Olá pessoas! Cismei de fazer uma resenha sobre um livro que saiu do forno recentemente (pelo menos para nós, humildes brasileiros). O livro é A Fera de Alex Flinn.
Me arrisco em dizer que todos conhecem a história tão aclamada da Disney, A Bela e a Fera, e o enredo do livro é exatamente esse, a novidade é que vemos tudo pela perspectiva da Fera, e claro ela se passa agora na atualidade em Nova York. Eu cometi o erro gravíssimo (ou não) de assistir o filme antes de ler o livro, e me surpreendi demais. Porque essa adaptação mudou muita coisa, galera. Mas vamos por partes.
O livro é muito fácil de ler, e de forma positiva. Acabei lendo em um dia (um dia muito á toa, pré-enem e tudo mais), porém já vi outras pessoas comentando que leram em três dias ou menos. Sempre que descubro que um livro é super rápido de se levar imagino que de duas ou uma, ou é muito bom, ou é muito ruim, digamos que A Fera está mais pro lado bom do que o lado ruim.
Conta a história de Kyle Kingsbury, aquele menino bonito, popular e rico que sempre chama a atenção das meninas, e é basicamente o príncipe da escola. O que o rapaz tem de beleza falta em educação e bom sendo. Ele é mal educado, egoísta e incrivelmente fútil. Leva sua vidinha se preocupando apenas com a beleza superficial e situação financeira das pessoas, até que ele mexe com a menina errada. Kendra aparece como aquela deslocada de todos, e Kyle se aproveita disso, convida a menina para o baile, mesmo não tendo nenhuma intenção de realmente levá-la. Através dessa humilhação sem graça ele descobre que Kendra não é apenas uma menina estranha da escola, ela é uma bruxa, e não está nada feliz com o que Kyle está fazendo da sua vida, e com isso lança um feitiço sobre ele, o transformando em uma fera, feia e assustadora, assim como sua aparência interior. E comumente o feitiço só poderia ser quebrado com o beijo de um amor verdadeiro.
Com um pai que só se preocupa em manter as aparências, Kyle é levado para um apartamento privado do outro lado da cidade. Isolado de tudo e de todos, ele só tem a companhia de Magda, sua empregada, e Will, su professor particular. Como ele não espera ficar nessa forma horrenda para sempre, tenta de todos os jeitos (de todos os jeitos mesmo, a gracinha do Kyle apela até para amores virtuais) encontrar uma garota que possa enxergá-lo além da aparência física, porém todos os seus planos vão por água abaixo, exceto quando algo realmente inesperado acontece levando Lindy a fazer parte de sua vida.
Como é de se esperar, logo se cria uma atmosfera de romance, e ele passa a se importar não só com a menina, mas com todos os outros com quem dividia sua casa. O livro todo mostra a transformação de Kyle em Adrian (novo nome escolhido por ele). Passa a ter outros interesses envolvendo jardinagem e suas rosas, e descobre que gosta de estudar e é até muito inteligente.
De todas coisas distintas entre o livro e o filme, as conversas que Kyle, ou melhor FeraNY, tem nos bate-papos é a mais notável. No livro Kyle se comunica com outras ‘criaturas diferentes’ e conta superficialmente como está levando sua nova vida, entre elas temos um príncipe que foi transformado em sapo, e até mesmo uma sereia disposta a dar sua voz para ficar com seu amado, e mais alguns personagens fáceis de se encontrar em livros infantis.
Alex Flinn se manteve bem a fiel a versão original da Disney, nos detalhes e até mesmo no desfecho final, o que não ocorreu no filme. Todos sabem que a Fera da Disney tem um espelho mágico onde pode observar o mundo qual não pode viver, e Kyle recebe o mesmo espelho de Kendra, que vira e mexe aparece pelo espelho dizendo palavras de incentivo e mesmo sem querer eles constroem uma relação positiva. Isso era algo que realmente queria ter visto no filme.
