aí é que toda a ação começa, pq a Ma-Ma, chefe da gangue que domina o edifício, não quer que o bandido seja preso e interrogado com medo de que descubram mais que o necessário. Por isso, ela inicia uma caça aos Juízes, interditando o prédio e proibindo que qualquer um entre, saia ou ajude os Juízes a escapar. Enquanto isso, o objetivo dos Juízes é sobreviver, aguardando o reforço que nunca vem e exterminando todos que surgirem na sua frente.

Verdadeiras cenas de chacina se sucedem. São tão realistas, tão cheias de efeitos especiais, que chegam a mexer com nosso estômago. Que pena que não tive a chance de ver a versão em 3D, pq sério, esse filme foi feito para ser assistido em 3D. Ele tem cenas fantásticas de slow-motion, perfeitas!

O filme meio que se resume a isso. Ele não é ruim. Para quem gosta de ação, combate e violência, vai adorar, mas acho que ele poderia ter explorado mto mais o conceito distópico apresentado. Achei ele fraco e raso no que diz respeito ao enredo, a história. Mas pelo visto essa não era nem de perto a intenção dos criadores. É um legítimo filme que não se exige pensar ou ter cérebro, apenas sentar e curtir as matanças usando um guarda-chuva.. hehe

Bjs, Mirelle

Título original: Dredd
Roteiro: Alex Garland, Carlos Ezquerra, John Wagner
Direção: Pete Travis
95 minutos
Classificação: 18 anos
2012
:heart: :heart:

TRAILER

httpvhd://www.youtube.com/watch?v=9CFx8gT8iOU




27Aug
Jogos Vozares – O filme

Num futuro distante, boa parte da população é controlada por um regime totalitário, que relembra esse domínio realizando um evento anual – e mortal – entre os 12 distritos sob sua tutela. Para salvar sua irmã caçula, a jovem Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece como voluntária para representar seu distrito na competição e acaba contando , com a companhia de Peeta Melark (Josh Hutcherson), desafiando não só o sistema dominante, mas também a força dos outros oponentes.

O filme retrata Panem, uma nação pós-apocalíptica, constituída por 12 distritos e governada por uma capital poderosa e totalitária. Todos os anos são promovidos torneios sangrentos em que dois adolescentes de cada distrito são oferecidos como tributos para combaterem entre si até a morte.

A história efetivamente começa quando Katniss Everdeen se voluntaria para ser o tributo feminino do 12º distrito, logo depois de sua irmã Primrose Everdeen ter sido a escolhida. Prim é muito nova e ingênua e Kat tem certeza de que ela não conseguiria sobreviver, portanto, num rompante de coragem e heroísmo se coloca no lugar da irmã para combater nos Jogos Vorazes juntamente com Peeta Mellark, o tributo masculino escolhido no sorteio.

Ambos são levados para a capital, onde são treinados por uma equipe que os ensina como sobreviver no jogo. Lá eles devem impressionar os patrocinadores por suas habilidades e carisma. Apenas com a ajuda dos patrocinadores, que durante o jogo os enviam “presentes”, é que é possível se manter vivo no torneio.

Quando o jogo começa, Kat e Peeta se separam indo cada um para um lado, afinal, no torneio é cada um por si. Fica visível que a intenção inicial de Kat é apenas fugir e sobreviver não tendo interesse de entrar em combate com nenhum outro tributo. Mas como nesse reality show o que interessa para o público são a ação e as mortes violentas, os organizadores tratam rapidamente de obrigá-la a agir. Kat é posta em situações de perigo que fazem com que ela vá ao encontro dos tributos mais mortais do jogo. Para sua surpresa, ela descobre que Peeta está entre eles e que a traiu, pois tinha como intenção levar tais tributos ao encontro dela para que a matassem. Mesmo assim Kat não abandona Peeta e acaba ajudando-o em seu momento mais difícil, quando está a beira da morte.

O casal de tributos do distrito 12 acaba se envolvendo emocionalmente fazendo com que o jogo dê uma reviravolta. Eles atraem a atenção dos patrocinadores e a torcida do público e por causa deles a principal regra é alterada. Para quem vocês irão torcer? Quem será o grande campeão? Até onde vocês iriam e do que vocês seriam capazes para conseguirem sobreviver? Assistam e descubram!!

Jogos Vorazes é um filme com muita ação, violência e romance na medida. Faz seus corações palpitarem e seus olhos vidrarem na telinha esperando pelos próximos acontecimentos. Quando ele estreou no cinema confesso que não tive a mínima vontade de assistir. Achei que fosse ser mais um filme barato de ação destinado à sessão da tarde, mas me surpreendi.

Achei muito interessante a abordagem que o filme fez sobre as diferentes classes sociais e o domínio que a capital tem sobre os distritos. Os distritos são tão pobres que me deu a impressão das pessoas ainda viverem na idade medieval. Não é a toa que os torneios anuais se chamam originalmente Hunger Games, um nome adequadamente escolhido retratando a situação degradante pela qual o povo tem de passar para não sucumbir à fome. A população faminta acaba indo pedir por comida aos governantes e em troca seus nomes são colocados na urna do sorteio do jogo. Quanto mais vezes você for pedir por comida, mais vezes seu nome é inscrito aumentando suas chances de ser sorteado.

Em contraponto a essa realidade nos deparamos com a riqueza, extravagância, futilidade e alienação das pessoas que vivem na capital. São por causa delas que os Jogos Vorazes existem. Pela fome que elas têm de ver e torcer por esses tributos e falsamente chorar por suas mortes. Será que se ninguém mais assistisse a esse reality show ele continuaria existindo? Obviamente que não.

Isso me fez pensar se chegaremos a esse ponto, de termos um reality show tão violento. Posso dizer que estamos no caminho, já que fica evidente que a grande maioria que assiste a esses programas gosta de ver as coisas pegando fogo, amores ardentes, traições e brigas.

Eu não li ainda os livros da trilogia, então não tenho como dizer se o filme foi fiel ao primeiro livro, só posso opinar sobre o que achei acerca do filme. Gostei muito da produção, do roteiro e dos efeitos especiais. Gostei dos cortes que fizeram nas cenas de assassinato fazendo com que elas ficassem mais emocionantes e poéticas. Não podemos esquecer que este filme não podia ter cenas explícitas de violência já que era também destinado a um público adolescente, e também pelo fato de, a meu ver, não ser o foco principal abordado no filme.

No final o filme nos deixou uma incógnita nos fazendo pensar se Kat realmente se apaixonou por Peeta ou se ela se envolveu com ele apenas com o intuito de se manter viva por mais tempo. Pelo visto teremos que esperar o segundo filme para descobrirmos. Adorei, recomendadíssimo. E vocês, o que acharam?

Título original: Hunger Games
Roteiro: Billy Ray, Gary Ross e Suzanne Collins
Direção: Gary Ross
142 minutos


TRAILER

httpvhd://www.youtube.com/watch?v=SUyLvbbm0pk




06Aug
Battleship – A Batalha dos Mares
Postado por MiCandeloro Em Ficção Científica, Filme, Resenha, Sobrenatural

Alex Hopper (Taylor Kitsch) é um oficial naval do navio USS John Paul Jones, comandado pelo almirante Shane (Liam Neeson). Alex é noivo de Sam (Brooklyn Decker), filha de Shane, apesar de não ser bem visto por ele. Já em alto mar, eles precisam unir forças com a tripulação do navio USS Samson, comandado pelo irmão mais velho de Alex, Stone (Alexander Skarsgaard), ao encontrar uma força alienígena desconhecida, que ameaça a existência da humanidade. Um grupo de cientistas, comandados por Cal Zapata (Hamish Linklater), e de especialistas em armas, como Cora Raikers (Rihanna), também compõem a equipe. Acompanhando tanto o lado dos humanos quanto o lado dos alienígenas, Battleship apresenta a intensa disputa pelo controle da Terra.

Battleship – A Batalha dos Mares é um filme produzido pela fábrica de brinquedos Hasbro, que tem levado seus produtos para as telas de cinema, como fez com Transformers e G.I. Joe, também conhecido como Comandos em Ação. Battleship foi feito baseado no jogo de mesmo nome, que todos conhecem (brinquei muito quando criança), com um enredo fraco, um orçamento milionário, uma baixa expectativa, porém com ótimas cenas de ação e efeitos especiais.

No início do filme, cientistas descobrem a existência de um planeta com condições muito similares as da Terra. Por conta disto, eles pressupõem que poderia ser um planeta habitado. Resolvem então tentar se comunicar emitindo sinais de satélite aguardando algum tipo de resposta. O que eles não esperavam é que os habitantes do planeta G invadiriam a Terra e tentariam dizimá-la.

Apesar do tema central do filme se tratar sobre a invasão alienígena, também somos convidados a conhecer a história de alguns personagens que são totalmente dispensáveis, como Alex Hopper. Ele tem 26 anos, é um homem vagal e perdido na vida. No dia do seu aniversário ele conhece Sam, uma linda mulher filha do almirante Shane. Para impressioná-la ele acaba cometendo uma loucura e para evitar a prisão, é convencido por seu irmão mais velho, Stone, a entrar para marinha.

Alex acaba conquistando má fama na marinha pelo seu jeito irresponsável e inconsequente de ser, o que faz com que ele acabe criando alguns desafetos e seja desprezado pelo pai de Sam. As cenas de ação começam quando cinco objetos não identificados se dirigem a Terra em nítida formação de ataque. Um deles se choca com um satélite e cai em Hong Kong, causando muita destruição, e os outros quatro caem no mar do Havaí.

Como tais objetos não são detectados por radar, Alex, Stone e Nagata vão com seus navios até o provável local da queda para investigarem. Ao chegarem lá eles se deparam com algo inexplicável e uma verdadeira batalha naval começa. A única esperança que eles têm de pouparem a Terra de uma extinção é destruírem as antenas de comunicação que foram utilizadas para mandarem sinais para o planeta G, a fim de que os ETs não consigam se comunicar com sua “casa” pedindo reforços. Essa missão só será possível com a ajuda da Sam, Mick e Dr. Nogdrady, que estão bem próximos desse local. Esse trio dá um contraponto à trama, pois é dele que surgem algumas cenas engraçadas.

No final do filme, entram em cena os marinheiros veteranos da Segunda Guerra Mundial, vividos por ex-combatentes de verdade, reforçando o sentimento de patriotismo dos americanos. Eles colocam para funcionar o USS Missouri, o navio “museu” que se torna uma peça chave para o combate contra os ETs.

Este filme não traz nenhuma novidade e se torna uma mera repetição de todos os outros filmes que falam sobre invasões alienígenas, porém com um ponto contra, não possui nenhum enredo, é extremamente fraco e deixa muitas perguntas no ar. Fiquei muito desapontada com a participação do Liam Neeson, que fez uma ponta insignificante no filme. Poderiam ter aproveitado muito mais o potencial desse ator. E sem muitos comentários sobre a participação da Rihanna. Para mim foi lamentável. Provavelmente só a convidaram por ser uma celebridade, de repente na tentativa de atrair um maior público. Mas ela se limita a diálogos monossilábicos e caras e bocas. Igualmente dispensável. Além disso, temos uma única cena no filme que relembra de fato o jogo Batalha Naval, mostrada mais no final. Mas quem procura por cenas de ação, combate, mortes e efeitos especiais, vai gostar ;o)

Título original: Battleship
Roteiro: Erich Hoeber e Jon Hoeber
Direção: Peter Berg
131 minutos

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httpvhd://www.youtube.com/watch?v=Dqm7QfYyK7I&feature=fvst




23Jul
30 Dias de Noite

Barrow, Alasca. Durante os 30 dias do inverno local a cidade fica na mais completa escuridão. Neste período boa parte dos moradores viaja rumo ao sul, mas neste ano a cidade recebeu a visita de seres estranhos: um grupo de vampiros, que pretendem se aproveitar da noite constante para atacar os moradores locais. Para combatê-los um pequeno grupo é reunido, liderado pelo xerife Eben Oleson (Josh Hartnett) e por sua ex-esposa Stella (Melissa George).

30 dias de noite é um filme de terror produzido em 2007 e baseado na HQ de mesmo nome. Foi dirigido por David Slade e conta com a participação de estrelas como Josh Hartnett e Melissa George.

O filme começa nos apresentando o pequeno vilarejo de Barrow, no Alasca. Para quem não sabe, lá o clima é congelante e o inverno pode ser extremamente perigoso por causa da combinação do frio e do vento. No final de novembro o sol se põe, e assim permanece por um bom tempo. Desta forma, surge a famosa noite polar. Por causa disso, muitos habitantes da cidade resolvem fugir da escuridão indo para o Sul, para voltarem apenas quando o sol nasce de novo. Como Barrow não possui ruas pavimentadas e muito menos estradas que conectem o vilarejo a outras cidades do Alasca, a população depende exclusivamente dos aviões como meio de transporte. E os aviões deixam de operar assim que a noite polar chega, em razão das péssimas condições para voo e temperaturas baixíssimas.

Stella Oleson, ex-mulher do Xerife Eben Oleson, corre contra o tempo, tentando embarcar no último avião que a levaria para longe daquela cidade, porém, ela acaba sofrendo um acidente de carro que a atrasa e, portanto, fica ali condenada por trinta dias na escuridão. A população começa a se recolher em suas casas para enfrentar a longa noite que está por vir, mas algo sombrio e perigoso os surpreende, alterando o destino de todos os residentes da pequena cidade.

Quando a noite polar chega, Barrow é misteriosamente atacada por um grupo de vampiros. A energia elétrica e os meios de comunicação são desativados. As pessoas ficam totalmente a mercê, desprotegidas, entregues a própria sorte. Ninguém virá ajuda-los, ninguém terá como resgatá-los durante a escuridão.

Um violento massacre começa. Todas as pessoas são brutalmente exterminadas e aparentemente nada consegue deter os vampiros. Porém, um grupo se une liderados pelo Xerife Eben, com o objetivo de sobreviverem aos trinta dias de noite.

O desenrolar do filme, em minha opinião, é meio tedioso. Os dias vão se passando (é possível perceber unicamente pelo fato da barba de alguns homens terem crescido), e nada demais acontece além de mais algumas mortes, e outras pessoas que conseguem continuar fugindo. Fiquei decepcionada com o final, que prometia.

A locação (Alasca) foi muito bem escolhida para ambientar o filme, pois ajuda a criar tensão no expectador, e para provocar sustos, utiliza-se do velho recurso de aparições repentinas combinadas a uma trilha sonora ritmada. Para quem gosta de sangue, violência e carnificina, assista que vai adorar, mas não se esqueça do guarda-chuva (hehe). Infelizmente achei o filme fraco, pois não me satisfaço apenas com ação e sangue. Senti muita falta de uma história. Poderiam ter explorado melhor a história dos vampiros, por ex., de onde eles vieram, quem são eles? Muitas coisas ficaram sem explicação.

Conversando com meu marido percebi que ele teve uma opinião bem diferente da minha sobre o filme, tudo o que não gostei foi justamente o que ele gostou. Gosto é algo muito particular e complicado de se discutir né? Vi que a opinião também se diverge pela internet. Muitas pessoas adoraram, dizendo que é um filme de vampiro que dá medo de verdade e muitos detestaram.

Em resumo, só posso dizer que, para quem gosta de vampiros e morte, e desse gênero de filmes, assista. Para quem espera por algo mais, além disso, não perca seu tempo.

Título original: 30 Days of Night
Roteiro: Ben Templesmith, Brian Nelson, Jane Holland, Jo Willems, Steve Niles, Stuart Beattie
Direção: David Slade
113 minutos

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httpvhd://www.youtube.com/watch?v=m_u6dC6v-7A




16Jul
Na Estrada
Postado por MiCandeloro Em Filme, Resenha

Após a morte de seu pai, Sal Paradise (Sam Riley), um aspirante a escritor de Nova York, conhece Dean Moriarty (Garrett Hedlund), um selvagem e carismático ex-presidiário. Determinado a evitar as armadilhas de uma vida, Sal cai na estrada juntamente com Dean, e isso se transforma em uma odisséia de mudança de vida física e emocional. Sedento de liberdade, eles descobrem o mundo, o êxtase da experiência, a ligação da humanidade e, finalmente, eles mesmos.

Na Estrada conta a história de Sal Paradise, um aspirante escritor de vinte e poucos anos que, na busca pela liberdade e por um sentido para a sua vida, coloca literalmente o pé na estrada, sem destino, após conhecer Dean Moriarty, um ex-presidiário, que vive a vida intensamente. Juntos, eles viajam pelos Estados Unidos em busca de diversão sem compromisso e de ardentes paixões.