O filme foi lançado em março de 2011 nos Estados Unidos e foi bem aceitado já nas primeiras semanas nos cinemas. (No Brasil a estréia será no dia 9 de Dezembro desse ano). A Fera é interpretada por Alex Pettyfer (também fez o filme “Eu sou o número 4”), nossa doce Lindy por Vanessa Hudgens (que além dos filmes de High School Musical e muitos outros, recebeu o Prêmio Estrela do Amanhã por sua participação em A Fera), e Mary-Kate Olsen (acho que esse é o primeiro filme que vejo sozinha sem a Ashley) realizou o papel de Kendra, e o personagem que eu mais adorei (tanto no livro quanto no filme, porém mais no filme), Neil Patrick Harris (já trabalhou em diversas séries, e atualmente está em ‘How I met you Mother) como o professor particular, Will.
Embora em vários contos e no próprio livro a Fera seja a personificação de um animal, com garras e pêlos, os responsáveis pelo filme decidiriam ir por outro caminho, acrescentando várias cicatrizes e tatuagens bizarras pela pele de Alex para a incorporação do personagem, o que o deixou com um ar medonho , porém nada animalesco. Só estranho mesmo (e mesmo assim, não só eu, mas muita gente não o recusaria). Outra coisinha foi que na adaptação Kyle custou muito pra aceitar sua condição, e isso só vez dele parecer um babaca maior. Pela sua narração no livro é notável sua transformação em algo melhor, e como ele foi se adaptando a isso de forma bem eficiente.
O filme é ótimo para um tarde entediante, ou uma noite deprimida, ou qualquer situação na verdade. Ele não é pesado, não te força a pensar nos segredos da vida, nem te cansa. Tem o estilo daqueles filmes bobinhos, mas que ao mesmo tempo te fazem rir e acreditar em amor verdadeiro. Achei a escolha dos atores super adequada, perdi a conta de quantas vezes eu acabei rindo com as cenas do Alex e do Neil.
Como eu disse no começo sem querer acabei não fazendo minha trajetória normal de livros e então filmes. O que nesse caso em especial eu achei até interessante. Sempre que lemos um livro antes criamos expectativas de como será seu filme, e quando nossas partes favoritas não aparecem, ou eles mudam demais, acabamos pensando ‘Que droga de filme!”, e ao invés disso eu me surpreendi. Não posso exagerar e dizer que livro e filme são quase coisas totalmente diferentes, mas me senti lendo outra história, com mais detalhes e muito mais surpresas, e não odiei o filme por isso.
Então, tanto livro quanto adaptação cinematográfica, totalmente recomendados. A Bela e a Fera sempre foi uma das minhas histórias favoritas de todos os tempos, e embora o combo, livro+filme, não tenham alcançado ou superado o clássico (que acho tarefa muito difícil, independente que seja apenas uma animação), Alex Flinn foi super fidedigna a história e acrescentou todas aqueles sentimentos adolescentes que adoramos experimentar, e re-experimentar diversas vezes. Então corram para ler e já circulem no calendário o dia 09.
Trailer do Filme – A Fera
httpvhd://www.youtube.com/watch?v=wfI9iBYuS9Q
Capas do Livro

Livro - A Fera
Editora Galera Record
314 Páginas
Comprar: Submarino | Saraiva
O Filme ainda não foi lançado no Brasil (mas a gente sabe de todos aqueles esquemas virtuais né? KKK)
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Postado por Manuh Em
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A primeira vez que eu ouvi falar nesse filme fiquei bastante curiosa para saber o que se passava, já que o trailer não mostra muita coisa. Verdade seja dita,o filme não me deixou desapontada.
Como todas (os) já sabemos, virou moda fazer versões de contos fadas para adultos. A Bela e a Fera já teve sua terrível versão lançada (com o título “A Fera”) que foi, sem sombra de dúvidas, um dos piores filmes que eu já vi. Branca de Neve não vai ter apenas uma, mas DUAS versões que estão sendo produzidas (uma com Kristen Stewart e outra com Lily Collins). A Bela Adormecida também vai ganhar nova remontagem da Disney (que teve a princípio Tim Burton como diretor, mas ele foi substituído por David Yates)
Mas essa nossa “A Bela Adormecida” é uma versão mais pesada do que a Disney tem coragem de produzir.