Dirigido pelo brasileiro Walter Salles, Na Estrada é a adaptação cinematográfica da obra homônima de Jack Kerouac, um livro importante que caracterizou a “geração beat”. Como não li o livro, não tenho como traçar um comparativo mais aprofundado entre ambos. Posso apenas dar a minha humilde opinião de expectadora leiga.

Apesar de ter uma bela trilha sonora, lindas paisagens e boas cenas de shows de jazz, o filme é extremamente longo e cansativo e parece que não vai acabar nunca, além de contar com um roteiro fraquíssimo meio sem pé nem cabeça, sem um sentido lógico ou uma moral para a história. Ficou evidente que muitos compartilharam da minha opinião, pois durante a sessão várias pessoas se retiraram. Eu só não os segui em respeito à minha mãe que me pediu para acompanhá-la ao cinema.

Ademais, para algumas pessoas o filme também pode ser chocante, já que contém muitas cenas de sexo, drogas e promiscuidade de uma maneira muito mais explícita, mas também poética, em comparativo a outros filmes que também abordam a fanfarrice da adolescência, como por exemplo, American Pie.

Tenho que tirar o chapéu para Garret Hedlund, que interpretou Dean. Ele está fantástico, extremamente convincente e apaixonante. Kristen Stewart também não deixou a desejar ao dar vida a Marylou, um papel totalmente oposto ao qual interpretou nos filmes da série Crepúsculo.

No final, a única “lição” que talvez possamos extrair do filme é que a vida é a melhor escola para o crescimento pessoal e autodescobrimento. Somente vivendo e experimentando é que temos condições de fazer escolhas para a nossa vida, de optarmos pelo certo e descartarmos o errado e de pensarmos no que realmente queremos para o nosso futuro.

Tive que fazer muito esforço para escrever essa resenha e não detonar por completo o filme. Infelizmente eu não gostei, porque não é o meu estilo de filme. Mas também não quero desencorajar ninguém, porque gosto é algo muito particular, e não se discute.. hehe Por isso, adoraria saber a opinião de quem também viu ou leu o livro.

Beijinhos, Mi

Título original: On the Road
Roteiro: Jack Kerouac e Jose Rivera
Direção: Walter Salles
137 minutos

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httpvhd://www.youtube.com/watch?v=90uDg_DN6MA




02Jul
American Pie – O Reencontro
Postado por MiCandeloro Em Filme

Olá pessoal, meu nome é Mirelle Candeloro, tenho 27 anos, sou Advogada, Designer de Scrapbook Digital e amante de livros, filmes e seriados. Sou amiga da Ju Oliveira, e fui convidada para ser colaboradora aqui do Blog. Fiquei muito feliz com o convite porque fazia tempo que sonho em fazer resenhas e expressar minhas opiniões sobre as coisas que leio e assisto. Pulei de alegria pela Ju ter me cedido esse espaço e espero poder contribuir para que esse Cantinho continue cheio de ótimas sugestões de leitura/filmes/seriados para vocês. Espero que gostem!!

Hoje vou começar falando do filme American Pie – O Reencontro:

Jim (Jason Biggs) e Michelle (Alyson Hannigan) estão casados e têm um filho, Evan (George Christopher Bianchi). A nova situação como pais fez com que se afastassem sexualmente, apesar de ambos manterem o apetite sexual. Kevin (Thomas Ian Nicholas) é casado e, segundo Jim, o “dono de casa perfeito”. Oz (Chris Klein) se tornou apresentador de um programa de esportes na TV e leva uma vida de aparências ao lado da namorada. Finch (Eddie Kaye Thomas) simplesmente desapareceu e mantém contato apenas através de sua página no Facebook. Jim, Kevin, Oz e Finch foram convidados para a festa de reunião da turma de 1999 e, para matar a saudade dos bons tempos, decidem se encontrar na cidade em que moravam dois dias antes da festa. Logo ao chegar eles reencontram Stifler (Seann William Scott), que trabalha como estagiário em uma importante empresa mas é sempre humilhado pelo chefe. Juntos, eles percebem o quanto mudou em suas vidas desde a época em que eram adolescentes, precisam lidar com as responsabilidades que surgiram e ainda reencontram antigos amores e amigos.

American Pie – O Reencontro é o oitavo filme da série American Pie, dirigido por Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg, lançado em abril de 2012 no Brasil. Para quem não conhece (acho difícil), American Pie é uma série de filmes de comédia que fala basicamente sobre a curtição da adolescência, as festas e pegações e as amizades de colégio. São filmes engraçados, para quem gosta do gênero, e sem pudor, pois têm muitas cenas de sexo e nudez.

American Pie ficou famoso e extremamente popular entre os adolescentes, e pode-se dizer que foi um filme a frente da sua época. Em um tempo que ainda não existia orkut, facebook, youtube e os memes de internet, retratou as tentativas frustradas de um adolescente tentando ter a sua primeira relação sexual, filmada por uma webcam para que os amigos assistissem e que acabou caindo na rede, sendo visto por todos os habitantes da cidade.

No American Pie – O Reencontro, treze anos se passaram desde que os quatro amigos, Jim, Kevin, Oz e Finch, se formaram no segundo grau. Jim atualmente está casado com Michelle e eles têm um filho, Evan. Eles estão passando por uma crise no casamento e não sabem mais como resgatá-lo tornando-o insustentável. Kevin é casado e é o marido “perfeito” (no ponto de vista de algumas mulheres), companheiro, amigo e faz todas as vontades da esposa. Oz se tornou apresentador de um programa de esportes na TV e vive uma vida de luxo e fama ao lado da namorada. E Finch, até então estava sumido e apenas mantinha contato com os demais pelo Facebook.

Os quatro amigos recebem um convite para uma festa de reunião da turma de 1999, e decidem se encontrar na cidadezinha de East Great Falls dois dias antes da festa para relembrarem os velhos e bons tempos. É aí que a sessão nostalgia começa. O grupo reencontra Stifler, que vê nesse reencontro uma grande oportunidade para diversão e propõe ao grupo curtir esses dois dias como se ainda tivessem no colégio, como se o tempo não tivesse passado.

Quando eles caem na gandaia, eles se dão conta de que não fazem mais parte desse mundo adolescente e de que não podem mais agir como tal. Todos os antigos personagens se reencontram, e isso mexe emocionalmente com todos, fazendo-os refletir sobre suas vidas, seus sonhos e os rumos que elas tomaram.

O pai de Jim rouba a cena no filme. Ele sempre foi muito engraçado, mas dessa vez ele se supera. Neste filme faz três anos que Noah, o pai de Jim, ficou viúvo, e por consequência, perdeu a razão de viver. Jim resolve levá-lo a uma festa na casa do Stifler para animá-lo, e lá ele conhece a famosa mãe do Stifler e muitas coisas acontecem. No fim, Stifler se vinga de Finch de uma forma que não posso contar sem ser spoiler.. hehe

Confesso que achei que ia rir muito mais do que ri assistindo o filme. Mas eu estava na verdade tão concentrada na história, no desfecho, me despedindo dos personagens que tenho um carinho especial e dos quais tanto ri quando era adolescente que acabei não achando tanta graça nas palhaçadas habituais que essa série sempre explorou.

Os filmes do American Pie sempre foram muito criticados. Muitas pessoas os consideram medíocres, bobos, obscenos e até vulgares, mas eles na verdade retratam bem o estilo de vida dos adolescentes americanos.

Para quem viu todos os filmes da série, vale a pena ver este. O filme é muito fiel a toda história e dá uma ótima continuação e desfecho aos três primeiros filmes, e um gostinho de quero mais. Fiquei imaginando como seria um filme com os filhos deles adolescentes. Para quem não assistiu a nenhum American Pie, mas gosta de uma boa comédia escrachada e de rir bastante, assista também e divirta-se.

Depois quando assistirem, me contem o que acharam, ok ;o)

Bjinhos e até a próxima, Mi

Título original: American Reunion
Roteiro: Adam Herz, Hayden Schlossberg e Jon Hurwitz
Direção: Hayden Schlossberg e Jon Hurwitz
113 minutos

TRAILER

httpvhd://www.youtube.com/watch?v=NAJJk9Ne_8E

Hayden Schlossberg e Jon Hurwitz



09Nov
A Fera
Postado por Gabi Em Colunistas, Filme, Lançamento

Olá pessoas! Cismei de fazer uma resenha sobre um livro que saiu do forno recentemente (pelo menos para nós, humildes brasileiros). O livro é A Fera de Alex Flinn.