No filme, Lucy (Emily Browning – ‘Desventuras em Série’) é uma estudante que, diferente das princesas puras e virgens que estamos costumadas a ver, é bastante dissimulada. Em uma das primeiras cenas do filme, ela vai para a cama com um rapaz só porque perdeu no cara e coroa. A garota tem vários trabalhos (o que dá a sensação que o dia dela é que nem aquele banco, tem 30 hrs.). Além de auxiliar de escritório, ela também é garçonete de um restaurante,entre outros bicos.
Afim de fazer mais algum dinheiro, Lucy decide pegar um trabalho, onde terá que servir ricaços usando apenas lingerie. Até aqui eu já estava ficando angustiada achando que o nome tinha sido apenas um “pega besta” porque não tinha visto nem a menina dormindo ainda.
Mas minhas agonias foram cessadas quando Lucy, que dentro do novo trabalho se chama Sara, decide participar do programa “Bela Adormecida”. Durante o programa Lucy (Sara – seilá! To confusa #brinks) toma um sonífero super forte, vai até um quarto e permanece dormindo enquanto velhos ricos passam uma noite com a jovem desacordada. Tudo corre bem, até que Lucy começa a se questionar o que se passa dentro do quarto durante seus programas.
Julia Leigh, diretora e roteirista *estreiante” do filme, poderia ter pego a idéia e a transformado em um desastre total, mas não foi isso que ocorreu. O filme chama sua atenção e você fica tentando descobrir quem é essa menina tão intrigante. Na minha humilde opinião, Lucy é uma das personagens mais bem elaboras para o cinema nos últimos tempos. Apesar de saber pouco sobre a ela durante o filme,temos a sensação que a conhecemos de outras épocas. Minha aposta é que se Emily Browning continuar a pegar papeis em filmes alternativos tão bons (ela também fez ‘Sucker Punch’) , arrisco dizer que temos uma grande concorrência para a querida Evan Rachel Wood (‘Aos Treze’ e ex de Marilyn Manson).
Exibido no Festival de Cannes 2011, o filme ainda não tem data de estréia para o circuito normal. (Mas nós temos nossos meios, não é mesmo??? Rsrs) Quem tiver interessado,me pegunta no twitter @manuhinhell.
ATENÇÃO: FILME PARA MAIORES DE 18 ANOS
NOTA: 9
Título Original: Sleeping Beauty
Direção: Julia Leigh
Com: Emily Browning, Rachael Blake and Ewen Leslie
Duração: 104 minutos.
httpvhd://www.youtube.com/watch?v=KuYPIFwJ5dM&feature=youtu.be
Postado por Gabi Em
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Olá pessoas! Então nessa quarta-feira animada (ainda mais com o horário de verão) vou falar um pouquinho sobre a gracinha do Marley. Sim o livro e filme de hoje é “Marley & Eu”
John Grogan é colunista da Philadelphia Inquierer na Pensilvânia, então não é de se surpreender que o livro tenha uma jogada de acontecimentos cronológicos meticulosamente detalhados. O livro conta sua história pessoal com o pior cão do mundo, é assim que somos apresentados ao Marley, um lindo filhote de labrador.
Pelo decorrer das páginas conhecemos a vida de John e sua esposa Jenny. Ambos trabalham em jornais e são apaixonados um pelo outro. Quem pensa que ao ler o livro vai encontrar coletâneas de momentos engraçados com um cachorrinho atrapalhado, está redondamente enganado. O livro conta não só uma, mais várias histórias de amor.
Recém casados John e Jenny vão levando a vida com uma extrema alegria. Chega um dado momento que John se questiona se devem ou não dar um segundo passo e passarem a pensar em ter filhos. Porém, nosso querido autor se vê assustado e despreparado para tal ato, eis que surge a ideia de comprar um cachorro. Em seu raciocínio o cão iria agradar tanto sua esposa quanto ele, e claro afastaria os pensamentos de Jenny em relação a ter filhos mais um pouco.
Marley é o típico filhotinho de cachorro. É energético, alegre, brincalhão, come por três e ainda mastiga a parede. Aos poucos o casal vai adaptando seu estilo de vida ao novo membro da família, embora ele não tente fazer o mesmo. Marley é literalmente o pior cão do mundo, mas não que isso tenha desanimado nenhum dos dois.
O livro vai de certa forma nos introduzindo na vida do casal Grogan, em seus aspectos emocionais, econômicos, e psicológicos. Em algumas passagens é possível se imaginar tento a mesma reação de um dos personagens em devida circunstância, mesmo que nunca tenha lhe passado pela cabeça.
Se cuidar de um cachorro não é fácil, imagine se preocupar com mais três filhos, emprego, hipoteca da casa, e todos aqueles problemas corriqueiros. Porém, como disse anteriormente o livro é de fato uma ilustração da vida do autor, então estamos com ele desde o momento que ele compra o Marley, até o momento que eles mudam de casa, recebem promoções no emprego, engravidam novamente, e por aí vai. É possível notar com clareza a evolução da vida dos personagens, e se sensibilizar por isso.
Eu preciso ser sincera e dizer que quando fui chegando a um ponto crucial do livro não consegui continuar. Eu voltava às fotos originais do Marley (que estão pelo o livro) e decidir ir com minha intuição e assumir que não queria saber aonde aquilo tudo iria chegar. O que não adiantou muito, pois quando assisti ao filme, digamos que todos meus sentimentos represados foram soltos, por várias horas.
O filme, que foi lançado em 2008 pela Twentieth Century Fox, ilustrou muito bem todo o livro, o que eu achei que seria difícil de acontecer porque envolvia um animal que pode ser muito inteligente, mas não é propício a seguir regras e executar as coisas como nós executamos. As escolhas dos personagens para interpretar John e Jenny Grogan bateram exatamente com o que se esperava de um casal de 1991, descolados, apaixonados e relativamente jovens. Quem dizia que Owen Wilson (que interpretou o papel de John Grogan) só conseguia fazer filmes de comédia levou uma baita tapa na cara. Afinal o filme tem o gênero comédia estampado, mas os toques de drama foram necessários para criar a atmosfera real de uma vida complicada e com empecilhos. Jennifer Aniston seguiu sua linha de sempre e nos entregou um trabalho prazeroso de ser assistido. O filme foi campeão nas bilheterias americanas, ficando em primeiro lugar por duas semanas seguidas.
Percebi que nessa adaptação em especial o livro não ficou perdido no meio do filme. Todos os detalhes e aspectos que eu julguei importante para a história apareceram no filme. Os produtores tiveram a ideia genial de ilustrar as colunas mais importantes sobre Marley, que John escreveu para o seu jornal, de uma forma rápida apresentando a passagem do tempo, e como aquele pequeno labrador de 5kg pode crescer tanto, e fazer uma família crescer junto com ele.
Tenho a impressão que muitas pessoas desvalorizaram a história do Marley por ser só mais uma história sobre o melhor amigo do homem, e já estavam cansadas de tantas outras parecidas. Mas devo dizer que essa foi a história que mais se aproximou da vida real, pelo menos para mim. O Marley não salvou ninguém de um poço, nem conseguia fazer gols como um artilheiro, mas ele mudou a vida de seus donos pelo simples fato de existir e estar lá quando eles precisaram. E sei que isso acontece em milhares de lares, você pode ser uma criança mimada, uma adolescente rebelde, um adulto frustrado, ou um velho rabugento, seu animal de estimação sempre estará lá, e logo você se dará conta de como é importante ter um amigo assim presente na sua vida.
Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significam nada para ele. Um graveto já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?
Trailer do Filme – Marley & Eu
httpvhd://www.youtube.com/watch?v=TtuSBvj977c
Capa do Livro

Livro Marley & Eu
Editora: Ediouro
300 Páginas
Comprar: Submarino | Saraiva
DVD Marley & Eu
Twentieth Century Fox
Duração de 120 minutos.
Comprar: Submarino | Saraiva
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Olá pessoas! Todos muito bem? Na coluna de hoje irei falar sobre um livro que durante a leitura não encheu meus olhos, totalmente diferente da adaptação super elaborada que recebeu. Esse livro é o clássico O Maravilhoso Mágico de Oz de Lyman Frank Baum.
Acho que posso dizer com segurança que pelo menos 80% da população conhece a história de Dorothy e sua aventura na terra dos tijolos amarelos. Então querendo fazer esse combo clássico, me aventurei em ler o livro, e infelizmente, me decepcionei. Ainda não posso afirmar se é pelo fato de ter assistido o filme primeiro, e ele ser bem diferente do livro, ou pelo fato da leitura ser tão infantil que não me chamou a atenção.