Me arrisco em dizer que todos conhecem a história tão aclamada da Disney, A Bela e a Fera, e o enredo do livro é exatamente esse, a novidade é que vemos tudo pela perspectiva da Fera, e claro ela se passa agora na atualidade em Nova York. Eu cometi o erro gravíssimo (ou não) de assistir o filme antes de ler o livro, e me surpreendi demais. Porque essa adaptação mudou muita coisa, galera. Mas vamos por partes.

O livro é muito fácil de ler, e de forma positiva. Acabei lendo em um dia (um dia muito á toa, pré-enem e tudo mais), porém já vi outras pessoas comentando que leram em três dias ou menos. Sempre que descubro que um livro é super rápido de se levar imagino que de duas ou uma, ou é muito bom, ou é muito ruim, digamos que A Fera está mais pro lado bom do que o lado ruim.

Conta a história de Kyle Kingsbury, aquele menino bonito, popular e rico que sempre chama a atenção das meninas, e é basicamente o príncipe da escola. O que o rapaz tem de beleza falta em educação e bom sendo. Ele é mal educado, egoísta e incrivelmente fútil. Leva sua vidinha se preocupando apenas com a beleza superficial e situação financeira das pessoas, até que ele mexe com a menina errada. Kendra aparece como aquela deslocada de todos, e Kyle se aproveita disso, convida a menina para o baile, mesmo não tendo nenhuma intenção de realmente levá-la. Através dessa humilhação sem graça ele descobre que Kendra não é apenas uma menina estranha da escola, ela é uma bruxa, e não está nada feliz com o que Kyle está fazendo da sua vida, e com isso lança um feitiço sobre ele, o transformando em uma fera, feia e assustadora, assim como sua aparência interior. E comumente o feitiço só poderia ser quebrado com o beijo de um amor verdadeiro.

Com um pai que só se preocupa em manter as aparências, Kyle é levado para um apartamento privado do outro lado da cidade. Isolado de tudo e de todos, ele só tem a companhia de Magda, sua empregada, e Will, su professor particular. Como ele não espera ficar nessa forma horrenda para sempre, tenta de todos os jeitos (de todos os jeitos mesmo, a gracinha do Kyle apela até para amores virtuais) encontrar uma garota que possa enxergá-lo além da aparência física, porém todos os seus planos vão por água abaixo, exceto quando algo realmente inesperado acontece levando Lindy a fazer parte de sua vida.

Como é de se esperar, logo se cria uma atmosfera de romance, e ele passa a se importar não só com a menina, mas com todos os outros com quem dividia sua casa. O livro todo mostra a transformação de Kyle em Adrian (novo nome escolhido por ele). Passa a ter outros interesses envolvendo jardinagem e suas rosas, e descobre que gosta de estudar e é até muito inteligente.

De todas coisas distintas entre o livro e o filme, as conversas que Kyle, ou melhor FeraNY, tem nos bate-papos é a mais notável. No livro Kyle se comunica com outras ‘criaturas diferentes’ e conta superficialmente como está levando sua nova vida, entre elas temos um príncipe que foi transformado em sapo, e até mesmo uma sereia disposta a dar sua voz para ficar com seu amado, e mais alguns personagens fáceis de se encontrar em livros infantis.

Alex Flinn se manteve bem a fiel a versão original da Disney, nos detalhes e até mesmo no desfecho final, o que não ocorreu no filme. Todos sabem que a Fera da Disney tem um espelho mágico onde pode observar o mundo qual não pode viver, e Kyle recebe o mesmo espelho de Kendra, que vira e mexe aparece pelo espelho dizendo palavras de incentivo e mesmo sem querer eles constroem uma relação positiva. Isso era algo que realmente queria ter visto no filme.

O filme foi lançado em março de 2011 nos Estados Unidos e foi bem aceitado já nas primeiras semanas nos cinemas.  (No Brasil a estréia será no dia 9 de Dezembro desse ano). A Fera é interpretada por Alex Pettyfer (também fez o filme “Eu sou o número 4”),  nossa doce Lindy por Vanessa Hudgens (que além dos filmes de High School Musical e muitos outros, recebeu o Prêmio Estrela do Amanhã por sua participação em A Fera), e Mary-Kate Olsen (acho que esse é o primeiro filme que vejo sozinha sem a Ashley) realizou o papel de Kendra, e o personagem que eu mais adorei (tanto no livro quanto no filme, porém mais no filme), Neil Patrick Harris (já trabalhou em diversas séries, e atualmente está em ‘How I met you Mother) como o professor particular, Will.

Embora em vários contos e no próprio livro a Fera seja a personificação de um animal, com garras e pêlos, os responsáveis pelo filme decidiriam ir por outro caminho, acrescentando várias cicatrizes e tatuagens bizarras pela pele de Alex para a incorporação do personagem, o que o deixou com um ar medonho , porém nada animalesco. Só estranho mesmo (e mesmo assim, não só eu, mas muita gente não o recusaria). Outra coisinha foi que na adaptação Kyle custou muito pra aceitar sua condição, e isso só vez dele parecer um babaca maior. Pela sua narração no livro é notável sua transformação em algo melhor, e como ele foi se adaptando a isso de forma bem eficiente.

O filme é ótimo para um tarde entediante, ou uma noite deprimida, ou qualquer situação na verdade. Ele não é pesado, não te força a pensar nos segredos da vida, nem te cansa.  Tem o estilo daqueles filmes bobinhos, mas que ao mesmo tempo te fazem rir e acreditar em amor verdadeiro. Achei a escolha dos atores super adequada, perdi a conta de quantas vezes eu acabei rindo com as cenas do Alex e do Neil.

Como eu disse no começo sem querer acabei não fazendo minha trajetória normal de livros e então filmes. O que nesse caso em especial eu achei até interessante. Sempre que lemos um livro antes criamos expectativas de como será seu filme, e quando nossas partes favoritas não aparecem, ou eles mudam demais, acabamos pensando ‘Que droga de filme!”, e ao invés disso eu me surpreendi. Não posso exagerar e dizer que livro e filme são quase coisas totalmente diferentes, mas me senti lendo outra história, com mais detalhes e muito mais surpresas, e não odiei o filme por isso.

Então, tanto livro quanto adaptação cinematográfica, totalmente recomendados. A Bela e a Fera sempre foi uma das minhas histórias favoritas de todos os tempos, e embora o combo, livro+filme, não tenham alcançado ou superado o clássico (que acho tarefa muito difícil, independente que seja apenas uma animação), Alex Flinn foi super fidedigna a história e acrescentou todas aqueles sentimentos adolescentes que adoramos experimentar, e re-experimentar diversas vezes. Então corram para ler e já circulem no calendário o dia 09.

Trailer do Filme – A Fera

httpvhd://www.youtube.com/watch?v=wfI9iBYuS9Q

Capas do Livro

Livro - A Fera

Editora Galera Record

314 Páginas

Comprar: Submarino | Saraiva

O Filme ainda não foi lançado no Brasil (mas a gente sabe de todos aqueles esquemas virtuais né? KKK)


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21Oct
A Bela Adormecida
Postado por Manuh Em Colunistas, Filme

A primeira vez que eu ouvi falar nesse filme fiquei bastante curiosa para saber o que se passava, já que o trailer não mostra muita coisa. Verdade seja dita,o filme não me deixou desapontada.

Como todas (os) já sabemos, virou moda fazer versões de contos fadas para adultos. A Bela e a Fera já teve sua terrível versão lançada (com o título “A Fera”) que foi, sem sombra de dúvidas, um dos piores filmes que eu já vi. Branca de Neve não vai ter apenas uma, mas DUAS versões que estão sendo produzidas (uma com Kristen Stewart e outra com Lily Collins). A Bela Adormecida também vai ganhar nova remontagem da Disney (que teve a princípio Tim Burton como diretor, mas ele foi substituído por David Yates)

Mas essa nossa “A Bela Adormecida” é uma versão mais pesada do que a Disney tem coragem de produzir.

No filme, Lucy (Emily Browning – ‘Desventuras em Série’) é uma estudante que, diferente das princesas puras e virgens que estamos costumadas a ver, é bastante dissimulada. Em uma das primeiras cenas do filme, ela vai para a cama com um rapaz só porque perdeu no cara e coroa. A garota tem vários trabalhos (o que dá a sensação que o dia dela é que nem aquele banco, tem 30 hrs.). Além de auxiliar de escritório, ela também é garçonete de um restaurante,entre outros bicos.

Afim de fazer mais algum dinheiro, Lucy decide pegar um trabalho, onde terá que servir ricaços usando  apenas lingerie. Até aqui eu já estava ficando angustiada achando que o nome tinha sido apenas um “pega besta” porque não tinha visto nem a menina dormindo ainda.

Mas minhas agonias foram cessadas quando Lucy, que dentro do novo trabalho se chama Sara, decide participar do programa “Bela Adormecida”. Durante o programa Lucy (Sara – seilá! To confusa #brinks) toma um sonífero super forte, vai até um quarto e permanece dormindo enquanto velhos ricos passam uma noite com a jovem desacordada. Tudo corre bem, até que Lucy começa a se questionar o que se passa dentro do quarto durante seus programas.

Julia Leigh, diretora e roteirista *estreiante” do filme, poderia ter pego a idéia e a transformado em um desastre total, mas não foi isso que ocorreu. O filme chama sua atenção e você fica tentando descobrir quem é essa menina tão intrigante. Na minha humilde opinião, Lucy é uma das personagens mais bem elaboras para o cinema nos últimos tempos. Apesar de saber pouco sobre a ela durante o filme,temos a sensação que a conhecemos de outras épocas. Minha aposta é que se Emily Browning continuar a pegar papeis em filmes alternativos tão bons (ela também fez ‘Sucker Punch’) , arrisco dizer que temos uma grande concorrência para a querida Evan Rachel Wood (‘Aos Treze’ e ex de Marilyn Manson).

Exibido no Festival de Cannes 2011, o filme ainda não tem data de estréia para o circuito normal. (Mas nós temos nossos meios, não é mesmo??? Rsrs) Quem tiver interessado,me pegunta no twitter @manuhinhell.

ATENÇÃO: FILME PARA MAIORES DE 18 ANOS

NOTA: 9

Título Original: Sleeping Beauty

Direção: Julia Leigh

Com: Emily Browning, Rachael Blake and Ewen Leslie

Duração: 104 minutos.

httpvhd://www.youtube.com/watch?v=KuYPIFwJ5dM&feature=youtu.be


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19Oct
Marley & Eu
Postado por Gabi Em Colunistas, Filme

Olá pessoas! Então nessa quarta-feira animada (ainda mais com o horário de verão) vou falar um pouquinho sobre a gracinha do Marley. Sim o livro e filme de hoje é “Marley & Eu”

John Grogan é colunista da Philadelphia Inquierer na Pensilvânia, então não é de se surpreender que o livro tenha uma jogada de acontecimentos cronológicos meticulosamente detalhados. O livro conta sua história pessoal com o pior cão do mundo, é assim que somos apresentados ao Marley, um lindo filhote de labrador.

Pelo decorrer das páginas conhecemos a vida de John e sua esposa Jenny. Ambos trabalham em jornais e são apaixonados um pelo outro. Quem pensa que ao ler o livro vai encontrar coletâneas de momentos engraçados com um cachorrinho atrapalhado, está redondamente enganado. O livro conta não só uma, mais várias histórias de amor.

Recém casados John e Jenny vão levando a vida com uma extrema alegria. Chega um dado momento que John se questiona se devem ou não dar um segundo passo e passarem a pensar em ter filhos. Porém, nosso querido autor se vê assustado e despreparado para tal ato, eis que surge a ideia de comprar um cachorro. Em seu raciocínio o cão iria agradar tanto sua esposa quanto ele, e claro afastaria os pensamentos de Jenny em relação a ter filhos mais um pouco.

Marley é o típico filhotinho de cachorro. É energético, alegre, brincalhão, come por três e ainda mastiga a parede. Aos poucos o casal vai adaptando seu estilo de vida ao novo membro da família, embora ele não tente fazer o mesmo. Marley é literalmente o pior cão do mundo, mas não que isso tenha desanimado nenhum dos dois.

O livro vai de certa forma nos introduzindo na vida do casal Grogan, em seus aspectos emocionais, econômicos, e psicológicos. Em algumas passagens é possível se imaginar tento a mesma reação de um dos personagens em devida circunstância, mesmo que nunca tenha lhe passado pela cabeça.

Se cuidar de um cachorro não é fácil, imagine se preocupar com mais três filhos, emprego, hipoteca da casa, e todos aqueles problemas corriqueiros. Porém, como disse anteriormente o livro é de fato uma ilustração da vida do autor, então estamos com ele desde o momento que ele compra o Marley, até o momento que eles mudam de casa, recebem promoções no emprego, engravidam novamente, e por aí vai. É possível notar com clareza a evolução da vida dos personagens, e se sensibilizar por isso.

Eu preciso ser sincera e dizer que quando fui chegando a um ponto crucial do livro não consegui continuar. Eu voltava às fotos originais do Marley (que estão pelo o livro) e decidir ir com minha intuição e assumir que não queria saber aonde aquilo tudo iria chegar. O que não adiantou muito, pois quando assisti ao filme, digamos que todos meus sentimentos represados foram soltos, por várias horas.

O filme, que foi lançado em 2008 pela Twentieth Century Fox, ilustrou muito bem todo o livro, o que eu achei que seria difícil de acontecer porque envolvia um animal que pode ser muito inteligente, mas não é propício a seguir regras e executar as coisas como nós executamos. As escolhas dos personagens para interpretar John e Jenny Grogan bateram exatamente com o que se esperava de um casal de 1991, descolados, apaixonados e relativamente jovens. Quem dizia que Owen Wilson (que interpretou o papel de John Grogan) só conseguia fazer filmes de comédia levou uma baita tapa na cara. Afinal o filme tem o gênero comédia estampado, mas os toques de drama foram necessários para criar a atmosfera real de uma vida complicada e com empecilhos. Jennifer Aniston seguiu sua linha de sempre e nos entregou um trabalho prazeroso de ser assistido. O filme foi campeão nas bilheterias americanas, ficando em primeiro lugar por duas semanas seguidas.

Percebi que nessa adaptação em especial o livro não ficou perdido no meio do filme. Todos os detalhes e aspectos que eu julguei importante para a história apareceram no filme. Os produtores tiveram a ideia genial de ilustrar as colunas mais importantes sobre Marley, que John escreveu para o seu jornal, de uma forma rápida apresentando a passagem do tempo, e como aquele pequeno labrador de 5kg pode crescer tanto, e fazer uma família crescer junto com ele.

Tenho a impressão que muitas pessoas desvalorizaram a história do Marley por ser só mais uma história sobre o melhor amigo do homem, e já estavam cansadas de tantas outras parecidas. Mas devo dizer que essa foi a história que mais se aproximou da vida real, pelo menos para mim. O Marley não salvou ninguém de um poço, nem conseguia fazer gols como um artilheiro, mas ele mudou a vida de seus donos pelo simples fato de existir e estar lá quando eles precisaram. E sei que isso acontece em milhares de lares, você pode ser uma criança mimada, uma adolescente rebelde, um adulto frustrado, ou um velho rabugento, seu animal de estimação sempre estará lá, e logo você se dará conta de como é importante ter um amigo assim presente na sua vida.

Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos  de status não significam nada para ele. Um graveto já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?

Trailer do Filme – Marley & Eu

httpvhd://www.youtube.com/watch?v=TtuSBvj977c

Capa do Livro

Livro Marley & Eu

Editora: Ediouro

300 Páginas

Comprar: Submarino | Saraiva

DVD Marley & Eu

Twentieth Century Fox

Duração de 120 minutos.

Comprar: Submarino Saraiva


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30Sep
Sem Saída
Postado por Manuh Em Filme, Uncategorized

A grande incógnita de famosas sagas é: O QUE SEUS ATORES PRINCIPAIS IRÃO FAZER DEPOIS QUE ACABAR OS FILMES? Isso também não é diferente para as estrelas da saga Crepúsculo. Enquanto Kristen se veste de Branca de Neve, Pattinson toma suas cervejas nas ruas de LA, Taylor Lautner tentar a força a entrar no mundo dos filmes de ação.