O Mágico de Oz, é o primeiro livro da série. Na história conhecemos Dorothy, o Espantalho, o Homem de Lata, o Leão e, claro o Terrível Oz. O enredo todo se desenvolve na busca de Dorothy a voltar para Kansas, já que graças a um tornado foi mandada a terra de Oz. Então é aconselhada a seguir a estrada de tijolos amarelos e pedir ao grande Oz que lhe leve para casa de novo. No meio dessa aventura ela encontra todos os tipos de criaturas diferentes, animais e árvores que falam, bruxas do bem e do mau, e até homens feitos de palha e lata. Alguns deles embarcam junto com Dorothy nessa viagem a cidade de Esmeraldas, onde vive Oz, com a esperança de também conseguirem o que querem. No caso do Espantalho, um cérebro, para poder ser inteligente e tomar sábias decisões. O Homem de Lata deseja um coração, um coração de verdade que possa lhe dar a oportunidade de sentir as emoções dessa vida. E o Leão Covarde, a coragem, para ser genuinamente o rei da selva, e deixar de temer todas as coisas.
No decorrer da história é possível observar como ela realmente tem um público alvo infantil. Embora o livro seja extenso para uma criança que não esteja adaptada a leitura, eu me via constantemente pensando que seria uma história no qual leria para meus futuros filhos antes da hora de dormir. Ele apresenta aquelas repetições básicas que sempre encontramos nessas literaturas infantis, e infelizmente fica um pouquinho enjoado de se ler. O livro foi escrito em 1901, e é considerado por muitos críticos como o pioneiro em histórias com personagens mágicos, que tem como tema a quebra da realidade e a manifestação de fantasia. Como o livro foi best-seller por dois anos seguidos, o autor resolveu dar continuação a história de Oz e Dorothy e escreveu mais 13 livros para a série. Mesmo com a escrita simples e história leve, não deixa de ser um livro razoável.
Por outro lado, o filme no qual o livro foi adaptado, é na minha humilde opinião, muito bom. Sou suspeita a falar, porque adoro um musical, mas se o filme não é de todo bom, é ao menos um pouquinho bom, o suficiente para ganhar alguns Oscar’s. Ele começa em preto e branco e mostra como era a vida de Dorothy (Judy Garland – Vencedora do Oscar pelo filme O Mágico de Oz) em Kansas, é nessa parte que ela canta a tão consagrada música “Over the Rainbow”. Logo após disso ocorre o tornado que a leva para aquela terra tão diferente, e nesse momento a tela é recheada de cor. As casas, as roupas, a paisagem, tudo se transforma uma grande mistura, e realizamos que não estamos mais em Kansas.
Com sua aterrissagem a casa de Dorothy acaba caindo em cima da Bruxa Má do Leste, e graças a ela todos os Munchkins (pequenas pessoas que habitam aquele local) deixam de serem escravos da bruxa, e presenteiam Dorothy com os sapatinhos de rubi, da própria bruxa morta. Porém, embora muito grata e feliz com a hospitalidade de todos, a garotinha só deseja ir embora. Então é aconselhada a procurar Oz, o grande mágico da terra, que é capaz de conseguir tudo. Então ela embarca em sua jornada, seguindo sempre a estrada de tijolos amarelos. E é por aí que a verdadeira aventura começa, ela conhece seus novos amigos, e enfrenta todos os perigos que aquela terra estranha pode apresentar. O perigo maior vem a ser a Bruxa Má do Oeste, que além de ser irmã da falecida bruxa, está de olhos nos sapatinhos de rubi, que até então Dorothy não sabia que poderiam ser tão poderosos. Ao longo do filme nos deparamos com muitas surpresas e quebra de expectativas, e músicas animadas que ajudam a ilustrar todo o desenvolvimento da história. Não vou falar sobre os finais acontecimentos da história (embora, creio que muitos já sabem), mas deixo a dica que a história dá muitas reviravoltas.
O filme é repleto de efeitos visuais, que hoje podem estar ultrapassados, mas na época de 1939, em que foi gravado eram muito avançados. Isso despertou curiosidade em muita gente que não dava nada para o filme. A história da garotinha de Kansas ficou tão famosa que até hoje é adaptada para apresentações teatrais de níveis escolares até a Broadway. E vez ou outra suas falas tão características são mencionadas em grandes filmes ou séries, não nós deixando esquecer esse grande clássico.