Nosso eterno Shark Boy é o protagonista do filme Sem Saída. Na história, Nathan (‘Lautner’) é um garoto que sofre de impulsos agressivos.  Enquanto faz um trabalho para a escola com sua vizinha, Karen (‘Lily Collins’ – filha do cantor Phil Collins), acha seu rosto em um dos sites de crianças desaparecidas. Ao ligar para a polícia para saber mais, sua ligação cai direto na rede de russos que querem pega-lo desde que ele era criança.  E a CIA também entra no meio.

Não entendeu? Nem eu. O filme é simples, mas não segue uma linha de raciocínio muito lógico. Voltando ao longa: Todos correm, os pais adotivos de Nathan morrem (eles eram agentes especiais da CIA, designados para proteger o filho adotivo.)

Com a CIA e os russos na sua cola, e a vizinha a tira colo, Nathan tenta o filme todo salvar sua vida sem poder confiar em ninguém.

Taylor abriu mão de dubles nas cenas de ação, então todos aqueles murros, pulos, e quedas foram gravados com ele mesmo. O fato do filme não decolar não é culpa do elenco, eu colocaria a culpa no diretor, John Singleton ( + Velozes + Furiosos).  Singleton tem uma pegada muito coreografada e acaba deixando a historia dos filmes que dirige de lado, isso é fato.

Sem Saída está longe de ser um Bourne da vida, um rapaz que tenta desesperadamente saber qual é sua identidade , mas se vocês quiserem vê o Taylor sem camisa, podem correr ao cinema porque ele faz isso como ninguém, não é mesmo?

NOTA: 6

Título Original: Abduction

Direção: John Singleton

Duração: 106 minutos.

Trailer

httpvhd://www.youtube.com/watch?v=u4VSW2vL2tg

Pessoassss, mil desculpas por não ter postado semana passada. Eu viajei ao Rio para o Rock in Rio e não deu tempo de fazer nada. Espero que entendam. Bjs.




28Sep
O Maravilhoso Mágico de Oz
Postado por Gabi Em Colunistas, Filme, Infanto-Juvenil, Livros

Olá pessoas! Todos muito bem? Na coluna de hoje irei falar sobre um livro que durante a leitura não encheu meus olhos, totalmente diferente da adaptação super elaborada que recebeu. Esse livro é o clássico O Maravilhoso Mágico de Oz de Lyman Frank Baum.

Acho que posso dizer com segurança que pelo menos 80% da população conhece a história de Dorothy e sua aventura na terra dos tijolos amarelos. Então querendo fazer esse combo clássico, me aventurei em ler o livro, e infelizmente, me decepcionei. Ainda não posso afirmar se é pelo fato de ter assistido o filme primeiro, e ele ser bem diferente do livro, ou pelo fato da leitura ser tão infantil que não me chamou a atenção.

O Mágico de Oz, é o primeiro livro da série. Na história conhecemos Dorothy, o Espantalho, o Homem de Lata, o Leão e, claro o Terrível Oz. O enredo todo se desenvolve na busca de Dorothy a voltar para Kansas, já que graças a um tornado foi mandada a terra de Oz. Então é aconselhada a seguir a estrada de tijolos amarelos e pedir ao grande Oz que lhe leve para casa de novo. No meio dessa aventura ela encontra todos os tipos de criaturas diferentes, animais e árvores que falam, bruxas do bem e do mau, e até homens feitos de palha e lata. Alguns deles embarcam junto com Dorothy nessa viagem a cidade de Esmeraldas, onde vive Oz, com a esperança de também conseguirem o que querem. No caso do Espantalho, um cérebro, para poder ser inteligente e tomar sábias decisões. O Homem de Lata deseja um coração, um coração de verdade que possa lhe dar a oportunidade de sentir as emoções dessa vida. E o Leão Covarde, a coragem, para ser genuinamente o rei da selva, e deixar de temer todas as coisas.

No decorrer da história é possível observar como ela realmente tem um público alvo infantil. Embora o livro seja extenso para uma criança que não esteja adaptada a leitura, eu me via constantemente pensando que seria uma história no qual leria para meus futuros filhos antes da hora de dormir. Ele apresenta aquelas repetições básicas que sempre encontramos nessas literaturas infantis, e infelizmente fica um pouquinho enjoado de se ler. O livro foi escrito em 1901, e é considerado por muitos críticos como o pioneiro em histórias com personagens mágicos, que tem como tema a quebra da realidade e a manifestação de fantasia. Como o livro foi best-seller por dois anos seguidos, o autor resolveu dar continuação a história de Oz e Dorothy e escreveu mais 13 livros para a série. Mesmo com a escrita simples e história leve, não deixa de ser um livro razoável.

Por outro lado, o filme no qual o livro foi adaptado, é na minha humilde opinião, muito bom. Sou suspeita a falar, porque adoro um musical, mas se o filme não é de todo bom, é ao menos um pouquinho bom, o suficiente para ganhar alguns Oscar’s. Ele começa em preto e branco e mostra como era a vida de Dorothy (Judy Garland – Vencedora do Oscar pelo filme O Mágico de Oz) em Kansas, é nessa parte que ela canta a tão consagrada música “Over the Rainbow”. Logo após disso ocorre o tornado que a leva para aquela terra tão diferente, e nesse momento a tela é recheada de cor. As casas, as roupas, a paisagem, tudo se transforma uma grande mistura, e realizamos que não estamos mais em Kansas.

Com sua aterrissagem a casa de Dorothy acaba caindo em cima da Bruxa Má do Leste, e graças a ela todos os Munchkins (pequenas pessoas que habitam aquele local) deixam de serem escravos da bruxa, e presenteiam Dorothy com os sapatinhos de rubi, da própria bruxa morta. Porém, embora muito grata e feliz com a hospitalidade de todos, a garotinha só deseja ir embora. Então é aconselhada a procurar Oz, o grande mágico da terra, que é capaz de conseguir tudo. Então ela embarca em sua jornada, seguindo sempre a estrada de tijolos amarelos. E é por aí que a verdadeira aventura começa, ela conhece seus novos amigos, e enfrenta todos os perigos que aquela terra estranha pode apresentar. O perigo maior vem a ser a Bruxa Má do Oeste, que além de ser irmã da falecida bruxa, está de olhos nos sapatinhos de rubi, que até então Dorothy não sabia que poderiam ser tão poderosos. Ao longo do filme nos deparamos com muitas surpresas e quebra de expectativas, e músicas animadas que ajudam a ilustrar todo o desenvolvimento da história. Não vou falar sobre os finais acontecimentos da história (embora, creio que muitos já sabem), mas deixo a dica que a história dá muitas reviravoltas.

O filme é repleto de efeitos visuais, que hoje podem estar ultrapassados, mas na época de 1939, em que foi gravado eram muito avançados. Isso despertou curiosidade em muita gente que não dava nada para o filme. A história da garotinha de Kansas ficou tão famosa que até hoje é adaptada para apresentações teatrais de níveis escolares até a Broadway. E vez ou outra suas falas tão características são mencionadas em grandes filmes ou séries, não nós deixando esquecer esse grande clássico.

O mais importante de todo o mundo de Oz são as mensagens que o autor deixou para crianças de todas as épocas. Em cada trecho ou pedaço de filme é possível guardar uma coisa importante, que sabemos que um dia utilizaremos em nossas vidas. Foi isso que eu considerei o ponto mais alto de toda a narração. Muitas vezes quando lemos um livro, ou vemos um filme, somos capazes de captar a mensagem por trás de certa coisa, em o Mágico de Oz não é preciso fazer esforço para entender o que o autor quis nos passar, ele deixa isso muito explicito ao ponto de qualquer criança entender.

Diferente de quando se trata do livro, sou capaz de assistir o filme várias vezes. O Mágico de Oz é capaz de criar um sentimento de nostalgia muito grande, ao ponto de querermos brincar de pega-pega logo após assistir ao filme. Então todos aqueles que não se importam em ler algo mais infantil e ainda não tenha assistido o filme, eu recomendo fazer um balde enorme de pipoca e deixar aquela boneca antiga pra fora, e voltar um pouco no tempo e se sentir de novo uma criança.

Trailer do Filme – O Mágico de Oz

httpvhd://www.youtube.com/watch?v=UFpVsTuOpK8

Capas do Livro


Livro O Mágico de Oz

Editora: Leya Brasil (Edição Eternamente Clássicos)

189 Páginas

Comprar: Submarino | Saraiva

DVD  O Mágico de Oz

MGM

Duração de 101 minutos

Comprar: Submarino | Saraiva


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22Sep
Funny News #01
Postado por Mah Em Filme, Seriados

Primeiro post da minha coluna aqui no Cantinho da Ju Oliveira, espero que vocês gostem. Eu escolhi falar de dois filmes muito legais hoje que estão na minha lista  e eu muito quero assistir, o primeiro baseado em um livro [que eu ainda não li] e o segundo baseado em uma série de televisão (que eu adoro).

Diário De Um Banana 2: Rodrick é o Cara

Direção: David Bowers
Elenco: Zachary Gordon, Devon Bostick, Rachael Harris, Robert Capron e Steve Zahn
Nome Original: Diary of a Wimpy Kid: Rodrick Rules
Duração: 99 minutos
Ano: 2011
País: Estados Unidos
Classificação: Livre
Gêneros: Aventura, Infantil

Sinopse: Continuação de O Diário de Um Banana, o longa-metragem O Diário de Um Banana 2: Rodrick é o cara mostra que Greg Haffley e seus amigos continuam se metendo em confusão. Só que dessa vez Rodrick, o irmão mais velho de Greg, é quem resolve torturar a molecada. Greg precisa manter em segredo – principalmente longe dos ouvidos do irmão – uma confusão criada por ele. E a tarefa não será nada fácil uma vez que está tudo registrado em um diário.

Trailer Oficial:

Não houve mudança na capa do livro entre o original e a brasileira:

Diario de Um Banana 2 Rodrick e o Cara Wimpy-Kid-2-Rodrick-Rules-16g6gpx

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Glee : 3D

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Direção: Kevin Tancharoen
Elenco: Dianna Agron, Chris Colfer, Lea Michele, Cory Monteith e Amber Riley
Nome Original: Glee Live 3D
Site Oficial:  Visite
Duração:  84 minutos
Ano:  2011
País: Estados Unidos
Classificação: Livre
Gêneros: Documentário, Musical

Sinopse:

O seriado Glee deixou de ser um fenômeno exclusivo da TV e ganhou os palcos dos Estados Unidos e alguns países da Europa em uma turnê intitulada Glee Live! In Concert! A bem sucedida seqüência de shows originou o filme que chega em 3D aos cinemas.

O filme traz alguns dos números musicais mais aclamados pelo público, como I’m a Slave 4 U, Raise Your Glass, Lucky e Teenage Dream. A canção-tema Don’t Stop Believe e o hit original Loser Like Me também integram o roteiro.

O longa Glee 3D foi filmado em dois dias em New Jersey, mas toda a turnê contou com 40 shows em 21 cidades. Sobre o palco, é possível conferir as performances de Quinn (Dianna Agron), Kurt (Chris Colfer), Blaine (Darren Criss), Artie (Kevin McHale), Rachel (Lea Michele), Finn (Cory Monteith) e companhia.

Trailer:

Mah Kaori
@mahmind
http://www.tocporleitura.com


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16Sep
Amizade Colorida
Postado por Manuh Em Filme

Até quando as pessoas vão cansar de vê filmes de amigos que tentando continuar sendo amigos só que com benefícios, eu não sei. De 2010 até agora tivemos três com o mesmo tema: ‘Sexo Sem Compromisso’ com a Portman e Kutcher , ‘Amor e Outras Drogas’ com Hathaway  e Gyllenhaal e agora esse,’ Amizade Colorida’, com Justin Timberlake e Mila Kunis.

Juro que só dei uma chance ao filme porque sou apaixonada pelo o Justin e a Mila juntos, eles são o tipo ‘química perfeita’. São belos, sensuais e fofos. É o tipo de casal que eu torço, mesmo nunca fazendo isso. Tenho que dizer logo de cara que o trailer não faz o jus ao longa. Porque eu rejeitei o filme só de vê o trailer, mas acabei dando uma chance… TUDO PELO JUSTIN <3

Mas para começar, se você não sabe o que é amigos com benefícios, eu te explico, cara(o) amiga(o). Amigos com benefícios são quando duas pessoas têm a “esplêndida” idéia de se envolverem sexualmente, mas não emocionalmente. E como eu, você, a torcida do Flamengo sabe, isso NUNCA dá certo.

No filme, Jamie (Kunis) é uma caçadora de talentos que acha Dylan (Timberlake), um nerd viciado em Harry Potter, e faz com que ele assine um contrato como diretor artístico da GQ. Logo no começo vemos os dois terminando com seus respectivos namorados, e se fechando para qualquer relação amorosa que venham a ter no futuro. (O termino do Dylan é o mais engraçado, porque ele se atrasa para vê um show de John Mayer com a namorada)

Jamie convence Dylan a se mudar para NY e se torna uma grande, e ÚNICA, amiga dele na Big Apple. Em uma noite no apartamento de Jamie eles chegam a conclusão que precisam de sexo, mas que não querem se apegar emocionalmente, então fazem um juramento em cima de um aplicativo de bíblia no Ipad e prometem não se envolverem.  Depois de dormirem juntos, eles ficam estranhos um com o outro mas logo tudo volta ao normal. E eles continuam como amigos, mas também com seus benefícios.

Até que Jamie decide que quer começar a namorar, e para dormir com o Dyla. Ela começa a sair com um oncologista, mas só pode ir para a cama com ele depois do 5º encontro, essa é a sua regra dos ‘5 dates’ (que eu super aconselho a todo mundo, se eu não tivesse namorado e ainda estivesse na época de caça –quemnunca- eu faria a mesmo coisa)

Chegamos ao quinto encontro de Jamie com o seu lindo namorado e depois de passar a primeira noite juntos ela o pega saindo de fininho pela manhã. Ele acaba dando um fora nela. Ficando arrasada, e como sempre recorrendo ao seu amigo, ela aceita a proposta de Dylan para passar o feriado de 4 de julho na casa dos pais dele, em LA.

Lá em Los Angeles, Jamie descobre coisas sobre o Dylan que ele nunca tinha contado a ela, como a doença do seu pai, que tem Alzheimer. Os dois têm um revival em uma das noites do feriado, só que tudo com mais sentimento. Só que no dia seguinte Jamie ouve Dylan falando para a irmã (apenas para tentar se livrar dela) que Jamie é muito danificada,que nunca conseguiria se relacionar com uma pessoa assim.

Voltando as pressas para NY e arrasada, Jamie se distancia de Dylan da forma mais brusca possível.  Agora cabe ao nosso ‘príncipe’ moderno reconquistar nossa donzela (aham ¬¬), não só como amiga, mas também como mulher, já que ele percebe que a ama.

Não vou contar o final, porque não sou estraga prazeres né?… Mas rola um flash mob no meio da estação central de NY, assim como nos filmes românticos que Jamie costumava vê.

Também não posso deixar de falar da mãe louca de Jamie, interpretada por Patricia Clarkso’, que ama a filha incondicionalmente e não consegue manter um namorados por mais de 3 meses.  Mas quem rouba a cena mesmo é o diretor esportivo da revista em que Dylan trabalha, Tommy. Gay e com certa repulsa por mulheres, que é bastante engraçada. É dele a melhor frase do filme: “O que importa não é com quem  ficar na sexta de noite, mas sim o sábado inteiro”.

O diretor Will Gluck, o mesmo de ‘A mentira’ com Emma Ston que faz uma pontinha em Amizade Colorida como a namorada de Dylan com quem ele rompe logo no começo do filme, faz com que o longa funcione da mesma forma que seu filme anterior.