O mais importante de todo o mundo de Oz são as mensagens que o autor deixou para crianças de todas as épocas. Em cada trecho ou pedaço de filme é possível guardar uma coisa importante, que sabemos que um dia utilizaremos em nossas vidas. Foi isso que eu considerei o ponto mais alto de toda a narração. Muitas vezes quando lemos um livro, ou vemos um filme, somos capazes de captar a mensagem por trás de certa coisa, em o Mágico de Oz não é preciso fazer esforço para entender o que o autor quis nos passar, ele deixa isso muito explicito ao ponto de qualquer criança entender.
Diferente de quando se trata do livro, sou capaz de assistir o filme várias vezes. O Mágico de Oz é capaz de criar um sentimento de nostalgia muito grande, ao ponto de querermos brincar de pega-pega logo após assistir ao filme. Então todos aqueles que não se importam em ler algo mais infantil e ainda não tenha assistido o filme, eu recomendo fazer um balde enorme de pipoca e deixar aquela boneca antiga pra fora, e voltar um pouco no tempo e se sentir de novo uma criança.
Trailer do Filme – O Mágico de Oz
httpvhd://www.youtube.com/watch?v=UFpVsTuOpK8
Capas do Livro

Livro O Mágico de Oz
Editora: Leya Brasil (Edição Eternamente Clássicos)
189 Páginas
Comprar: Submarino | Saraiva
DVD O Mágico de Oz
MGM
Duração de 101 minutos
Comprar: Submarino | Saraiva
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Postado por Ju Oliveira Em
Colunistas
Oi pessoal! Finalmente hoje vou apresentar pra vocês os novos colunistas do blog. A escolha não foi fácil, teve muita gente boa que se inscreveu, confesso que até me surpreendi com a quantidade de inscrições. Então, esses são os cinco novos colunistas do Cantinho.


A Manuh vai ser a responsável pela coluna de Cinema no blog. Elas escreve ótimas resenhas de filmes. Também escreve em seu blog pessoal: Without Wonderland


A Charlene vai escrever resenhas de livros de Literatura Fanstástica/Sobrenatural. Ela escreve também em seu blog pessoal: O Meu Fantástico Mundinho Literário


A Mah Francesi, amiga querida, desde que comecei no Scrapbook Digital, vai escrever na coluna de Novidades e Variedades. Sempre trazendo em primeira mão tudo o que rola no mundo da Literatura e do Cinema. Ela escreve também em seu blog literário: TOC por Leitura


A Gabi vai escrever sobre Livros adaptados para o Cinema. As diferenças e semelhanças de cada um. Acompanhe ela também pelo Tumblr Gwicked

E finalmente o Luan, vai ficar responsável pela coluna de Seriados do blog. Vai nos deixar a par de tudo o que rola nas melhores séries do mundo. Ele também escreve em seu blog pessoal: Devorando Books
Então é isso pessoal. A partir de agora o Cantinho vai ter um conteúdo mais variado, pra todo gosto, todo tipo de leitor. Sejam muito bem vindos! Aguardem os próximos posts dos colunistas. Beijos!
Postado por Ju Oliveira Em
Colunistas,
Filme

Já faz algum tempo que estou pensando em chamar algumas pessoas legais e interessantes para me ajudar a deixar o Cantinho cada vez mais atrativo. Agora me decidi de vez. Para começar, quero criar duas novas colunas falando sobre seriados e filmes. E quero também alguém que goste de aventura fantástica e sobrenatural. Esse estilo não me atrai muito mas sei que tem muitos leitores que gostam. E acho que vai ser interessante expandir o estilo das resenhas. Então se você curte filmes, seriados, aventura fantástica e sobrenatural e tá a fim de fazer parte do meu Cantinho, me escreve já! Aguardo anciosa!
O que precisa para se candidatar
• Disponibilidade para postar semanalmente ou quinzenalmente;
• Bom conhecimento da Língua Portuguesa;
Interessados? É só preencher o formulário abaixo.