Amizade Colorida é engraçado, suave e divertido. Super recomendo. Ele já saiu de cartaz aqui em Recife, mas continua em algumas outras cidades do Brasil. Então corre até o cinema para vê. (ou baixa, mas não sei se posso falar isso aqui rsrs)

NOTA: 9

Título Original: Friends with Benefits

Direção: Will Gluck

Duração: 109 minutos.

httpvhd://www.youtube.com/watch?v=y1dZgWS5jdc

Esse é meu primeiro post aqui no Cantinho da Ju. Fiquei super feliz de ter sido escolhida como a nova colunista de cinema. Por ser minha primeira vez, e deem algum crédito ok?? Rsrs. Qualquer coisa é só perguntar no meu twitter -> @manuhinhell


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23Aug
Precisa-se de colunistas
Postado por Ju Oliveira Em Colunistas, Filme

Já faz algum tempo que estou pensando em chamar algumas pessoas legais e interessantes para me ajudar a deixar o Cantinho cada vez mais atrativo. Agora me decidi de vez. Para começar, quero criar duas novas colunas falando sobre seriados e filmes. E quero também alguém que goste de aventura fantástica e sobrenatural. Esse estilo não me atrai muito mas sei que tem muitos leitores que gostam. E acho que vai ser interessante expandir o estilo das resenhas. Então se você curte filmes, seriados, aventura fantástica e sobrenatural e tá a fim de fazer parte do meu Cantinho, me escreve já! Aguardo anciosa! :)

O que precisa para se candidatar

• Disponibilidade para postar semanalmente ou quinzenalmente;
• Bom conhecimento da Língua Portuguesa;

Interessados? É só preencher o formulário abaixo.




10Jan
Filme: Cartas para Julieta
Postado por Ju Oliveira Em Filme

Sophie (Amanda Seyfried) trabalha como checadora na redação da revista The New Yorker e busca uma oportunidade para mostrar seu talento também como repórter. Ela e seu noivo Victor (Gael García Bernal), um cheff, viajam para Verona para a Lua de Mel. Uma vez na Itália, a jovem americana encontra as Secretárias de Julieta, senhoras que respondem as cartas de mulheres apaixonadas. Abre-se, então, um mundo estremamente romântico, onde o amor sempre volta, mesmo que tenha se passado mais de 50 anos.

Desde que li o livro “Cartas para Julieta“, fiquei super curiosa para assistir o filme, desde o começo de Dezembro eu tinha o filme aqui, mas só hoje, numa tarde chuvosa finalmente, resolvi assistir. E deu raiva de mim mesma, por que não vi o filme antes!!! É tão lindinho, tão fofo, tão romântico, ai, ai… Cartas para Julieta, conta a história de Sophie, uma novaiorquina que vai em uma pré-lua de mel com o noivo para Verona, na Itália, a cidade de Romeu e Julieta. Seu noivo está prestes a abrir um restaurante em Nova Iorque e acaba se empolgando na Itália com seus vinhos, queijos, azeites e novas receitas para seu restaurante. Com isso, Sophie acaba ficando a maior parte do tempo sozinha. Em um de seus passeios pela cidade ela conhece “A casa de Julieta”, muito visitada por jovens apaixonadas de toda parte do mundo. Lá elas deixam pregados em uma parede de tijolos bilhetes e cartas endereçados a Julieta. Todas essas cartas são respondidas pelas Secretárias de Julieta, voluntárias, que juntas, fazem com que nenhuma dessas cartas fique sem resposta. Ai é que o filme foi inspirado no livro.  Sophie se encanta pelo trabalho dessas mulheres e decide ajudá-las, enquanto está em Verona. Ela então encontra, debaixo de um tijolo solto na parede uma carta que foi escrita a mais de 50 anos e decide respondê-la. A partir daí, começa uma linda história de amor, recomeço, determinação e persistencia. O filme é muito doce, com paisagens incríveis, uma trilha sonora maravilhosa,  cheguei a me emocionar em alguns momentos. Um típico romance light, mas muito lindo! Recomendo!

Cartas para Julieta
Elenco: Amanda Seyfried, Gael García Bernal, Vanessa Redgrave, Christopher Egan
Ano: 2010
Gênero: Romance

(*) (*) (*) (*) (*)

TRAILER

httpvhd://www.youtube.com/watch?v=QRKdG9Y3K4w


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30Sep
O Perfume- História de um assassino
Postado por Ju Oliveira Em Dicas, Filme, Livros, Resenha

Com certeza o livro mais intrigante e fascinante que já li até hoje. Faz uns 4 anos que li, por indicação de uma amiga (Eliana, saudades de ti)  desde então, até agora nenhum outro lhe tirou o título de “Favorito”. O livro conta a história de Jean-Baptiste Grenouille, um homem que possui um olfato apuradíssimo, consegue reconhecer e distinguir entre todos os cheiros do universo. Mas que não possui cheiro próprio. A história se passa em Paris no século XVIII. Jean-Baptiste então descobre o maravilhoso mundo dos perfumes quando começa a trabalhar com alguns dos mais renomados Perfumistas de Paris. A descrição do autor, tão minuciosa, te prende do começo ao fim do livro, acho difícil alguém começar a ler e não querer chegar até o fim. Algumas semanas atrás, assisti o filme, também muito bom, ma com certeza o livro é infinitamente melhor. A adapatação é bem feita, mas sabe quando falta aquela emoção de quando você está lendo? Achei o final do filme, bem surreal, diferente do livro. Mas eu deixo a dica. Leiam o livro antes de assistir ao filme. Depois me contem o que acharam. Deixo aqui um frase do livro que acho linda:

“… As pessoas podiam fechar os olhos diante da grandeza, do assustador, da beleza, e podiam tapar os ouvidos diante da melodia ou de palavras sedutoras. Mas não podiam escapar do aroma. Pois o aroma é um irmão da respiração. Com esta, ele penetra nas pessoas, elas não podem escapar-lhe caso queiram viver. E bem para dentro delas é que vai o aroma, diretamente para o coração, distinguindo lá categoricamente entre atração e menosprezo, nojo e prazer, amor e ódio. Quem dominasse os odores dominaria o coração das pessoas.”

httpvhd://www.youtube.com/watch?v=lA9XDctItAk


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12Sep
Filme: Querido John
Postado por Ju Oliveira Em Dicas, Filme

Querido John conta a história de John Tyree (Channing Tatum) e de Savannah Curtis (Amanda Seyfried). Durante sete tumultuosos anos, o casal é separado pelas missões cada vez mais perigosas de John. Apesar de se encontrarem apenas esporadicamente, o casal mantém o contato por meio de uma enxurrada de cartas de amor. Essa correspondência acaba por provocar uma situação com consequências nefastas.

Fonte: Cinepop

Depois de ler o livro “Querido John” de Nicholas Sparks, fiquei super curiosa para assistir ao fime. Assisti… e sinceramente, me decepcionei. Não que o filme não seja bom, ele é. Quer dizer, deve ser pra quem não leu o livro antes. Que eu me lembre, é o primeiro livro que leio que foi adaptado para o Cinema. Não sei se isso acontece com as outras adaptações de livros, mas as partes mais importantes do livro, é diferente no filme. Por exemplo, no livro Tim, que é o melhor amigo de Savannah, cuida de um irmão que é autista. No filme, esse irmão se transformou em filho (hein?) Fiquei sem entender. Sem contar que o final da história, no filme é totalmente o oposto do livro. Não vou contar pra não estragar a surpresa de quem ainda não assistiu o filme. Só que sinceramente eu não gostei! Mas se você não leu o livro, pode assistir tranquilamente o filme que é uma linda história de amor.

Agora o grande up do filme, sem dúvida é a trilha sonora, perfeita. A música Little House, da Amanda Seyfried (Savannah no filme) é minha preferida, mas todas as outras são ótimas. Deixando um video com imagens do filme e algumas das músicas.  Bjs e até a próxima! ;)

httpvhd://www.youtube.com/watch?v=ZpAG5tbh330


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08Sep
Filme: Cadê os Morgan?
Postado por Ju Oliveira Em Filme


Paul (Hugh Grant) e Meryl Morgan (Sarah Jessica Parker) formam um casal bem sucedido de Manhattan. Quando decidem se separar, isto causa uma surpresa geral entre seus conhecidos. Entretanto, a situação piora quando acidentalmente testemunham um assassinato e passam a ser perseguidos por um matador profissional. Para protegê-los, os agentes da polícia resolvem transferi-los para as montanhas de Wyoming. Em uma cidade onde a tecnologia e o conforto ao qual estão acostumados simplesmente não existe, os Morgan precisam se adaptar à nova vida. E, em meio às confusões geradas, reatar a velha paixão.?

Um filme divertido, ótimo pra assistir com o maridão num feriado. Dá pra dar boas  risadas com as trapalhadas de Hugh Grant que como em toda comédia romântica está impecável. Gostei do filme!

httpvhd://www.youtube.com/watch?v=ZsGIjzfTwp8


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